5em
CASO 1
Proporção dentre as 1000 amostras do CASO 1 cuja estatística de teste é maior ou igual ao valor tabelado
| 80% | 85% | 90% | 95% | 97,5% | 99% | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Proporção | 0.634 | 0.357 | 0.357 | 0.197 | 0.197 | 0.063 |
Observamos que o valor encontrados na estatística de teste de cada amostra, repetido o teste para 1000 amostras geradas com os mesmos parâmetros, são bem conservadores no teste de Kolmogorov. Aqui neste caso, o primeiro grupo de 1000 amostras foi gerado conforme o parâmetro sugerido, enquanto o segundo grupo de 1000 amostras, gerado para comparar com o primeiro grupo uma a uma, foi gerado utilizando a média e desvio padrão dos valores sorteados na amostra 1 equivalente. Portanto, esperar-se-ia que um teste comparando essas amostras uma a uma, apresentaria uma aderência bem alta, quase absoluta, que não foi o resultado que este experimento observou.
Histograma
Boxplot
CASO 2
Proporção dentre as 1000 amostras do CASO 2 cuja estatística de teste é maior ou igual ao valor tabelado
| 80% | 85% | 90% | 95% | 97,5% | 99% | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Proporção | 0.529 | 0.216 | 0.216 | 0.074 | 0.074 | 0.021 |
Observamos que o valor encontrados na estatística de teste de cada amostra, repetido o teste para 1000 amostras geradas com os mesmos parâmetros, são bem conservadores no teste de Kolmogorov. Aqui neste caso, o primeiro grupo de 1000 amostras foi gerado conforme o parâmetro sugerido, enquanto o segundo grupo de 1000 amostras, gerado para comparar com o primeiro grupo uma a uma, foi gerado da mesma forma que o primeiro, com os parâmetros aleatorizados dentro do intervalo sugerido pelo enunciado. Portanto, esperar-se-ia que um teste comparando essas amostras uma a uma, apresentaria uma aderência alta, possívelmente inferior ao que se esperaria observar no experimento do caso 1, mas ainda assim alta, que não foi o resultado que este experimento observou, apesar de fato observar uma aderência ligeiramente inferior se comparado ao caso 1.
Histograma
Boxplot
1em
Como nessa questão o número de testes é significativamente inferior, acredito ser apropriado apresentar os resultados um a um
1em
Testes Shapiro-Wilk
O primeiro teste Shapiro-Wilk observou estatística de teste W=0.9265408, com p-valor=0.2421097
O segundo teste Shapiro-Wilk observou estatística de teste W=0.9678226, com p-valor=0.824602
O terceiro teste Shapiro-Wilk observou estatística de teste W=0.9406037, com p-valor=0.3900216
O quarto teste Shapiro-Wilk observou estatística de teste W=0.9315922, com p-valor=0.2882066
O quinto teste Shapiro-Wilk observou estatística de teste W=0.9583499, com p-valor=0.663745
1em
É bem direto inferir que, baseado nos valores W e p-valor encontrados, o teste de Shapiro-Wilk demonstra uma alta aderência entre a distribuição dos valores observados nas amostras sorteadas, com os valores esperados de uma distribuição normal.
3em
Testes Anderson-Darling
O primeiro teste Anderson-Darling observou estatística de teste A=0.501817, com p-valor=0.1739694
O segundo teste Anderson-Darling observou estatística de teste A=0.1899323, com p-valor=0.8813322
O terceiro teste Anderson-Darling observou estatística de teste A=0.3759062, com p-valor=0.3655265
O quarto teste Anderson-Darling observou estatística de teste A=0.3871297, com p-valor=0.342802
O quinto teste Anderson-Darling observou estatística de teste A=0.2351962, com p-valor=0.746915
1em
É bem direto inferir que, baseado nos valores A e p-valor encontrados, o teste de Anderson-Darling demonstra ser mais conservador no sentido de confirmar uma aderência à distribuição normal nas distribuições observadas nas amostras sorteadas se comparado ao teste Shapiro-Wilk, mas ainda assim nos testes realizados, os resultados demonstram uma boa aderência à normalidade.
2em
Se compararmos os resultados de aderência da questão 1 com a questão 2, observamos que no caso da segunda, as aderências observadas foram muito mais altas, principalmente se considerar o teste Shapiro-Wilk, que é muito apropriado para essas amostras de tamanho n=15 que trabalhamos no decorrer dessa atividade.
Portanto, tanto os testes de Kolmogorov quanto os de Anderson-Darling demonstram talvez não serem os testes mais apropriados para se trabalhar com amostras de tamanho tão pequeno, apesar de serem muito úteis em amostras com tamanho maior.