Contexto e objetivos

Este relatório foi estruturado para permitir a leitura territorial de duas frentes:

  1. Jornada Município, com acompanhamento dos estágios de implementação.
  2. Análise Expansão Programas, com recorte adicional para apoio à estratégia de expansão territorial.

Visualizações

Implementação Trampolim

Contexto e estágios

Esta visualização foi desenvolvida para monitorar a jornada dos municípios para acompanhar de forma clara o avanço em cada um dos estágios pactuados para implementação do Trampolim.

O objetivo central é apoiar a gestão na transição dos municípios ao longo da jornada, estimulando a mobilização territorial e o engajamento progressivo das administrações locais. Mais do que registrar adesões formais, busca-se fortalecer o movimento rumo à consolidação da política no território.

Embora não haja obrigatoriedade de implementação de atendentes, entendemos que a presença de um agente de referência no município é o cenário ideal, pois assegura orientação adequada sobre o uso do Trampolim e potencializa seus resultados junto à população.

Os estágios da jornada são:

  • Estágio 1 (25%) — Ofício Adesão
  • Estágio 2 (50%) — Ofício de Representante
  • Estágio 3 (75%) — Indicação de Atendentes
  • Estágio 4 (100%) — Atendentes Formados

A leitura territorial será apresentada em mapa geral e em recortes por Região Operacional.

Mapa geral

Indicadores

Sem adesão
35
5,4% do total
Estágio 1 (25%)
398
61,7% do total
Estágio 2 (50%)
49
7,6% do total
Estágio 3 (75%)
26
4,0% do total
Estágio 4 (100%)
137
21,2% do total

Recortes por RO

Tabela geral

Programas SIPE

Contexto e categorias

A classificação organiza os municípios conforme o nível de presença institucional das políticas de inlusão produtiva e empregabilidade, considerando três elementos: PAT ativo, atendentes Trampolim formados e interlocutor do Qualifica SP. A combinação desses fatores indica o grau de estrutura da rede e orienta a estratégia de atuação.

  • Gestão de Relacionamento: município possui PAT ativo, atendentes Trampolim formados e interlocutor do Qualifica. A rede está completa e integrada, sendo o foco fortalecer a parceria e aprimorar resultados.

  • Sem Qualifica: há PAT ativo e atendentes Trampolim formados, mas não há interlocutor do Qualifica. A estratégia é apresentar a integração do sistema e estimular a adesão à política de qualificação.

  • Sem Trampolim: há PAT ativo e interlocutor do Qualifica, mas não há atendentes Trampolim formados. A prioridade é ampliar a formação de atendentes.

  • Sem PAT: existem atendentes Trampolim formados e interlocutor do Qualifica, mas não há PAT ativo. A estratégia é estruturar o PAT como eixo da política de emprego, se viável.

  • Sem Qualifica e sem Trampolim: existe PAT ativo, porém sem interlocutor do Qualifica e sem atendentes Trampolim formados. É necessário integrar a qualificação e ampliar a formação de atendentes.

  • Sem Qualifica e sem PAT: há atendentes Trampolim formados, mas não há PAT ativo nem interlocutor Qualifica. A estratégia é estruturar institucionalmente a rede.

  • Sem Trampolim e sem PAT: há interlocutor Qualifica, mas não existem atendentes Trampolim formados nem PAT ativo. É necessário fortalecer a estrutura de atendimento e intermediação.

  • Sem estrutura operacional: município não possui PAT ativo, atendentes Trampolim formados nem interlocutor do Qualifica. Trata-se de um território que necessita de maior articulação da política, demandando estratégia inicial de implementação.

Mapa geral

Indicadores

SEM ESTRUTURA OPERACIONAL
287
44,5% do total
SEM QUALIFICA E SEM TRAMPOLIM
83
12,9% do total
SEM TRAMPOLIM E SEM PAT
77
11,9% do total
SEM TRAMPOLIM
60
9,3% do total
GESTÃO DE RELACIONAMENTO
45
7,0% do total
SEM PAT
44
6,8% do total
SEM QUALIFICA E SEM PAT
35
5,4% do total
SEM QUALIFICA
14
2,2% do total

Tabela expansão

Resumo por RO

Estratégias de Articulação

Esta seção apresenta diretrizes operacionais para atuação territorial junto aos municípios, considerando a combinação de instrumentos da Política de Inclusão Produtiva e Empregabilidade (PIPE).

A classificação considera a presença ou ausência dos seguintes elementos:

  • PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador)
  • Atendente Trampolim formado
  • Interlocutor de Qualificação Profissional
  • Adesão à Política de Inclusão Produtiva

Essa tipologia orienta estratégias de articulação diferenciadas para ampliar o alcance e a efetividade das políticas públicas.


1. Municípios com integração completa

PAT + Atendente Trampolim + Qualificação

Nestes municípios, o foco deve ser consolidar e ampliar os resultados da política, fortalecendo o relacionamento institucional e o uso das ferramentas.

Diretrizes de atuação

  • Apoiar o município no atendimento aos cidadãos.
  • Disponibilizar suporte para dúvidas ou problemas operacionais no sistema.
  • Realizar capacitações periódicas sobre atualizações dos programas.
  • Fortalecer a articulação institucional para implementação local da política.
  • Estimular parcerias com setor produtivo e organizações da sociedade civil.
  • Apoiar a divulgação da plataforma e dos serviços disponíveis.
  • Incentivar a realização de feirões de empregabilidade.
  • Estimular a ampliação da qualificação profissional local. :contentReferenceoaicite:1

2. Municípios com PAT, mas sem integração completa

Apenas PAT

Nestes casos, a estratégia deve priorizar a integração do município à política de inclusão produtiva.

Ações prioritárias

  • Apresentar os benefícios da Plataforma Trampolim como ferramenta digital integradora.
  • Destacar a geração de dados e evidências para gestão pública.
  • Incentivar a adesão do município à política para acesso a cursos de qualificação profissional.
  • Integrar a plataforma a outros programas estaduais.
  • Apoiar a realização de feirões de empregabilidade. :contentReferenceoaicite:2

3. Municípios com PAT e Atendente Trampolim

Foco: expansão da qualificação profissional

A prioridade nesses municípios é ampliar o acesso à qualificação profissional.

Estratégias de atuação

  • Incentivar a solicitação de cursos de qualificação profissional.
  • Demonstrar que a qualificação melhora o acesso às oportunidades de trabalho.
  • Informar que os cursos são financiados pelo Governo do Estado.
  • Estimular cursos voltados ao empreendedorismo e geração de renda.
  • Alinhar a oferta de cursos às demandas dos setores produtivos locais.

4. Municípios com qualificação profissional

Sem integração com políticas de emprego

Nestes municípios, a prioridade é integrar qualificação e empregabilidade.

Ações recomendadas

  • Demonstrar a integração entre cursos de qualificação e a Plataforma Trampolim.
  • Alinhar os cursos às demandas de mão de obra local.
  • Estimular o pré-encaminhamento dos participantes às vagas de trabalho.
  • Incentivar feirões de emprego com participação dos formandos.

5. Municípios com apenas Atendente Trampolim

Quando não há PAT nem oferta estruturada de qualificação, a estratégia deve focar em conectar a população às oportunidades existentes.

Diretrizes

  • Demonstrar os benefícios da qualificação profissional para inserção produtiva.
  • Informar que os cursos são financiados pelo Governo do Estado.
  • Apresentar o Trampolim como ferramenta digital de conexão com oportunidades de trabalho e qualificação.

6. Municípios com adesão formal, mas sem implementação

Nesses casos, é necessário ativar a governança local da política.

Medidas prioritárias

  • Indicação de representante municipal e atendentes.
  • Garantir que o município acompanhe indicadores da plataforma.
  • Informar que apenas representantes indicados podem solicitar cursos.
  • Realizar interlocução institucional por meio dos diretores regionais.
  • Estimular articulação com o setor produtivo local.

7. Municípios sem nenhum programa

Esses municípios representam prioridade estratégica de expansão da política.

Estratégias de abordagem

  • Apresentar os programas e instrumentos da política de inclusão produtiva.
  • Sensibilizar lideranças municipais sobre os benefícios institucionais.
  • Demonstrar os resultados obtidos em municípios participantes.
  • Explicar que os cursos de qualificação são financiados pelo Estado.
  • Evidenciar os indicadores e resultados gerados pela política.

Integração dos instrumentos da política

A Política de Inclusão Produtiva e Empregabilidade é composta por diferentes instrumentos que devem atuar de forma integrada:

  • Plataforma Trampolim
  • PAT
  • Qualificação Profissional
  • Fórum de Qualificação
  • Pacto pela Inclusão Produtiva

A adesão à política permite que os municípios tenham acesso a esses instrumentos de forma articulada. :contentReferenceoaicite:8

Também se recomenda:

  • Unificação da indi cação de interlocutores municipais.
  • Utilização do mesmo representante para Trampolim e qualificação profissional.
  • Garantia de segurança jurídica por meio da integração normativa com os PATs.


Relatório elaborado no software R (R version 4.5.2 (2025-10-31 ucrt)), utilizando R Markdown.