Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.
Para isso eu preciso criar um “chunk”
símbolo “+C” veredimho
# Meu primeiro vetor
Idades=c(18,18,17,18,17,18,19,17,18,18)
# Meu primeiro gráfico
plot(Idades)
#gráfico de barras
barplot(Idades)
tabidades = table(Idades)
barplot(tabidades,
col = c("red", "blue","green"),
main = ("Idades dos alunos da 3002"),
xlab = ("Idades"),
ylab = ("freq. Absoluta"),
ylim = c(0,12))