Aplicação de técnicas de geoestatística em dados de descompactação do solo

Estatística Espacial

12 de agosto de 2018

Leandro Valter
leandro.vvalter@gmail.com
Universidade Estadual da Paraíba
Centro de Ciência e Tecnologia
Departamento de Estatística

Pacotes necessários

require(akima)
require(geoR)
require(MASS)
require(moments)

Importacao de dados para o R

setwd("C:/Users/Win7/Desktop/Estatística Espacial/aula_espacial")
solo= read.table('castro.txt', head=TRUE)
solo [1:2,]
#>        Lat     Lon X0.10 X10.15 X15.20 X20.25 X25.30 X30.35 X35.40
#> 1 608039.6 7250137  2.06   2.55   1.83   1.54   1.12   0.84   0.80
#> 2 608063.1 7250146  2.03   1.58   2.21   2.36   2.61   2.44   1.76
#>         Xcd       Ycd
#> 1 -49.93059 -24.85994
#> 2 -49.93036 -24.85986

Foi dado início as análises com descritivas com o intuito de explorar os dados. As variáveis são as diferentes profundidades do solo.

Tabela 1: Estatísticas descritivas média, mínimo, máximo, desvio padrão, coeficiente de variação, curtose e assimetria para as profundidades.

Profundidade(cm) N Média Min. Max. D.P. C.V.(%) Curtose Assimetria
0-10 358 2,09 0,56 4,92 0,62 29,70 2,94 1,35
10-15 358 1,82 0,54 3,90 0,50 27,77 2,62 1,14
15-20 358 1,71 0,36 3,98 0,51 29,95 2,74 1,21
20-25 358 1,71 0,50 3,86 0,55 32,37 1,25 1,05
25-30 358 1,78 0,49 3,99 0,59 33,04 1,15 0,96
30-35 358 1,91 0,46 3,93 0,62 32,56 0,44 0,64
35-40 358 1,92 0,40 4,79 0,77 40,33 0,81 0,75

O coeficiente de variação de todas as profundidades foram maiores que 20% representando uma baixa homogeneidade. Todas as profundidades apresentam uma assimetria à esquerda (positiva), no ententato as profundidades 0-10,10-15,15-20 e 20-25 apresentam uma forte assimetria à esquerda, enquanto o restante apresenta uma fraca assimetria positiva. Verificando a curtose, todas as profundidades possuem uma função de distribuição leptocúrtica, ou seja, é menos achatada do que a distribuição normal. Provavelmente será necessário fazer o uso de algum artifício para corrigir as baixas homogeneidades, as assimetrias positivas e o achatamento menor que a da distribuição normal. Será utilizada a transformação Box-Cox, caso seja necessário.

Análise descritiva e gráfica profundidade 0-10

geosolo0_10 <- as.geodata(solo, coords.col=c(1, 2), data.col=3)
plot(geosolo0_10, low=T)

Verificação dos pressupostos

boxcox(geosolo0_10)

plot(geosolo0_10, low=T,lam=0)

points(geosolo0_10, pt.div="quintile", xlab="leste", ylab="norte")

Criação do polígono

setwd("C:/Users/Win7/Desktop/Estatística Espacial/aula_espacial")
bord=read.table("bord4.txt")
geosolo0_10$borders <- with(bord, cbind(V1,V2))
points(geosolo0_10, pt.div="quintile", xlab="leste", ylab="norte")

plot(geosolo0_10, low=T,lam=0)

Análise descritiva e gráfica profundidade 10-15

geosolo10_15 <- as.geodata(solo, coords.col=c(1, 2), data.col=4)
plot(geosolo10_15, low=T)

Verificação dos pressupostos

boxcox(geosolo10_15)

plot(geosolo10_15, low=T,lam=0)

#points(geosolo10_15, pt.div="quintile", xlab="leste", ylab="norte")

Criação do polígono

geosolo10_15$borders <- with(bord, cbind(V1,V2))
points(geosolo10_15, pt.div="quintile", xlab="leste", ylab="norte")

plot(geosolo10_15, low=T,lam=0)

Análise descritiva e gráfica profundidade 15-20

geosolo15_20 <- as.geodata(solo, coords.col=c(1, 2), data.col=5)
plot(geosolo15_20, low=T)

Verificação dos pressupostos

boxcox(geosolo15_20)

plot(geosolo15_20, low=T,lam=0)

points(geosolo15_20, pt.div="quintile", xlab="leste", ylab="norte")

Criação do polígono

geosolo15_20$borders <- with(bord, cbind(V1,V2))
points(geosolo15_20, pt.div="quintile", xlab="leste", ylab="norte")

plot(geosolo15_20, low=T,lam=0)

Análise descritiva e gráfica profundidade 20-25

geosolo20_25 <- as.geodata(solo, coords.col=c(1, 2), data.col=6)
plot(geosolo20_25, low=T)

Verificação dos pressupostos

boxcox(geosolo20_25)

plot(geosolo20_25, low=T,lam=0)

points(geosolo20_25, pt.div="quintile", xlab="leste", ylab="norte")

Criação do polígono

geosolo20_25$borders <- with(bord, cbind(V1,V2))
points(geosolo20_25, pt.div="quintile", xlab="leste", ylab="norte")

plot(geosolo20_25, low=T,lam=0)

Análise descritiva e gráfica profundidade 25-30

geosolo25_30 <- as.geodata(solo, coords.col=c(1, 2), data.col=7)
plot(geosolo25_30, low=T)

Verificação dos pressupostos

boxcox(geosolo25_30)

plot(geosolo25_30, low=T,lam=0)

points(geosolo25_30, pt.div="quintile", xlab="leste", ylab="norte")

Criação do polígono

geosolo25_30$borders <- with(bord, cbind(V1,V2))
points(geosolo25_30, pt.div="quintile", xlab="leste", ylab="norte")

plot(geosolo25_30, low=T,lam=0)

Análise descritiva e gráfica profundidade 30-35

geosolo30_35 <- as.geodata(solo, coords.col=c(1, 2), data.col=8)
plot(geosolo30_35, low=T)

Verificação dos pressupostos

boxcox(geosolo30_35)

plot(geosolo30_35, low=T,lam=0)

points(geosolo30_35, pt.div="quintile", xlab="leste", ylab="norte")

Criação do polígono

geosolo30_35$borders <- with(bord, cbind(V1,V2))
points(geosolo30_35, pt.div="quintile", xlab="leste", ylab="norte")

plot(geosolo30_35, low=T,lam=0)

Análise descritiva e gráfica profundidade 35-40

geosolo35_40 <- as.geodata(solo, coords.col=c(1, 2), data.col=9)
plot(geosolo35_40, low=T)

Verificação dos pressupostos

boxcox(geosolo35_40)

plot(geosolo35_40, low=T,lam=0)

points(geosolo35_40, pt.div="quintile", xlab="leste", ylab="norte")

Criação do polígono

geosolo35_40$borders <- with(bord, cbind(V1,V2))
points(geosolo35_40, pt.div="quintile", xlab="leste", ylab="norte")

plot(geosolo35_40, low=T,lam=0)

Semivariograma

O método geoestatístico para diagnosticar a presença de correlação entre as unidades amostradas é o semivariograma, tem a função de caracterizar a estrutura de continuidade espacial de certa característica, por exigir hipóteses de estacionaridade menos restritivas. O semivariograma representa uma função de semivariâncias em relação às repectivas distâncias, sendo semivariância como a metade da variância de diferenças entre as observações de uma variável aleatória \(Z\), separadas por uma distância \(h\).

Os principais modelos de correlação são: Gaussiano, Esférico e a família das funções Matérn. A função Matérn com \(kappa\) igual a 0,5 é a função exponencial. As expressões destes modelos de correlação são apresentadas abaixo.

  • Gaussiano: \[\rho(h)=\exp{\left(-\frac{h}{\phi}\right)^2}\]
  • Esférico: \[\rho(h)=\left \{ \begin{array}{c} 1-1,5\left(-\frac{h}{\phi}\right)+0,5\left(-\frac{h}{\phi}\right)^3\\ 0,\ se \ h>0. \\ \end{array} \right. \]
  • Exponencial: \[\rho(h)=\exp{\left(-\frac{h}{\phi}\right)}\] -Matérn: \[\rho(h)=\{ 2^{k-1} \Gamma{(K)} \}^{-1}\left(-\frac{h}{\phi}\right)^{k} K_k\left(-\frac{h}{\phi}\right)\]

Abaixo tem-se alguns semivariogramas teóricos para as profundidades utilizando a função Matern

Profundidade 0-10

v1=variog(geosolo0_10,max.dist = 250,lambda = 0)
#> variog: computing omnidirectional variogram
plot(v1,ylab=expression("Semivariância ("*matern*")"),
     xlab="Distancia (m)", main = "Profundidade 0-10 (cm)")
#ef1=eyefit(v1)
#summary(ef1)
# cov.model sigmasq    phi tausq kappa kappa2   practicalRange
#1    matern    0.03 435.29  0.06  0.41   <NA> 1199.23264011829
lines.variomodel(cov.model="matern", cov.pars=c(.03,435.29), nug=.06, max.dist=250,kappa =.41)

Profundidade 10-15

v2=variog(geosolo10_15,max.dist = 250,lambda = 0)
#> variog: computing omnidirectional variogram
plot(v2,ylab=expression("Semivariância ("*matern*")"),
     xlab="Distancia (m)", main = "Profundidade 10-15 (cm)")
#ef2=eyefit(v2)
#summary(ef2)
#  cov.model sigmasq    phi tausq kappa kappa2   practicalRange
#1    matern    0.03 441.79  0.06   0.6   <NA> 1428.23261316673
lines.variomodel(cov.model="matern", cov.pars=c(.03,441.79), nug=.06, max.dist=250,kappa =.6)

Profundidade 15-20

v3=variog(geosolo15_20,max.dist = 250,lambda = 0)
#> variog: computing omnidirectional variogram
plot(v3,ylab=expression("Semivariância ("*matern*")"),
     xlab="Distancia (m)", main = "Profundidade 15-20 (cm)")
#ef3=eyefit(v3)
#summary(ef3)
#  cov.model sigmasq    phi tausq kappa kappa2   practicalRange
#1    matern    0.03 175.42  0.06  0.41   <NA> 483.285602183215
lines.variomodel(cov.model="matern", cov.pars=c(.03,175.42), nug=.06, max.dist=250,kappa =.41)

Profundidade 20-25

v4=variog(geosolo20_25,max.dist = 250,lambda = 0)
#> variog: computing omnidirectional variogram
plot(v4,ylab=expression("Semivariância ("*matern*")"),
     xlab="Distancia (m)", main = "Profundidade 20-25 (cm)")
#ef4=eyefit(v4)
#summary(ef4)
#  cov.model sigmasq    phi tausq kappa kappa2  practicalRange
#1    matern    0.05 272.87  0.06  0.27   <NA> 626.77887827009
lines.variomodel(cov.model="matern", cov.pars=c(.05,272.87), nug=.06, max.dist=250,kappa =.27)

Profundidade 25-30

v5=variog(geosolo25_30,max.dist = 250,lambda = 0)
#> variog: computing omnidirectional variogram
plot(v5,ylab=expression("Semivariância ("*matern*")"),
     xlab="Distancia (m)", main = "Profundidade 25-30 (cm)")
#ef5=eyefit(v5)
#summary(ef5)
#  cov.model sigmasq    phi tausq kappa kappa2   practicalRange
#1    matern    0.05 110.45  0.06  0.41   <NA> 304.291955150124
lines.variomodel(cov.model="matern", cov.pars=c(.05,110.45), nug=.06, max.dist=250,kappa =.41)

Profundidade 30-35

v6=variog(geosolo30_35,max.dist = 250,lambda = 0)
#> variog: computing omnidirectional variogram
plot(v6,ylab=expression("Semivariância ("*matern*")"),
     xlab="Distancia (m)", main = "Profundidade 30-45 (cm)")
#ef6=eyefit(v6)
#summary(ef6)
#  cov.model sigmasq    phi tausq kappa kappa2   practicalRange
#1    matern    0.06 175.42  0.07   0.4   <NA> 478.232229327521
lines.variomodel(cov.model="matern", cov.pars=c(.06,175.42), nug=.07, max.dist=250,kappa =.4)

Profundidade 35-40

v7=variog(geosolo35_40,max.dist = 250,lambda = 0)
#> variog: computing omnidirectional variogram
plot(v7,ylab=expression("Semivariância ("*matern*")"),
     xlab="Distancia (m)", main = "Profundidade 35-40 (cm)")
#ef7=eyefit(v7)
#summary(ef7)
#  cov.model sigmasq phi tausq kappa kappa2   practicalRange
# 1    matern    0.09  72  0.12  1.89   <NA> 377.167271100791
lines.variomodel(cov.model="matern", cov.pars=c(.09,72), nug=.12, max.dist=250,kappa =1.89)

### Comprovando gráficamente a dependência espacial para cada profundidade

Comprovando gráficamente a dependencia espacial 0-10

par(mfrow=c(2,2))
var1=variog(geosolo0_10,max.dist = 250,lambda = 0);plot(var1)
#> variog: computing omnidirectional variogram
var2=variog(geosolo0_10,option = "cloud",lambda = 0);plot(var2)
#> variog: computing omnidirectional variogram
var3=variog(geosolo0_10,uvec=seq(0,350,l=50),lambda = 0)
#> variog: computing omnidirectional variogram
plot(var3)
env.var=variog.mc.env(geosolo0_10,obj.variog = var3,nsim = 99)
#> variog.env: generating 99 simulations by permutating data values
#> variog.env: computing the empirical variogram for the 99 simulations
#> variog.env: computing the envelops
plot(var3,env=env.var)

Comprovando gráficamente a dependencia espacial 10-15

par(mfrow=c(2,2))
var1=variog(geosolo10_15,max.dist = 350,lambda = 0);plot(var1)
#> variog: computing omnidirectional variogram
var2=variog(geosolo10_15,option = "cloud",lambda = 0);plot(var2)
#> variog: computing omnidirectional variogram
var3=variog(geosolo10_15,uvec=seq(0,350,l=50),lambda = 0);plot(var3)
#> variog: computing omnidirectional variogram
env.var=variog.mc.env(geosolo10_15,obj.variog = var3,nsim = 99)
#> variog.env: generating 99 simulations by permutating data values
#> variog.env: computing the empirical variogram for the 99 simulations
#> variog.env: computing the envelops
plot(var3,env=env.var)

Comprovando gráficamente a dependencia espacial 15-20

par(mfrow=c(2,2))
var1=variog(geosolo15_20,max.dist = 350,lambda = 0);plot(var1)
#> variog: computing omnidirectional variogram
var2=variog(geosolo15_20,option = "cloud",lambda = 0);plot(var2)
#> variog: computing omnidirectional variogram
var3=variog(geosolo15_20,uvec=seq(0,350,l=50),lambda = 0);plot(var3)
#> variog: computing omnidirectional variogram
env.var=variog.mc.env(geosolo15_20,obj.variog = var3,nsim = 99)
#> variog.env: generating 99 simulations by permutating data values
#> variog.env: computing the empirical variogram for the 99 simulations
#> variog.env: computing the envelops
plot(var3,env=env.var)

Comprovando gráficamente a dependencia espacial 20-25

par(mfrow=c(2,2))
var1=variog(geosolo20_25,max.dist = 350,lambda = 0);plot(var1)
#> variog: computing omnidirectional variogram
var2=variog(geosolo20_25,option = "cloud",lambda = 0);plot(var2)
#> variog: computing omnidirectional variogram
var3=variog(geosolo20_25,uvec=seq(0,350,l=50),lambda = 0);plot(var3)
#> variog: computing omnidirectional variogram
env.var=variog.mc.env(geosolo20_25,obj.variog = var3,nsim = 99)
#> variog.env: generating 99 simulations by permutating data values
#> variog.env: computing the empirical variogram for the 99 simulations
#> variog.env: computing the envelops
plot(var3,env=env.var)

Comprovando gráficamente a dependencia espacial 25-30

par(mfrow=c(2,2))
var1=variog(geosolo25_30,max.dist = 350,lambda = 0);plot(var1)
#> variog: computing omnidirectional variogram
var2=variog(geosolo25_30,option = "cloud",lambda = 0);plot(var2)
#> variog: computing omnidirectional variogram
var3=variog(geosolo25_30,uvec=seq(0,350,l=50),lambda = 0);plot(var3)
#> variog: computing omnidirectional variogram
env.var=variog.mc.env(geosolo25_30,obj.variog = var3,nsim = 99)
#> variog.env: generating 99 simulations by permutating data values
#> variog.env: computing the empirical variogram for the 99 simulations
#> variog.env: computing the envelops
plot(var3,env=env.var)

Comprovando gráficamente a dependencia espacial 30-35

par(mfrow=c(2,2))
var1=variog(geosolo30_35,max.dist = 350,lambda = 0);plot(var1)
#> variog: computing omnidirectional variogram
var2=variog(geosolo30_35,option = "cloud",lambda = 0);plot(var2)
#> variog: computing omnidirectional variogram
var3=variog(geosolo30_35,uvec=seq(0,350,l=50),lambda = 0);plot(var3)
#> variog: computing omnidirectional variogram
env.var=variog.mc.env(geosolo30_35,obj.variog = var3,nsim = 99)
#> variog.env: generating 99 simulations by permutating data values
#> variog.env: computing the empirical variogram for the 99 simulations
#> variog.env: computing the envelops
plot(var3,env=env.var)

Comprovando gráficamente a dependencia espacial 35-40

par(mfrow=c(2,2))
var1=variog(geosolo35_40,max.dist = 350,lambda = 0);plot(var1)
#> variog: computing omnidirectional variogram
var2=variog(geosolo35_40,option = "cloud",lambda = 0);plot(var2)
#> variog: computing omnidirectional variogram
var3=variog(geosolo35_40,uvec=seq(0,350,l=50),lambda = 0);plot(var3)
#> variog: computing omnidirectional variogram
env.var=variog.mc.env(geosolo35_40,obj.variog = var3,nsim = 99)
#> variog.env: generating 99 simulations by permutating data values
#> variog.env: computing the empirical variogram for the 99 simulations
#> variog.env: computing the envelops
plot(var3,env=env.var)

Modelos para cada profundidade

Dando continuidade precisa-se selecionar o melhor modelo geoestatstico univariado para as variaveis em estudo, que são as diferentes profundidades.

Tabela 2: Estimativas de máxima verossimilhança dos parâmetros associados ao modelo com diferentes funções de correlação e média constante sobre a profundidade 0-10 de estudo.

Modelo \(\hat\beta_0\) \(\hat\beta_1\) \(\hat\tau^2\) \(\hat\sigma^2\) \(\hat\tau^2 + \hat\sigma^2\) \(\hat\phi\) AIC BIC
Matern(Kappa=0.5) -3573,2609 0,0005 0,0519 0,0257 0,0776 32,6138 590,2562 609,6588
Matern(Kappa=1) -3581,2987 0,0005 0,0582 0,0196 0,0778 39,1672 590,0510 609,4537
Pure Nugget -2569,4299 0,0004 0,076 0 0,076 0 602,7292 622,1318
Esférico -3430,4184 0,0005 0,0586 0,0191 0,0777 100,6181 588,9096 608,3123
Exponencial Exponenciada -3546,7604 0,0005 0,0614 0,0165 0,0779 51,1099 589,493 608,8957
Circular -3218,4641 0,0004 0,0587 0,0182 0,0769 77,5151 589,7123 609,115
Gassiano -3554,2849 0,0005 0,0628 0,0152 0,078 55,1947 589,2088 608,6115

Para profundidade 0-10(cm) os dados apresentaram tendência na longitude, por isso ganharam um \(\hat\beta\) a mais. O melhor modelo pelos critérios de seleção foi o esférico, apresentando um menor AIC e BIC.

Tabela 3: Estimativas de máxima verossimilhança dos parâmetros associados ao modelo com diferentes funções de correlação e média constante sobre a profundidade 10-15 de estudo.

Modelo \(\hat\beta_0\) \(\hat\beta_1\) \(\hat\tau^2\) \(\hat\sigma^2\) \(\hat\tau^2 + \hat\sigma^2\) \(\hat\phi\) AIC BIC
Matern(Kappa=0.5) -3582,9738 0,0005 0,0636 0,0063 0,0699 78,1634 469,1076 488,5102
Matern(Kappa=1) -3647,4574 0,0005 0,0649 0,0052 0,0701 65,2931 468,9586 488,3612
Pure Nugget -2918,0984 0,0004 0,0692 0 0,0692 0 473,1436 492,5463
Esférico -3798,342 0,0005 0,0646 0,0058 0,0704 282,1833 468,0374 487,4400
Exponencial Exponenciada -3701,6614 0,0005 0,065 0,0051 0,0701 121,393 468,7966 488,1992
Circular -3387,911 0,0005 0,0645 0,005 0,0695 142,0205 469,4089 488,8116
Gassiano -3888,1953 0,0005 0,0658 0,0051 0,0709 167,6857 468,3937 487,7964

Para profundidade 10-15(cm) os dados novamente apresentaram tendência na longitude, por isso ganhou um \(\hat\beta\). O melhor modelo pelos critérios de seleção foi o esférico, apresentando um menor AIC e BIC.

Tabela 4: Estimativas de máxima verossimilhança dos parâmetros associados ao modelo com diferentes funções de correlação e média constante sobre a profundidade 15-20 de estudo.

Modelo \(\hat\beta\) \(\hat\tau^2\) \(\hat\sigma^2\) \(\hat\tau^2 + \hat\sigma^2\) \(\hat\phi\) AIC BIC
Matern(Kappa=0.5) 0,5624 0,0621 0,0343 0,0964 100,16 469,8359 485,358
Matern(Kappa=1) 0,5529 0,0659 0,029 0,0949 59,2571 469,8644 488,3612
Pure Nugget 0,4943 0,0861 0 0,0861 0 473,1436 492,5463
Esférico 0,5205 0,061 0,0285 0,0895 123,9855 470,3366 485,8587
Exponencial Exponenciada 0,5306 0,0673 0,0248 0,0921 76,3526 469,8147 485,3368
Circular 0,5209 0,0607 0,0297 0,0904 110,1741 469,2672 484,7893
Gassiano 0,5306 0,0673 0,0248 0,0921 76,3514 469,8147 485,3368

Para profundidade 15-20(cm) os dados não apresentaram tendência. O melhor modelo pelos critérios de seleção foi o circular, apresentando um menor AIC e BIC.

Tabela 5: Estimativas de máxima verossimilhança dos parâmetros associados ao modelo com diferentes funções de correlação e média constante sobre a profundidade 20-25 de estudo.

Modelo \(\hat\beta\) \(\hat\tau^2\) \(\hat\sigma^2\) \(\hat\tau^2 + \hat\sigma^2\) \(\hat\phi\) AIC BIC
Matern(Kappa=0.5) 0,556 0,0542 0,0536 0,1078 63,9157 491,3096 506,8317
Matern(Kappa=1) 0,5478 0,0624 0,0441 0,1065 41,7891 491,9068 507,429
Pure Nugget 0,4895 0,0968 0 0,0968 0 538,4259 553,948
Esférico 0,5254 0,0579 0,0454 0,1033 114,9353 493,2808 508,8029
Exponencial Exponenciada 0,56 0,0453 0,0627 0,108 53,8456 490,987 506,5091
Circular 0,5576 0,0645 0,0518 0,1163 170,4582 495,7832 511,3053
Gassiano 0,5306 0,0686 0,035 0,1036 65,2539 493,9222 509,4443

Para profundidade 20-25(cm) os dados não apresentaram tendência. O melhor modelo pelos critérios de seleção foi o Exponencial Exponenciada, apresentando um menor AIC e BIC.

Tabela 6: Estimativas de máxima verossimilhança dos parâmetros associados ao modelo com diferentes funções de correlação e média constante sobre a profundidade 25-30 de estudo.

Modelo \(\hat\beta\) \(\hat\tau^2\) \(\hat\sigma^2\) \(\hat\tau^2 + \hat\sigma^2\) \(\hat\phi\) AIC BIC
Matern(Kappa=0.5) 0,6234 0,0651 0,0488 0,1139 86,9752 539,1666 554,6887
Matern(Kappa=1) 0,6155 0,0724 0,0401 0,1125 57,0457 539,9216 555,4437
Pure Nugget 0,528 0,1039 0 0,1039 0 591,5088 607,0309
Esférico 0,6042 0,0703 0,0429 0,1132 194,3463 540,1954 508,8029
Exponencial Exponenciada 0,6216 0,0705 0,0436 0,1141 97,2441 539,637 555,1591
Circular 0,6101 0,0711 0,0448 0,1159 181,5245 539,958 555,4802
Gassiano 0,5999 0,0788 0,0309 0,1097 95,6383 542,6214 558,1435

Para profundidade 25-30(cm) os dados não apresentaram tendência. O melhor modelo pelos critérios de seleção foi o Matern com o Kappa fixado em 0.5, ou seja, também poderia ser utilizada a função exponencial, apresentando um menor AIC e BIC.

Tabela 7: Estimativas de máxima verossimilhança dos parâmetros associados ao modelo com diferentes funções de correlação e média constante sobre a profundidade 30-35 de estudo.

Modelo \(\hat\beta\) \(\hat\tau^2\) \(\hat\sigma^2\) \(\hat\tau^2 + \hat\sigma^2\) \(\hat\phi\) AIC BIC
Matern(Kappa=0.5) 0,9429 0,1295 0,1162 0,2457 202,4701 588,2491 603,7712
Matern(Kappa=1) 0,9561 0,1387 0,115 0,2537 122,6755 586,8588 602,381
Pure Nugget 0,7274 0,1997 0 0,1997 0 659,3784 674,9006
Esférico 0,8421 0,1305 0,0755 0,206 215,2553 587,7314 603,2536
Exponencial Exponenciada 0,9448 0,1389 0,1087 0,2476 181,03 586,3591 601,8812
Circular 0,8457 0,1298 0,0798 0,2096 189,2876 586,6159 602,1381
Gassiano 0,8862 0,1437 0,0799 0,2236 132,9214 586,5714 602,0935

Para profundidade 30-35(cm) os dados não apresentaram tendência. O melhor modelo pelos critérios de seleção foi o Exponencial Exponenciada, apresentando um menor AIC e BIC.

Tabela 8: Estimativas de máxima verossimilhança dos parâmetros associados ao modelo com diferentes funções de correlação e média constante sobre a profundidade 35-40 de estudo.

Modelo \(\hat\beta\) \(\hat\tau^2\) \(\hat\sigma^2\) \(\hat\tau^2 + \hat\sigma^2\) \(\hat\phi\) AIC BIC
Matern(Kappa=0.5) 0,9441 0,1511 0,2286 0,3797 135,4849 697,6118 713,134
Matern(Kappa=1) 0,9194 0,1755 0,191 0,3665 78,2376 698,8909 714,413
Pure Nugget 0,7177 0,7177 0 0,7177 0 807,6301 823,1522
Esférico 0,8682 0,1536 0,2067 0,3603 207,9633 698,3469 713,869
Exponencial Exponenciada 0,9841 0,146 0,2717 0,4177 175,4164 697,532 713,0541
Circular 0,8876 0,1549 0,2281 0,383 195,4817 698,4772 713,9993
Gassiano 0,8785 0,1935 0,1588 0,3523 113,0547 702,1604 717,6825

Para profundidade 35-40(cm) os dados não apresentaram tendência. O melhor modelo pelos critérios de seleção foi o Exponencial Exponenciada, apresentando um menor AIC e BIC.

Krigagem e representação espacial

Profundidade 0-10

#gr=pred_grid(geosolo0_10$borders,by=5)
#points(geosolo0_10)
#points(gr,col=2,pch=19,cex=.3)
#gr0=gr[.geoR_inout(gr,geosolo0_10$borders),]
#points(gr0,col=3,pch=19,cex=0.3)
#KC=krige.control(type="OK",obj.model=ml4.2)
#kc1=krige.conv(geosolo0_10,loc=gr,krige=KC)
#image(kc1,main="Mapa de interpolação",col=terrain.colors(200),x.leg = c(607500,607800),y.leg =c(7250150,7250200))

Profundidade 10-15

Profundidade 15-20

Profundidade 20-25

Profundidade 25-30

### Profundidade 30-35

Profundidade 35-40