library(readxl)
QEstresse <- read_excel("~/Base_de_dados-master/Questionario_Estresse.xls")
QEstresse$Trabalha <- ifelse(QEstresse$Trabalha==1,"Sim","Não")
library(flextable)
library(dplyr)
##
## Attaching package: 'dplyr'
## The following objects are masked from 'package:stats':
##
## filter, lag
## The following objects are masked from 'package:base':
##
## intersect, setdiff, setequal, union
QEstresse %>% select(Trabalha,Estresse) %>%
group_by(Trabalha) %>%
summarise(
Mínimo=min(Estresse),
Mediana=median(Estresse),
Média=round(mean(Estresse),2),
Desvio_Padrao=round(sd(Estresse),2),
Máximo=max(Estresse)) %>%
flextable() %>% theme_zebra()
Trabalha | Mínimo | Mediana | Média | Desvio_Padrao | Máximo |
Não | 12 | 29 | 27.93 | 7.38 | 44 |
Sim | 13 | 26 | 27.64 | 7.90 | 44 |
boxplot(Estresse ~ Trabalha, data=QEstresse, main="Gráfico 1",
col=c("salmon","purple"))
Na tabela média, mínimo e máximo, observamos que não há comprovação da hipótese de quem mora com os pais seria mais estressado, devido a semelhança de estresse no quadrante máximo.
No gráfico 2 (boxplot) conseguimos analisar melhor a semelhança média de estresse das pessoas que trabalham e das que não trabalham