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Meu primeiro relatório

Meu primeiro relatório

Meu primeiro relatório

Meu primeiro relatório

Eu posso escrever textos

Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.

Tempo de absoluta depuração.

Tempo em que não se diz mais: meu amor.

Porque o amor resultou inútil.

E os olhos não choram.

E as mãos tecem apenas o rude trabalho.

E o coração está seco.

Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.

Ficaste sozinho, a luz apagou-se,

mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.

És todo certeza, já não sabes sofrer.

E nada esperas de teus amigos.

Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?

Teus ombros suportam o mundo

e ele não pesa mais que a mão de uma criança.

As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios

provam apenas que a vida prossegue

e nem todos se libertaram ainda.

Alguns, achando bárbaro o espetáculo

prefeririam (os delicados) morrer.

Chegou um tempo em que não adianta morrer.

Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.

A vida apenas, sem mistificação.

Eu posso colocar códigos em R

Para isso eu preciso criar um “chunk”

símbolo “+C” veredimho

# Meu primeiro vetor
Idades=c(18,18,17,18,17,18,19,17,18,18)

# Meu primeiro gráfico
plot(Idades)

#gráfico de barras
barplot(Idades)

tabidades = table(Idades)
barplot(tabidades,
        col = c("red", "blue","green"),
        main = ("Idades dos alunos da 3002"),
        xlab = ("Idades"),
        ylab = ("freq. Absoluta"),
        ylim = c(0,12))

Eu posso colocar imagens