Resultados organizados por blocos — do perfil socioeconômico às avaliações de espaços, mobilidade, inclusão e segurança.
Bloco 1 · Socioeconômico
Eixo 2 · Acesso · Espaços · Mobilidade interna · Inclusão & etarismo · Avaliação geral
Várias questões usam notas de 1 a 5.
Aqui interpretadas como 1 = menos adequado e 5 = mais adequado.
Dados pessoais de entrevistadores e respondentes foram omitidos. Em questões de múltipla escolha, os percentuais têm como base o total de menções.
Quem é o estudante por trás das respostas — idade, identidade, formação, rotina e renda.
74% se declaram pretos ou pardos.
Descompasso claro: maioria vulnerável economicamente, mas só 1 em cada 5 acessa assistência estudantil.
56% têm entre 16 e 29 anos e 70% estudam à noite — um público que provavelmente concilia trabalho e estudo.
74% se autodeclaram pretos ou pardos; gênero equilibrado, com 11% de pessoas não binárias.
63% têm superior incompleto: o campus avaliado é, sobretudo, o ambiente de quem ainda está cursando.
59% vivem com até 2 salários mínimos, mas apenas 19% recebem auxílio — uma lacuna de assistência.
Como os estudantes chegam, usam, avaliam e se sentem dentro do campus — e onde a universidade precisa melhorar.
Perfil sustentável, porém vulnerável à qualidade do transporte público da região.
55% raramente ou nunca ficam após as aulas.
Iluminação e segurança concentram-se na nota mínima; conservação e oferta de espaços ficam "no meio da escala" — nada que entusiasme.
Serviço subutilizado e mal avaliado: a acessibilidade interna concentra-se nas notas mais baixas, sinalizando barreiras de deslocamento no campus.
74% consideram a infraestrutura pouco adequada à diversidade etária e de condições físicas — inclusão é também uma questão de espaço físico.
41% consideram inadequada; só 19%, adequada.
As três prioridades — segurança, iluminação e conservação — coincidem com os piores indicadores da pesquisa.
Público jovem, do noturno, negro e economicamente vulnerável — que concilia estudo e trabalho.
As maiores dores: ~45% dão nota mínima à iluminação e à sensação de segurança — e são as prioridades nº 1 e nº 2.
67% mal usam o ônibus interno e 63% avaliam mal a acessibilidade — barreiras de deslocamento dentro do campus.
52% vivenciaram discriminação por idade e 74% acham a infra inadequada à diversidade etária.
Vulnerabilidade alta (59% até 2 SM) convive com baixa cobertura de auxílio (19%) — espaço para ampliar apoio.
A UFPA-Belém é vista como um campus funcional, porém inseguro, pouco acessível e em descompasso com seu público mais vulnerável.
Pesquisa de percepção estudantil · Infraestrutura, Mobilidade e Bem-Estar · UFPA — Campus Belém · n = 27.