1. Introdução

1.1. Contexto: Concentração Produtiva e o Dilema Brasileiro

A concentração econômica brasileira pode ser explicada por diferentes fatores, como a concentração industrial nas regiões Sudeste e Sul. A industrialização no Sudeste iniciou-se no contexto de declínio da cafeicultura, na década de 1920. O lucro obtido com o café permitiu que os fazendeiros investissem na indústria e aproveitassem a mão de obra livre das lavouras.

Uma vez que a indústria desenvolveu-se no Sudeste, a produção tornou-se mais atrativa para a região pelo preço e a eficiência da infraestrutura já existente. A partir da instalação de indústrias umas próximas às outras, criam-se externalidades positivas. O conceito de Alfred Marshall se desdobra de três formas:

  • Fornecedores especializados (Backward e Forward Linkages): Os fornecedores tendem a se instalar próximos das regiões de maior demanda, de modo a reduzir os custos de transação e transporte.
  • Mercado de trabalho especializado: Os trabalhadores especializados migram para onde estão as indústrias. As novas indústrias, por sua vez, buscam a mão de obra especializada, gerando um círculo vicioso.
  • Transbordamento de conhecimento: A proximidade das indústrias permite o fácil compartilhamento de informações, infraestrutura, equipamentos e trabalhadores.

Além disso, durante o projeto de industrialização de JK, na década de 1950, os investimentos para a construção de infraestrutura pesada (rodovias, energia e siderurgia) foram direcionados para a região de maior demanda e produção, no caso a Sudeste. Esse cenário gerou uma causação circular cumulativa: as novas indústrias se instalaram onde o ambiente industrial era melhor desenvolvido.

Com o desenvolvimento industrial há uma forte tendência migratória para a região Sudeste, de modo a impulsionar outros setores, como o comércio, transporte e serviços. Assim, com a maior concentração populacional e tecnológica do país, a região Sudeste destaca-se como o polo de concentração produtiva do Brasil.

No entanto, essa dinâmica que historicamente gerou economias de aglomeração e ganhos de produtividade criou um complexo dilema nacional: a excessiva dependência da economia brasileira em relação a uma única região gera uma vulnerabilidade estrutural. Quando o Sudeste enfrenta crises econômicas, obstáculos de infraestrutura ou choques produtivos, os impactos negativos perpassam rapidamente para o restante do país, evidenciando a fragilidade de um modelo de desenvolvimento desequilibrado.

1.2. Justificativa

Compreender esse sistema é fundamental para analisar a trajetória macroeconômica do país. Nas últimas décadas, a desaceleração econômica geral do Brasil e a estagnação da produtividade nacional estão relacionadas a essa dependência regional. A incapacidade de distribuir a eficiência econômica de forma mais homogênea pelo território tem atuado como uma âncora para o crescimento do país como um todo.

1.3. Problema e Pergunta de Pesquisa

Perante o exposto, o presente relatório busca investigar: até que ponto a concentração econômica na região Sudeste torna o crescimento brasileiro menos resiliente e limita o processo de convergência regional? A partir desse questionamento, o trabalho analisará os custos dessa dependência e os desafios para um desenvolvimento mais equilibrado.

2. Panorama e Evolução da Distribuição do PIB

2.1. A evolução do PIB (2002–2023)

Fonte indicada: IBGE, Sistema de Contas Regionais (2010–2023). Os anos entre 2010, 2015, 2020 e 2023 são interpolados linearmente no gráfico; não são observações anuais obtidas do IBGE.

Observação: o subtítulo original menciona 2002–2023, mas o código fornecido contém dados somente de 2010 a 2023.

A partir da análise do gráfico de evolução do PIB, percebe-se um crescimento econômico robusto dos anos de 2002 a 2023 entre os 10 estados de maior economia. No entanto, a posição de participação mantém-se, em quase todo o período de análise, a mesma, tendo o estado de São Paulo como destaque por seu crescimento consistente e acima dos demais. Dessa maneira, exemplifica-se a concentração produtiva e o descompasso econômico entre os estados, principalmente os da região Sudeste em relação ao das demais regiões do país.

2.2. A Fotografia Atual

Fonte indicada: IBGE, Produto Interno Bruto das Unidades da Federação (2023); desenho cartográfico: Natural Earth. A área dos estados será distorcida com o pacote cartogram.

A análise do cartograma do PIB brasileiro revela a magnitude da assimetria macroeconômica que fundamenta a organização espacial da riqueza no país. Ao redimensionar o território dos estados em proporção direta à sua participação na geração de riqueza, o gráfico explicita a concentração produtiva na região Sudeste. O destaque desta região no gráfico não apenas demonstra o seu domínio na agregação de valor econômico, mas também revela o descompasso estrutural em relação às demais regiões brasileiras, notadamente Norte e Nordeste, que aparecem drasticamente reduzidas na representação. Essa configuração evidencia a manutenção de um padrão econômico historicamente centralizador, onde o eixo Sudeste atua como o principal motor da atividade econômica, perpetuando as disparidades de desenvolvimento inter-regional.

2.3. Composição setorial do valor adicionado

Fonte indicada pelo código original: IBGE/SIDRA, tabela 1846 (Contas Nacionais Trimestrais, 1º trimestre de 2026). A seleção de categorias, valores e total precisa ser validada com a tabela oficial.

O Treemap ilustra a decomposição setorial do Produto Interno Bruto (PIB) sob a ótica do valor adicionado, segregando a economia em seus três grandes agregados: Agropecuária, Indústria e Serviços. A representação gráfica evidencia a expressiva participação do setor de serviços, que se consolida como o pilar central da matriz econômica nacional. Na sequência de participação, observa-se o peso do setor industrial, seguido pelo agropecuário, refletindo a atual configuração estrutural da produção brasileira.

3. A Estrutura da Concentração e Especialização

Nota metodológica: neste gráfico, os totais estaduais de 2023 provêm dos valores informados no arquivo. Já a abertura por setores inclui números digitados manualmente que não são reconciliados com os totais de cada estado. O detalhamento setorial precisa ser validado.

O gráfico acima tem por objetivo evidenciar a heterogeneidade regional da economia brasileira a partir da escala macroeconômica dos estados no contexto nacional e a complexidade estrutural de suas matrizes produtivas, revelando como a riqueza é gerada nos diferentes estados.

Os resultados demonstram que os estados de maior participação no PIB nacional, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, sustentam sua hegemonia sobre uma base diversificada e integrada. Nesses grandes centros econômicos, observa-se o predomínio de atividades de alto valor agregado e intensidade tecnológica, como a indústria de transformação de média a alta complexidade, além de polos de recursos estratégicos (como a extração de petróleo e gás no Rio de Janeiro e a mineração em Minas Gerais). A presença de economias de aglomeração nessas regiões contribui para impulsionar a produtividade e a escala de produção.

Em contrapartida, as unidades federativas de menor representação no agregado nacional, Acre, Amapá e Roraima, possuem uma estrutura produtiva menos diversificada. Nesses estados, o VAB (Valor Adicionado Bruto) concentra-se em atividades pouco tecnológicas e de baixa elasticidade de valor, destacando-se o peso da administração pública (serviços de saúde e educação públicas) e do comércio voltado para atender o mercado local, ao passo que o setor industrial possui ínfima participação.

Essa divergência estrutural fundamenta a causalidade por trás da baixa representatividade dessas economias no PIB nacional. A ausência de uma indústria desenvolvida e de uma infraestrutura produtiva robusta limita a capacidade de retenção e ampliação da renda interna, gerando um ciclo em que a economia local depende fortemente de transferências governamentais e do gasto público. Dessa forma, o gráfico representa a assimetria na capacidade de cada matriz produtiva de gerar e reter riqueza.

4. Dinâmica de Convergência Regional

Metodologia: crescimento médio geométrico anual do PIB per capita entre 2014 e 2023 (nove intervalos), a partir da planilha citada no código original. A planilha deve estar disponível para que o gráfico seja gerado.

## **Gráfico de convergência pendente:** coloque a planilha PIB_per_capita_Estados_2014_2023.xlsx na mesma pasta do relatório.

O gráfico acima representa uma análise da taxa de crescimento percentual do PIB per capita de todos os estados brasileiros, e tem como finalidade comprovar o conceito de convergência absoluta, do modelo de crescimento de Solow, aquele em que as economias mais pobres tendem a crescer em ritmo mais acelerado do que as economias mais ricas.

A ideia é baseada na lei de rendimentos marginais decrescente, ou seja, onde o estoque de capital é mais baixo, qualquer investimento gera um grande salto econômico, em comparação às regiões mais ricas respondem a esse mesmo investimento de maneira menos expressiva.

A partir da análise dos dados, percebe-se que a inclinação negativa da linha de tendência apresenta evidência empírica favorável à hipótese de convergência absoluta. Quanto mais à direita o estado estava no eixo X (mais rico no início), mais para baixo ele tendeu a ficar no eixo Y (menor o crescimento). Além disso, verifica-se o efeito catch-up, aquele em que os estados com menor PIB per capita inicial apresentam, em média, taxas de crescimento superiores às dos estados que já possuíam maior PIB per capita, indicando, em termos relativos, que os estados mais pobres estão reduzindo em parte a distância que os separa dos mais ricos. No entanto, a convergência não significa que os estados ficarão igualmente ricos, apenas que os estados mais pobres cresceram mais rapidamente que os ricos.

Entretanto, a existência de uma tendência de convergência não significa que todos os estados possuem o mesmo comportamento. Essas diferenças são fruto de características estruturais e históricas da cada região, entre elas:

  • Capital humano: os estados de maior escolaridade são capazes de absorver com maior facilidade as tecnologias e aumentar sua produtividade.
  • Infraestrutura e logística: unidades federativas com melhores rodovias, ferrovias, portos e acesso a mercados possuem menores custos logísticos, de modo a facilitar sua integração com a cadeia produtiva.
  • Urbanização: cidades maiores são capazes de gerar economias de aglomeração, o que, como exposto anteriormente, pode aumentar a produtividade.

5. Vulnerabilidade e Resiliência a Choques

5.1. Reações a choques específicos

Choques de commodities: agropecuária

Fonte indicada: IBGE, Sistema de Contas Regionais. Os percentuais foram digitados no código original e não trazem ano nem extração verificável; recomenda-se confrontá-los com as tabelas oficiais antes de apresentar como dados publicados.

O seguinte gráfico ilustra a vulnerabilidade regional a choques no setor primário por meio da análise da participação percentual estrita da agropecuária no Valor Adicionado Bruto (VAB) estadual. Observa-se que estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins apresentam a maior exposição e dependência do setor, tornando-se mais sensíveis a oscilações de preços internacionais. Em contrapartida, economias diversificadas, como São Paulo e o Distrito Federal, registram pequenas participações, evidenciando maior resiliência a esse tipo de choque específico.

Choques relacionados ao petróleo e à indústria extrativa

Fonte indicada: IBGE, Sistema de Contas Regionais. A variável usada é o peso da indústria extrativa como um todo, e não apenas petróleo: inclui atividades como mineração. Os números foram digitados manualmente e precisam de conferência na publicação de origem.

O gráfico mapeia a exposição a choques energéticos e de recursos minerais a partir do peso da Indústria Extrativa na economia de cada unidade federativa. O Rio de Janeiro e o Pará lideram o ranking de vulnerabilidade com uma margem expressiva, refletindo o peso estratégico da extração petrolífera e da mineração de grande porte em suas matrizes produtivas.

Choques de juros e câmbio (impacto na dívida)

As regiões com maior densidade industrial tendem a sentir os impactos da volatilidade do câmbio de maneira mais intensa, em virtude da relação direta com o investimento externo e a compra de insumos importados

São Paulo: É o maior receptor de investimentos externos do país, uma vez que possui o maior parque industrial de transformação e serviços.

Amazonas: Destaca-se pela Zona Franca de Manaus, cuja indústria de eletroeletrônicos e bens de consumo depende, em parte, de insumos importados.

Rio de Janeiro: Amazonas e Minas Gerais: O Rio de Janeiro atrai capital externo voltado para a extração de petróleo e gás natural. Em contrapartida, Minas Gerais atrai investimentos para o setor de mineração e siderurgia

De maneira geral, a dinâmica cambial exerce efeito ambíguo: enquanto a valorização do real barateia a importação de insumos, reduzindo os custos operacionais das empresas que dependem de insumos externos, a desvalorização da moeda torna os ativos nacionais mais baratos para o capital estrangeiro, estimulado a atração de investimento estranegiro.

A taxa de juros atua de forma indireta sobre a macroeconomia regional, manifestando-se principalmente na sustentabilidade fiscal das unidades federativas. Minas Gerais e Rio de Janeiro, estados com histórico de alto endividamento, são fortemente afetados por momentos de alta na Selic, pelo encarecimento de sua dívida.

Choques climáticos

Os choques climáticos afetam diretamente a estrutura produtiva primária dos estados. Aqueles dependentes do agro para se sustentar sofrem com períodos de secas prolongadas, provocando a quebra do ciclo de safras.

6. Conclusões e Implicações de Políticas Públicas

A análise desenvolvida ao longo deste relatório evidencia a marcante concentração espacial da atividade econômica no Brasil, com a Região Sudeste representando mais de 50% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Embora os principais centros econômicos dessa região exibam matrizes produtivas altamente diversificadas, eles não estão imunes a choques exógenos. Um exemplo claro é a forte suscetibilidade do Rio de Janeiro a oscilações nos preços internacionais do petróleo, o que transmite vulnerabilidades para a conjuntura macroeconômica nacional.

Nesse cenário, as iniciativas governamentais voltadas à desconcentração espacial e ao estímulo produtivo regional, a exemplo do modelo da Zona Franca de Manaus, têm apresentado efeitos lentos e graduais. Esse ritmo contido reflete as profundas lacunas estruturais do país, como deficiências em infraestrutura logística, capital humano e desequilíbrios na distribuição de renda.

Por outro lado, é válido reconhecer que a concentração industrial histórica gerou externalidades positivas relevantes. Ela permitiu a consolidação de economias de aglomeração capazes de impulsionar infraestrutura avançada, capacidade tecnológica e credibilidade perante investidores estrangeiros, gerando ganhos líquidos de eficiência para a economia como um todo.

Por fim, o desafio da assimetria regional sintetiza um trade-off de política econômica:

  • Estratégia de Eficiência: Concentrar os investimentos nos polos produtivos consolidados (Sul e Sudeste) maximiza o retorno e a competitividade no curto prazo, mas aprofunda a dependência e as disparidades regionais.
  • Estratégia de Equidade: Direcionar investimentos para o desenvolvimento de regiões periféricas (como o Norte e o Nordeste) para mitigar as desigualdades territoriais, mas impõe um elevado custo de oportunidade devido a falta de infraestrutura e as economias de aglomeração iniciais.

Outro ponto importante de se destacar é a comparação de outros países com o Brasil, como uma demonstração de modelos que podem ser aplicados para aprimorar a estrutura produtiva brasileira, a exemplo da Coreia do Sul. O país asiatico encontrava-se devastado no contexto pós guerra da coreia, em 1953, tornando-se mais pobre que muitos países latino-americanos. No entanto, o governo investe no desenvolvimento do capital humano e tecnológico, de modo a impulsionar a economia. É claro que não se pode comparar o contexto sul coreano com o brasileiro, tanto que no período de desenvolvimento do país asiatico o governo vigente era considerado autoritário, sendo controverso o papel exercido pelo estado sobre as empresas e a população. Mas fica como um exemplo da importância e dos efeitos do investimento no capital humano, oportunidade abundante no brasil pela magnitude da diversidade e volume da população

7. Referências

7.1. Fontes estatísticas, demográficas e cartográficas

BANCO CENTRAL DO BRASIL (BCB). Sistema Gerenciador de Séries Temporais (SGS). Disponível em: https://www3.bcb.gov.br/sgspub/. Acesso em: 19 out. 2026. Fonte complementar: nenhum dos códigos recebidos realiza consulta direta ao SGS.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Sistema de Contas Regionais do Brasil. Informações de Produto Interno Bruto por Unidade da Federação. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/estatisticas/economicas/contas-nacionais/9054-contas-regionais-do-brasil.html. Acesso em: 19 out. 2026.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Produto Interno Bruto — PIB. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/explica/pib.php. Acesso em: 19 out. 2026.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA): tabela 1846 — Contas Nacionais Trimestrais. Disponível em: https://sidra.ibge.gov.br/tabela/1846. Acesso em: 19 out. 2026. A seleção de variáveis e os valores digitados manualmente no treemap ainda precisam ser conferidos.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Sistema de Contas Nacionais Trimestrais. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/estatisticas/economicas/contas-nacionais/9300-contas-nacionais-trimestrais.html. Acesso em: 19 out. 2026.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Projeções da população: Brasil e Unidades da Federação — revisão 2024. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9109-projecao-da-populacao.html. Acesso em: 19 out. 2026. Referência metodológica para indicadores populacionais e cálculos de PIB per capita; não foi identificada a origem dos dados de população utilizados na planilha de convergência.

NATURAL EARTH. Administrative subdivisions (states/provinces). Base cartográfica utilizada para desenhar o cartograma. Disponível em: https://www.naturalearthdata.com/. Acesso em: 19 out. 2026.

7.2. Estudos e textos sobre crescimento e desigualdades regionais

CNN BRASIL. PIB per capita: Brasil cresce menos e amplia distância de países. CNN Brasil, 30 maio 2026. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/money/macroeconomia/pib-per-capita-brasil-cresce-menos-e-amplia-distancia-de-paises/. Acesso em: 19 out. 2026.

GRIN, Eduardo José; SANTOS, Fernando Burgos Pimentel dos; FERNANDES, Gustavo Andrey de Almeida Lopes; BRESCIANI, Luís Paulo. O mapa regional das múltiplas desigualdades e do desenvolvimento humano no Brasil. In: Direitos humanos e desigualdade no Brasil. Cadernos Adenauer, v. XXII, n. 2, p. 99–122, 2021. Disponível em: https://eaesp.fgv.br/sites/default/files/legacy/pesquisa-eaesp-files/arquivos/b1_-_d521976c-0e1d-2ab6-d285-cacde252c490.pdf. Acesso em: 19 out. 2026.

MIRO, Vitor Hugo; FRANÇA, João Mário Santos de; BARRETO, Flávio Ataliba. Renda cresce e pobreza cai, mas Brasil segue marcado por desigualdades regionais. Blog do IBRE (FGV IBRE), 15 jun. 2026. Disponível em: https://blogdoibre.fgv.br/posts/renda-cresce-e-pobreza-cai-mas-brasil-segue-marcado-por-desigualdades-regionais. Acesso em: 19 out. 2026.

FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS (FGV). Registro de publicação no Repositório Institucional FGV. Disponível em: https://repositorio.fgv.br/entities/publication/8dc8c75b-1f76-4852-827a-5b3e2bf06751/full. Acesso tentado em: 19 out. 2026. Título, autoria e ano pendentes de confirmação.

Observação bibliográfica: as fontes desta seção foram incluídas como referências do relatório, mas sua inclusão não implica que os números dos gráficos tenham sido conferidos ou extraídos automaticamente dessas publicações. As referências específicas às teorias de Alfred Marshall e de Solow ainda podem ser completadas com as obras utilizadas no trabalho.