ATIVIDADE - ECOLOGIA NUMÉRICA - DESCRIÇÃO DE COMUNIDADES BIOLÓGICAS

Aluna: Giovanna Lins Pessoa

Nesta atividade, foi realizada uma análise de uma comunidade culinária presente em uma ilha oceânica de território pouco conhecido sendo divididas duas equipes, uma que realizou a análise a partir de quadrantes e outra que realizou a partir de transectos, para que fosse possível coletar as informações necessárias para a análise.

Passo 1 - Subir os dados coletados

base<-read.csv("C:/Users/lins-/Downloads/com_cul.csv", row.names = 1)
base
##              q1 q2 q3 q4 q5 q6 q7 q8 q9 q10 t1 t2 t3 t4 t5 t6 t7 t8 t9 t10
## arroz_c       0  1  7  6  1  4  4  1  1   5  3  8  5  6  3  0  0  0  0   3
## arroz_e       1  0  0  1  0  0  8  4  0   3  0  1  8  1  1  0  0  0  1   0
## milho         0  0  0  0  0  0  0  0  0   0  0  0  0  0  0  0  0  0  0   0
## ervilha       0  0  1  0  0  0  1  0  0   0  0  0  1  0  0  0  0  0  0   0
## feijao_preto  0  0  0  0  0  0  0  0  0   0  0  0  6  0  0  0  0  0  0   0
## carioca_c     0  0  1  1  0  0  0  0  0   0  0  0  0  0  0  2  0  0  0   1
## carioca_e     0  0  0  2  2  0  0  0  0   8  0  0  0  0  0  0  0  0  0   0
## mac_paraf     0  0  0  0  0  0  0  0  0   0  0  0  0  0  0  0  1  0  0   0
## mac_tubo      0  0  0  0  0  0  0  0  0   0  0  0  0  0  0  0  0  0  0   0
## mac_espag     0  0  0  3  1  0  0  0  6   4 16  9  0  0  0  0  2  2  1   0

Aqui podemos ver a base com todos os dados que foram coletados na análise dos quadrantes e dos transectos.

Passo 2 - Explorar a base

Agora iremos separar essa tabela em duas, uma para os dados dos quadrantes e uma para os dados dos transectos.

base_q<-base[,1:10]
base_q
##              q1 q2 q3 q4 q5 q6 q7 q8 q9 q10
## arroz_c       0  1  7  6  1  4  4  1  1   5
## arroz_e       1  0  0  1  0  0  8  4  0   3
## milho         0  0  0  0  0  0  0  0  0   0
## ervilha       0  0  1  0  0  0  1  0  0   0
## feijao_preto  0  0  0  0  0  0  0  0  0   0
## carioca_c     0  0  1  1  0  0  0  0  0   0
## carioca_e     0  0  0  2  2  0  0  0  0   8
## mac_paraf     0  0  0  0  0  0  0  0  0   0
## mac_tubo      0  0  0  0  0  0  0  0  0   0
## mac_espag     0  0  0  3  1  0  0  0  6   4

Base dos quadrantes

base_t<-base[,11:20]
base_t
##              t1 t2 t3 t4 t5 t6 t7 t8 t9 t10
## arroz_c       3  8  5  6  3  0  0  0  0   3
## arroz_e       0  1  8  1  1  0  0  0  1   0
## milho         0  0  0  0  0  0  0  0  0   0
## ervilha       0  0  1  0  0  0  0  0  0   0
## feijao_preto  0  0  6  0  0  0  0  0  0   0
## carioca_c     0  0  0  0  0  2  0  0  0   1
## carioca_e     0  0  0  0  0  0  0  0  0   0
## mac_paraf     0  0  0  0  0  0  1  0  0   0
## mac_tubo      0  0  0  0  0  0  0  0  0   0
## mac_espag    16  9  0  0  0  0  2  2  1   0

Base dos transectos

nrow(base_q)
## [1] 10
nrow(base_t)
## [1] 10
rowSums(base_q)
##      arroz_c      arroz_e        milho      ervilha feijao_preto    carioca_c 
##           30           17            0            2            0            2 
##    carioca_e    mac_paraf     mac_tubo    mac_espag 
##           12            0            0           14
Riqueza analisada na coleta dos quadrantes. Aqui podemos perceber que a espécie que mais foi contabilizada foi o arroz claro.
colSums(base_q)
##  q1  q2  q3  q4  q5  q6  q7  q8  q9 q10 
##   1   1   9  13   4   4  13   5   7  20

Abundância das espécies nas 10 amostras dos quadrantes. O quadrante q10 apresentou a maior abundância.

rowSums(base_t)
##      arroz_c      arroz_e        milho      ervilha feijao_preto    carioca_c 
##           28           12            0            1            6            3 
##    carioca_e    mac_paraf     mac_tubo    mac_espag 
##            0            1            0           30

Riqueza analisada na coleta dos transectos. Nesta coleta, a espécie mais contabilizada foi o macarrão espaguete.

colSums(base_t)
##  t1  t2  t3  t4  t5  t6  t7  t8  t9 t10 
##  19  18  20   7   4   2   3   2   2   4

Abundância das espécies nas 10 amostras dos transectos. A amostra t3 apresentou a maior abundância.

Passo 3 - Questionando

Podemos fazer algumas perguntas para destrinchar ainda mais a análise da nossa comunidade culinária, como por exemplo, quantas espécies existem em cada método de coleta?

specnumber(t(base_q))
##  q1  q2  q3  q4  q5  q6  q7  q8  q9 q10 
##   1   1   3   5   3   1   3   2   2   4

Número de espécies de cada amostra dos quadrantes

specnumber(t(base_t))
##  t1  t2  t3  t4  t5  t6  t7  t8  t9 t10 
##   2   3   4   2   2   1   2   1   2   2

Número de espécies de cada amostra dos transectos.

Podemos também analisar graficamente a distribuição das espécies de cada método de coleta a seguir.

acum_q<-specaccum(t(base_q)) 
acum_t<-specaccum(t(base_t))
plot(acum_q, ci.type = "poly", col = "black", lwd = 2, ci.lty = 0, 
    ci.col = "green", main = "quadrantes", xlab = "Número de amostras", 
    ylab = "Número de espécies")

Curva de rarefação dos quadrantes. Podemos perceber que o número de espécies coletadas aumenta de forma abrupta nas últimas amostras.

acum_q<-specaccum(t(base_t))
acum_t<-specaccum(t(base_q))
plot(acum_q, ci.type = "poly", col = "blue", lwd = 2, ci.lty = 0, 
    ci.col = "lightblue", main = "transectos", xlab = "Número de amostras", 
    ylab = "Número de espécies")

Curva de rarefação dos transectos. Podemos perceber que o número de espécies coletadas aumenta de forma gradual nas últimas amostras.

Podemos também encontrar diferentes índices através da base, por exemplo:

Qual o valor do índice de Shannon?

Shannon_total<-diversity(colSums(base_q))
Shannon_total
## [1] 2.017347
Índice de Shannon para a base dos quadrantes
Shannon_total<-diversity(colSums(base_t))
Shannon_total
## [1] 1.92467
Índice de Shannon para a base dos transectos.
De acordo com os índices, a comunidade analisada pelos quadrantes é mais diversa do que a dos transectos.

Qual o valor do índice de Simpson?

Simpson_total<-diversity(colSums(base_q))
Simpson_total
## [1] 2.017347
ÍNDICE DE Simpson para a base dos quadrantes
Simpson_total<-diversity(colSums(base_t))
Simpson_total
## [1] 1.92467
Índice de Simpson para a base dos transectos.
O mesmo ocorre para o índice de Simpson, a comunidade analisada pelos quadrantes é mais diversa do que a dos transectos.