Visão geral

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Este dashboard apresenta de forma centralizada uma série de dados macroeconômicos brasileiros nas últimas décadas. São apresentadas informações referentes ao balanço de pagamentos, termos de troca, reservas internacionais, preços e índices de commodities, estatísticas fiscais, inflação, mercado de trabalho, estatísticas monetárias, produção e taxa de câmbio através de dados com frequências diárias, mensais, trimestrais e anuais coletados junto a órgãos como Banco Central do Brasil (BCB), Federal Reserve (FED), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).



Autor: Daniel Consul de Antoni
Historiador (UFRGS)
Mestre e Doutor em Economia (UFF)
Economista (IBGE)

Contato:



Última atualização: 16/01/2026

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1) Transações correntes

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O balanço de pagamentos (BP) é uma peça contábil que resume as transações econômicas entre residentes no país e não residentes em um determinado período de tempo. O BP brasileiro é compilado fundamentalmente a partir dos registros individuais das transações (microdados), permitindo ao Banco Central do Brasil o acompanhamento tempestivo dos fluxos da economia brasileira com o exterior.


A rubrica de transações correntes (TC) agrega os seguintes itens: balança comercial (bens), balança de serviços, renda primária e renda secundária, e registra todas as transações entre os residentes no Brasil e os residentes no exterior, independentemente da moeda utilizada, realizadas por intermédio do sistema bancário ou de agentes credenciados pelo Banco Central do Brasil.


Os dados como % do PIB referem-se ao acumulado em 12 meses.


Fonte: Códigos 22702 (receita), 22703 (despesa), 22701 (saldo TC) e 4385 (PIB em dólares) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=500}

Receitas (1)

Despesas (2)

Saldo TC (3) (1-2)

Saldo em 12 meses

% do PIB

Column {data-width=300}

Quadro-síntese

1.1) Balança comercial (bens)

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A balança Comercial (bens) (BC) contabiliza as transações de itens que são resultados de atividades produtivas, tangíveis, e sobre os quais direitos de propriedade podem ser estabelecidos e transferidos através de transações. A BC é dividida em exportações e importações. As exportações registram a venda de bens de residentes a não residentes, enquanto as importações registram a compra de bens por residentes de não residentes. A rubrica é fundada nas estatísticas de comércio exterior compiladas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), com base nos registros alfandegários do Siscomex, que são ajustadas pelo Banco Central com o intuito de ampliação da cobertura. Por conta disso, às importações publicadas pelo MDIC são incorporadas as compras de energia elétrica sem registro no Siscomex. Adicionalmente, exportações e importações são ajustadas pela inclusão das operações fictas, nas quais o produto é transacionado com um não residente, mas não atravessa a fronteira do país em que se encontra; e, por fim, a balança comercial do balanço de pagamentos incorpora encomendas postais internacionais.


Os dados como % do PIB referem-se ao acumulado em 12 meses.


Fonte: Códigos 22708 (exportações), 22709 (importações), 22707 (saldo BC) e 4385 (PIB em dólares) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=350}

Exportações (1)

Importações (2)

Saldo BC (3) (1-2)

Saldo BC em 12 meses

% do PIB

Column {data-width=350}

Quadro-síntese

1.1.1) Exportações

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As exportações são os valores das vendas para o exterior e outras remessas de bens de propriedade de residentes no país, registrado na Balança Comercial do Balanço de Pagamentos. O valor free on board (FOB) representa o preço em dólares no embarque, sendo o importador responsável pelo frete, seguro e custos posteriores. Neste caso, considera-se a exportação referente ao volume total do país.


Índices de preço e de quantum: média 2018 = 100.


Valores em bilhões de US$.


Os dados como % do PIB referem-se ao acumulado em 12 meses.


Fonte: Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX) via Ipeadata e códigos 22711 (exportações) e 4385 (PIB em dólares) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

Exportações

Acumulado em 12 meses

Índíce de preços

Índice de quantum

% do PIB

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

1.1.1.1) Bens de capital

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O setor de exportação de bens de capital (BK) é utilizado para a produção de outros bens e inclui, por exemplo, máquinas e ferramentas, tratores e material de transporte.

O índice de preços e o índice de quantum (médias 2018 = 100) captam o efeito das variações das quantidades físicas exportadas sobre a evolução do valor de exportação. São obtidos, implicitamente, por meio do deflacionamento dos valores exportados pelas variações dos índices de preço de exportação.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX) via Ipeadata

Column {data-width=400}

Bens de capital

Índice de quantum

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

1.1.1.2) Bens intermediários

Column {.sidebar}

O setor de exportação de bens intermediários (BI) é utilizado como insumo para a produção de outros bens e incluem, entre outros itens, partes e peças para veículos, componentes eletro-eletrônicos, minérios e produtos siderúrgicos básicos, elementos e compostos químicos e soja em grão.

O índice de preços e o índice de quantum (médias 2018 = 100) captam o efeito das variações das quantidades físicas exportadas sobre a evolução do valor de exportação. São obtidos, implicitamente, por meio do deflacionamento dos valores exportados pelas variações dos índices de preço de exportação.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX) via Ipeadata

Column {data-width=400}

Bens intermediários

Índice de quantum

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

1.1.1.3) Bens de consumo

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A exportação de bens de consumo refere-se a bens duráveis e não duráveis destinados ao uso de consumidores finais.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) via Ipeadata

Column {data-width=600}

Bens de consumo

Column {data-width=200}

Quadro-síntese

1.1.1.3.1) Bens de consumo duráveis

Column {.sidebar}

O setor de exportação de bens de consumo duráveis compreende bens que possuem uma vida útil esperada de 1 a 3 anos ou mais e com valores relativamente elevados, tais como refrigeradores, máquinas de lavar, automóveis de passeio, motocicletas, aparelhos eletrodomésticos e aparelhos celulares.

Os índices de preços e de quantum (médias 2018 = 100) captam o efeito das variações das quantidades físicas exportadas sobre a evolução do valor de exportação. São obtidos, implicitamente, por meio do deflacionamento dos valores exportados pelas variações dos índices de preço de exportação.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX) via Ipeadata

Column {data-width=400}

Bens de consumo duráveis

Índice de preços

Índice de quantum

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

1.1.1.3.2) Bens de consumo não duráveis

Column {.sidebar}

O setor de exportação de bens de consumo não duráveis é compreendido por bens que possuem uma vida útil inferior a um ano e inclui produtos de alimentação e bebidas em geral, os artigos de vestuário e os brinquedos, entre outros.

O índice de quantum (média 2018 = 100) capta o efeito das variações das quantidades físicas exportadas sobre a evolução do valor de exportação. É obtido, implicitamente, por meio do deflacionamento dos valores exportados pelas variações dos índices de preço de exportação.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX) via Ipeadata

Column {data-width=400}

Bens de consumo não duráveis

Índice de quantum

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

1.1.1.4) Combustíveis

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Estão agregados, entre outros, na grande categoria econômica combustíveis os óleos brutos de petróleo, a gasolina e o álcool carburante e também os combustíveis e lubrificantes utilizados em aeronaves e embarcações de trânsito internacional, ou seja, aqueles considerados como consumo de bordo.

O índice de preços e o índice de quantum (médias 2018 = 100) captam o efeito das variações das quantidades físicas importadas sobre a evolução do valor de importação. São obtidos, implicitamente, por meio do deflacionamento dos valores importados pelas variações dos índices de preço de importação.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX) via Ipeadata

Column {data-width=400}

Combustíveis

Índice de preços

Índice de quantum

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

1.1.2) Importações

Column {.sidebar}

As importações correspondem às compras de mercadorias por residentes no país, registradas na Balança Comercial. O valor free on board (FOB) representa o preço em dólares no embarque, sendo o importador responsável pelo frete, seguro e custos posteriores. Neste caso, considera-se a importação referente ao volume total do país.


Valores em bilhões de US$.


Os dados como % do PIB referem-se ao acumulado em 12 meses.


Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX) via Ipeadata e códigos 22712 (importações) e 4385 (PIB em dólares) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

Importações

Acumulado em 12 meses

Índíce de preços

Índice de quantum

% do PIB

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

1.1.2.1) Bens de capital

Column {.sidebar}

O setor de importação de bens de capital (BK) é utilizado para a produção de outros bens e inclui, por exemplo, máquinas e ferramentas, tratores e material de transporte.

O índice de preços e o índice de quantum (médias 2018 = 100) captam o efeito das variações das quantidades físicas importadas sobre a evolução do valor de importação. São obtidos, implicitamente, por meio do deflacionamento dos valores importados pelas variações dos índices de preço de importação.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX) via Ipeadata

Column {data-width=400}

Bens de capital

Índice de preços

Índice de quantum

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

1.1.2.2) Bens intermediários

Column {.sidebar}

O setor de importação de bens intermediários (BI) é utilizado como insumo para a produção de outros bens e incluem, entre outros itens, partes e peças para veículos, componentes eletro-eletrônicos, minérios e produtos siderúrgicos básicos, elementos e compostos químicos e soja em grão.

O índice de preços e o índice de quantum (médias 2018 = 100) captam o efeito das variações das quantidades físicas importadas sobre a evolução do valor de importação. São obtidos, implicitamente, por meio do deflacionamento dos valores importados pelas variações dos índices de preço de importação.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX) via Ipeadata

Column {data-width=400}

Bens intermediários

Índice de preços

Índice de quantum

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

1.1.2.3) Bens de consumo

Column {.sidebar}

A importação de bens de consumo refere-se a bens duráveis e não duráveis destinados ao uso de consumidores finais.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) via Ipeadata

Column {data-width=600}

Bens de consumo

Column {data-width=200}

Quadro-síntese

1.1.2.3.1) Bens de consumo duráveis

Column {.sidebar}

O setor de importação de bens de consumo duráveis compreende bens que possuem uma vida útil esperada de 1 a 3 anos ou mais e com valores relativamente elevados, tais como refrigeradores, máquinas de lavar, automóveis de passeio, motocicletas, aparelhos eletrodomésticos e aparelhos celulares.

O índice de quantum (média 2018 = 100) capta o efeito das variações das quantidades físicas importadas sobre a evolução do valor de importação. É obtido, implicitamente, por meio do deflacionamento dos valores importados pelas variações dos índices de preço de importação.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX) via Ipeadata

Column {data-width=400}

Bens de consumo duráveis

Índice de quantum

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

1.1.2.3.2) Bens de consumo não duráveis

Column {.sidebar}

O setor de bens de consumo não duráveis compreende bens que possuem uma vida útil inferior a um ano e incluem produtos de alimentação e bebidas em geral, os artigos de vestuário e os brinquedos, entre outros.

O índice de quantum (média 2018 = 100) capta o efeito das variações das quantidades físicas importadas sobre a evolução do valor de importação. É obtido, implicitamente, por meio do deflacionamento dos valores importados pelas variações dos índices de preço de importação.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX) via Ipeadata

Column {data-width=400}

Bens de consumo não duráveis

Índice de quantum

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

1.1.2.4) Combustíveis

Column {.sidebar}

Estão agregados, entre outros, na grande categoria econômica combustíveis os óleos brutos de petróleo, a gasolina e o álcool carburante e também os combustíveis e lubrificantes utilizados em aeronaves e embarcações de trânsito internacional, ou seja, aqueles considerados como consumo de bordo.

O índice de preços e o índice de quantum (médias 2018 = 100) captam o efeito das variações das quantidades físicas importadas sobre a evolução do valor de importação. São obtidos, implicitamente, por meio do deflacionamento dos valores importados pelas variações dos índices de preço de importação.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX) via Ipeadata

Column {data-width=400}

Combustíveis

Índice de preços

Índice de quantum

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

1.2) Balança de serviços

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A balança de serviços (BS) é composta por serviços relativos a transportes, viagens internacionais, seguros, financeiros, construção, computação e informações, royalties e licenças, aluguel de equipamentos, serviços pessoais, culturais e de entretenimento e serviços governamentais.


Valores em bilhões de US$.


Os dados como % do PIB referem-se ao acumulado em 12 meses.


Fonte: Códigos 22720 (receitas), 22721 (despesas), 22719 (saldo BS) e 4385 (PIB em dólares) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

Receitas (1)

Despesas (2)

Saldo BS (3) (1-2)

Saldo em 12 meses

% do PIB

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

1.3) Renda primária

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A renda primária (RP) indica os montantes a pagar ou a receber em troca do uso temporário de recursos financeiros, trabalho ou ativos não financeiros não produzidos, a saber, remuneração de trabalhadores, renda de investimentos e demais rendas primárias. Fazem parte da primeira a remuneração do trabalho assalariado (salários e ordenados); da segunda, renda de investimento direto, renda de investimento em carteira, renda de outros investimentos e renda de ativos de reserva; e da terceira, tributos sobre a produção e importação, subsídios e aluguéis.


Valores em bilhões de US$.


Os dados como % do PIB referem-se ao acumulado em 12 meses.


Fonte: Códigos 22801 (receitas), 22802 (despesas), 22800 (saldo RP) e 4385 (PIB em dólares) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

Receitas (1)

Despesas (2)

Saldo RP (3) (1-2)

Saldo RP em 12 meses

% do PIB

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

1.4) Renda secundária

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A renda secundária (RS), antes denominada “transferências unilaterais correntes”, tem sua nomenclatura ajustada às contas nacionais, e apresenta a renda gerada em uma economia e distribuída para outra. Setoriza as transferências em dois componentes: governo e demais setores. No primeiro caso, estão registrados os tributos correntes sobre a renda, contribuições e benefícios sociais, cooperação internacional corrente e demais transferências correntes do governo; já no segundo, estão as transferências pessoais (transferências correntes entre famílias residentes e não residentes) e outras transferências correntes.


Valores em bilhões de US$.


Os dados como % do PIB referem-se ao acumulado em 12 meses.


Fonte: Códigos 22839 (receitas), 22840 (despesas), 22838 (saldo RS) e 4385 (PIB em dólares) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

Receitas (1)

Despesas (2)

Saldo RS (3) (1-2)

Saldo RS em 12 meses

% do PIB

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

2) Conta capital

Column {.sidebar}

A conta capital (CC) registra as transações envolvendo compra e venda de ativos não financeiros não produzidos, e transferências de capital. As transferências de capital relacionadas com patrimônio de migrantes não mais impactam essa conta.


Valores em bilhões de US$.


Os dados como % do PIB referem-se ao acumulado em 12 meses.


Fonte: Códigos 22852 (receitas), 22853 (despesas), 22851 (saldo CC) e 4385 (PIB em dólares) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

Receitas (1)

Despesas (2)

Saldo CC (3) (1-2)

Saldo CC em 12 meses

% do PIB

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

2.1) Ativos não financeiros não produzidos

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A conta capital (ativos não financeiros não produzidos) inclui ativos intangíveis não produzidos e terrenos e outros ativos materiais não produzidos que podem ser usados na produção de bens e serviços.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Códigos 22855 (receitas), 22856 (despesas) e 22854 (saldo CC (ativos não financeiros não produzidos)) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

Receitas (1)

Despesas (2)

Saldo CC (ativos não financeiros não produzidos) (3) (1-2)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

2.1.1) Passes de atletas

Column {.sidebar}

A conta capital (ativos não financeiros não produzidos - passes de atletas) registra as transações de compra e venda de passes de atletas profissionais realizadas entre residentes e não-residentes.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Códigos 22858 (receitas), 22859 (despesas) e 22857 (saldo CC (ativos não financeiros não produzidos - passes de atletas)) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

Receitas (1)

Despesas (2)

Saldo CC (ativos não financeiros não produzidos - passes de atletas) (3) (1-2)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

3) Conta financeira

Column {.sidebar}

A conta financeira (CF) registra fluxos decorrentes de transações com ativos e passivos financeiros entre residentes e não residentes, sendo dividida em cinco grupos funcionais: investimento direto, investimentos em carteira, derivativos financeiros (exclusive reservas) e opções de compra de ações por parte de empregados, outros investimentos e ativos de reserva. Cada conta é desdobrada em ativos e passivos, ou seja, há um item destinado a registrar fluxos envolvendo ativos externos detidos por residentes no Brasil e outro para registrar a emissão de passivos por residentes cujo credor é não residente.


Valores em bilhões de US$.


Valores negativos indicam entrada líquida de recursos no país.


Os dados como % do PIB referem-se ao acumulado em 12 meses.


Fonte: Códigos 22863 (conta financeira) e 4385 (PIB em dólares) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

Saldo CF

Saldo CF em 12 meses

% do PIB

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

3.1) Investimento direto

Column {.sidebar}

Investimento direto no exterior (IDE) registra os fluxos financeiros de ativos externos detidos por residentes brasileiros, nos quais os agentes institucionais possuem uma relação de controle ou forte poder de influência entre si. Divide-se em dois instrumentos principais: participação no capital e operações intercompanhia.

Investimento direto no país (IDP) registra os fluxos financeiros de passivos emitidos por residentes brasileiros para credores não residentes, nos quais os agentes institucionais possuem uma relação de controle ou forte poder de influência entre si. Divide-se em dois instrumentos principais: participação no capital e operações intercompanhia.

Investimento direto (ID) representa o fluxo líquido entre os investimentos diretos no exterior (ativos) e os investimentos diretos no país (passivos).


Valores negativos indicam entrada líquida de recursos no país.
Valores em bilhões de US$.
Os dados como % do PIB referem-se ao acumulado em 12 meses.


Fonte: Códigos 22865 (IDE), 22885 (IDP), 22864 (saldo ID) e 4385 (PIB em dólares) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=350}

IDE (1)

IDE em 12 meses

IDE % do PIB

IDP (2)

IDP em 12 meses

IDP % do PIB

Saldo ID (3) (1-2)

ID em 12 meses

ID % do PIB

Column {data-width=350}

Quadro-síntese

3.2) Investimento em carteira

Column {.sidebar}

Investimento em carteira (IC) é dividido em ativos e passivos. Investimento em carteira ativos são definidos como transações e posições realizadas através de títulos de dívida ou de capital, distintos dos incluídos em investimento direto ou ativos de reserva. São registrados fluxos constituídos pela emissão de títulos de crédito comumente negociados em mercados secundários. Divide-se em dois instrumentos principais: ações e cotas em fundos, e título de renda fixa. Investimento em carteira passivos são definidos como transações e posições realizadas através de títulos de dívida ou de capital, distintos dos incluídos em investimento direto. São registrados fluxos constituídos pela emissão de títulos de crédito comumente negociados em mercados secundários. Divide-se em dois instrumentos principais: ações e cotas em fundos e título de renda fixa.


Valores negativos indicam entrada líquida de recursos no país.


Valores em bilhões de US$.


Os dados como % do PIB referem-se ao acumulado em 12 meses.


Fonte: Código 22905 do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

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IC mensal

IC em 12 meses

% do PIB

Column {data-width=300}

Quadro-síntese

3.3) Outros investimentos

Column {.sidebar}

Outros investimentos é uma conta residual da conta financeira, dividida em ativos e passivos. Transações não incluídas em investimento direto, de carteira, derivativos financeiros ou ativos de reserva são registradas como outros investimentos, a exemplo de empréstimos, financiamento, créditos comerciais e depósitos. Os fluxos ativos e passivos se classificam principalmente por categorias dos instrumentos, por setores institucionais do residente e por prazo de vencimento.


Valores em bilhões de US$.


Obs.: Valores negativos indicam entrada líquida de recursos no país.


Fonte: Códigos 22970 (ativos), 22971 (passivos) e 22969 (saldo outros investimentos) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

Ativos (1)

Passivos (2)

Saldo CF (outros investimentos) (3) (1-2)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

3.4) Ativos de reserva

Column {.sidebar}

Os ativos de reserva compreendem as operações com os ativos externos que estão à disposição imediata e sob controle da autoridade monetária para satisfazer suas necessidades de financiamento de balanço de pagamentos, intervir no mercado de cambio e outros fins conexos. Ativos de reservas é dividido em ouro monetário, direitos especiais de saque (DES), posição de reserva no FMI, outros ativos de reserva e demais ativos.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Código 23043 do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

Ativos de reserva

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

4) Erros e omissões

Column {.sidebar}

As partidas a crédito e a débito lançadas no balanço de pagamentos provêm de diversas fontes de informações, gerando, na prática, total líquido diferente de zero. A principal razão está nas discrepâncias temporais das diversas origens dos dados utilizados. Com isso, torna-se necessário o lançamento de partida equilibradora para o balanceamento das contas. Os erros e omissões(EOs) se prestam, portanto, a compensar toda sobrestimação ou subestimação dos componentes registrados. É uma conta residual, portanto.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Código 23060 do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

Erros e omissões

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Reservas internacionais

Column {.sidebar}

As reservas internacionais compreendem os ativos externos do país prontamente disponíveis e mantidos pelo Banco Central do Brasil com o objetivo de financiar eventuais déficits do balanço de pagamentos.


De acordo com o Relatório de Gestão das Reservas Internacionais do Banco Central do Brasil de março de 2025, em dezembro de 2024 a alocação das reservas por moedas se dava da seguinte maneira: 78,45% em dólar americano (USD), 5,31% em renminbi (CNY), 5,23% em euro (EUR), 3,69% em libra esterlina (GBP), 3,55% em ouro, 1,73% em iene (JPY), 1,05% em dólar canadense (CAD) e 0,99% em dólar australiano (AUD).


Também em dezembro de 2024, 84,08% das reservas pelo conceito caixa estavam aplicadas em títulos governamentais soberanos.
O prazo médio de investimento em 2024 foi de 3,19 anos.
Valores em bilhões de US$.

Fontes: Código 3546 do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB) e DataBank (World Bank)

Column {data-width=400}

Reservas internacionais

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

% da dívida externa total

Meses de importações

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

% da dívida externa total

Meses de importações

Termos de troca

Column {.sidebar}

Os termos de troca são definidos como a relação entre os preços das exportações do país (PX) e os das suas importações (PM).


Média 2018 = 100.


Fonte: Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX) via Ipeadata

Column {data-width=400}

Termos de troca

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Algodão

Column {.sidebar}

Global price of cotton. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US cents per pound.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Alumínio

Column {.sidebar}

Global price of aluminum. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US dollars per metric ton.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Azeite de oliva

Column {.sidebar}

Global price of olive oil. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US dollars per metric ton.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Banana

Column {.sidebar}

Global price of bananas. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US dollars per metric ton.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Borracha

Column {.sidebar}

Global price of rubber. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US cents per pound.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Cacau

Column {.sidebar}

Global price of cocoa. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US dollars per metric ton.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Café

Column {.sidebar}

Global price of coffee (other mild arabica and robustas). Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars (cents per pound).


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED): Other Mild Arabica and Robustas

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Camarão

Column {.sidebar}

Global price of shrimp. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US dollars per kilogram.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Cobre

Column {.sidebar}

Global price of copper. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US dollars per metric ton.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Gás natural

Column {.sidebar}

Global price of natural gas. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars (European Union).


US dollars per million metric british thermal unit.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Índice de commodities - Brasil

Column {.sidebar}

O Índice de commodities - Brasil (IC-Br) exprime a média mensal ponderada dos preços em reais e em dólares das commodities relevantes para a dinâmica da inflação brasileira. O IC-Br agrega de forma ponderada os indicadores relativos aos segmentos Agropecuária (série 27575), Metal (série 27576) e Energia (série 27577). Dez/2005 = 100.


Tomando como base o mês de janeiro de 2024, os pesos para cada commodity no índice são os seguintes:

Boi gordo: 21,54%, Brent: 12,35%, Açúcar: 7,37%, Milho: 6,27%, Óleo de soja: 6,17%, Algodão: 6,11%, Suco de laranja: 4,69%, Café: 4,25%, Estanho: 4,06%, Arroz: 3,82%, Cacau: 3,25%, Alumínio: 3,24%, Carvão: 2,95%, Trigo: 2,18%, Prata: 2,11%, Zinco: 2,10%, Gás natural: 2,05%, Cobre: 1,60%, Porco: 1,34%, Chumbo: 1,12%, Minério de ferro: 0,52%, Níquel: 0,50%, Ouro: 0,42%.


Fonte: Códigos 27574 (real) e 29042 (dólar) no Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

IC-Br (R$ e US$)

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Índice de commodities - IC-Br Agropecuária

Column {.sidebar}

O IC-Br Agropecuária é um subíndice do IC-Br (série 27574). É uma média mensal ponderada dos preços em reais de boi gordo, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz, porco, suco de laranja e cacau. Dez/2005 = 100.


Fonte: Códigos 27575 (real) e 29041 (dólar) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

IC-Br Agropecuária (R$ e US$)

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Índice de commodities - IC-Br Energia

Column {.sidebar}

O IC-Br Energia é um subíndice do IC-Br (série 27574). É uma média mensal ponderada dos preços em reais de petróleo Brent, gás natural e carvão. Dez/2005 = 100.


Fonte: Códigos 27577 (real) e 29039 (dólar) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

IC-Br Energia (R$ e US$)

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Índice de commodities - IC-Br Metal

Column {.sidebar}

O IC-Br Metal é um subíndice do IC-Br (série 27574). É uma média mensal ponderada dos preços em reais de alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo, níquel, ouro e prata. Dez/2005 = 100.


Fonte: Códigos 27576 (real) e 29040 (dólar) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

IC-Br Metal (R$ e US$)

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Laranja

Column {.sidebar}

Global price of orange. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US dollars per pound.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Milho

Column {.sidebar}

Global price of corn. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US dollars per metric ton.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Minério de ferro

Column {.sidebar}

Global price of iron ore. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US dollars per metric ton.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Níquel

Column {.sidebar}

Global price of nickel. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US dollars per metric ton.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Óleo de girassol

Column {.sidebar}

Global price of sunflower oil. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US dollars per metric ton.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Óleo de palma

Column {.sidebar}

Global price of palm oil. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US dollars per metric ton.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Óleo de soja

Column {.sidebar}

Global price of soybeans oil. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US dollars per metric ton.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Petróleo bruto

Column {.sidebar}

Produzido no Mar do Norte (Europa), Brent é uma classe de petróleo bruto que serve como benchmark para o preço internacional de diferentes tipos de petróleo.


Produzido no Texas e no sul de Oklahoma, West Texas Intermediate (WTI) é uma classe de petróleo bruto que serve como benchmark para o preço internacional de diferentes tipos de petróleo.


Os preços por barris de ambos os tipos de petróleo são free on board (FOB), isto é, desconsideram despesas com fretes e seguros.


As cotações mensais são as médias das cotações diárias.


Fonte: Energy Information Administration (EIA) via Ipeadata

Column {data-width=400}

Cotação diária

Cotação Mensal

Variação Mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese (cotação diária)

Quadro-síntese (cotação mensal)

Preço global de todas as commodities

Column {.sidebar}

Global price index of all commodities. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


Index 2016 = 100.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Soja em grãos

Column {.sidebar}

Preço dos contratos futuros da soja negociados na bolsa de Chicago (Chicago Board of Trade - CBOT), contrato futuro mais próximo (primeiro vencimento), tipo padrão No. 2 yellow, cotado em dólares por tonelada métrica.


Fonte: International Financial Statistics (FMI/IFS) via Ipeadata

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Trigo

Column {.sidebar}

Global price of wheat. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars per metric ton.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Urânio

Column {.sidebar}

Global price of uranium. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US dollars per pound.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Zinco

Column {.sidebar}

Global price of zinco. Value represents the benchmark prices which are representative of the global market. They are determined by the largest exporter of a given commodity. Prices are period averages in nominal U.S. dollars.


US dollars per metric ton.


Not seasonally adjusted.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Cotação

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Dívida externa bruta

Column {.sidebar}

A série trimestral dívida externa bruta compreende o total apurado em determinada data dos débitos contratuais efetivamente desembolsados e ainda não quitados, devidos por residentes de uma economia aos não residentes, quando houver a obrigatoriedade de pagamento de principal e/ou juros em algum(s) ponto(s) no futuro. O valor de mercado da dívida externa bruta impacta os valores a partir de dezembro de 2011 e abrange os títulos de dívida emitidos pela República no mercado internacional, ajustados segundo seu preço de mercado, e os demais instrumentos e emissores de dívida externa, apurados em valor nominal.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Código 3684 do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

Dívida externa bruta

% do PIB

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Dívida externa líquida

Column {.sidebar}

A série trimestral dívida externa líquida refere-se à dívida externa bruta excluindo do cálculo os ativos de reservas, os haveres de bancos comerciais e os créditos brasileiros no exterior.


Valores em bilhões de US$.


Fonte: Código 3685 do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

Dívida externa líquida

% do PIB

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Dívida líquida do setor público

Column {.sidebar}

A dívida líquida do setor público é definida como o balanceamento entre as dívidas e os créditos do setor público não-financeiro e do Banco Central. Os saldos são apurados pelo critério de competência, ou seja, a apropriação de encargos é contabilizada na forma pro-rata, independente da ocorrência de liberações ou reembolsos no período. Eventuais registros contábeis que não utilizam esse critério são corrigidos para manter a homogeneidade da apuração.


Trata-se de séries de saldo mensal em milhões correntes e como % do PIB para governo central (governo federal e Banco Central), governo federal, Banco Central, governos estaduais e municipais, governos estaduais, governos municipais, empresas Estatais, empresas Estatais federais, empresas Estatais estaduais, empresas Estatais municipais e setor público consolidado.


Fonte: Estatístiscas fiscais diversas do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=850}

Saldos em milhões de R$ correntes

% do PIB

% do PIB - Governo central (GF + BC) (Gráfico)

% do PIB - Setor público consolidado (Gráfico)

Resultado nominal

Column {.sidebar}

O resultado nominal corresponde à variação nominal dos saldos da dívida líquida, deduzidos os ajustes patrimoniais e metodológicos efetuados no período. Abrange o componente de atualização monetária da dívida, os juros reais e o resultado fiscal primário. São apresentados valores totais, referentes à dívida interna e externa.


Trata-se de séries de fluxo mensal corrente, fluxo acumulado no ano e fluxo acumulado em 12 meses em reais correntes e como % do PIB para governo central (governo federal e Banco Central), governo federal, Banco Central, governos estaduais e municipais, governos estaduais, governos municipais, empresas Estatais, empresas Estatais federais, empresas Estatais estaduais, empresas Estatais municipais, setor público consolidado, governo federal sem INSS e INSS.


Obs.: Valores positivos representam déficits primários. Valores negativos representam superávits primários.


Fonte: Estatísticas fiscais diversas (necessidades de financiamento sem desvalorização cambial) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=850}

Gov. Central (GF + BC)

Gov. Central (Gráfico)

Gov. Federal (GF)

Gov. Federal (Gráfico)

Banco Central (BC)

Banco Central (Gráfico)

Gov. estaduais e municipais

Gov. estaduais e municipais (Gráfico)

Gov. estaduais

Gov. estaduais (Gráfico)

Gov. municipais

Gov. municipais (Gráfico)

Empresas Estatais

Empresas Estatais (Gráfico)

Empresas Estatais Federais

Empresas Estatais Federais (Gráfico)

Empresas Estatais estaduais

Empresas Estatais estaduais (Gráfico)

Empresas Estatais municipais

Empresas Estatais municipais (Gráfico)

Setor público consolidado

Setor público consolidado (Gráfico)

(-) Juros nominais

Column {.sidebar}

Os juros nominais referem-se ao fluxo de juros, apropriados por competência, incidentes sobre a dívida interna e externa. Engloba os juros reais e o componente de atualização monetária da dívida. Corresponde ao componente financeiro do resultado fiscal. Exclui o impacto da variação cambial sobre a dívida externa e sobre a dívida mobiliária interna indexada ao dólar.


Trata-se de séries de fluxo mensal corrente, fluxo acumulado no ano e fluxo acumulado em 12 meses em reais correntes e como % do PIB para governo central (governo federal e Banco Central), governo federal, Banco Central, governos estaduais e municipais, governos estaduais, governos municipais, empresas Estatais, empresas Estatais federais, empresas Estatais estaduais, empresas Estatais municipais, setor público consolidado, governo federal sem INSS e INSS.


Fonte: Estatísticas fiscais diversas (necessidades de financiamento sem desvalorização cambial) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=850}

Gov. Central (GF + BC)

Gov. Central (Gráfico)

Gov. Federal (GF)

Gov. Federal (Gráfico)

Banco Central (BC)

Banco Central (Gráfico)

Gov. estaduais e municipais

Gov. estaduais e municipais (Gráfico)

Gov. estaduais

Gov. estaduais (Gráfico)

Gov. municipais

Gov. municipais (Gráfico)

Empresas Estatais

Empresas Estatais (Gráfico)

Empresas Estatais Federais

Empresas Estatais Federais (Gráfico)

Empresas Estatais estaduais

Empresas Estatais estaduais (Gráfico)

Empresas Estatais municipais

Empresas Estatais municipais (Gráfico)

Setor público consolidado

Setor público consolidado (Gráfico)

(=) Resultado primário

Column {.sidebar}

O resultado primário é o componente não-financeiro do resultado fiscal do setor público. Corresponde ao resultado nominal menos os juros nominais apropriados por competência, incidentes sobre a dívida.


Trata-se de séries de fluxo mensal corrente, fluxo acumulado no ano e fluxo acumulado em 12 meses em reais correntes e como % do PIB para governo central (governo federal e Banco Central), governo federal, Banco Central, governos estaduais e municipais, governos estaduais, governos municipais, empresas Estatais, empresas Estatais federais, empresas Estatais estaduais, empresas Estatais municipais, setor público consolidado, governo federal sem INSS e INSS.


Obs.: Valores positivos representam déficits primários. Valores negativos representam superávits primários.


Fonte: Estatísticas fiscais diversas (necessidades de financiamento sem desvalorização cambial) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=850}

Gov. Central (GF + BC)

Gov. Central (Gráfico)

Gov. Federal (GF)

Gov. Federal (Gráfico)

Banco Central (BC)

Banco Central (Gráfico)

Gov. estaduais e municipais

Gov. estaduais e municipais (Gráfico)

Gov. estaduais

Gov. estaduais (Gráfico)

Gov. municipais

Gov. municipais (Gráfico)

Empresas Estatais

Empresas Estatais (Gráfico)

Empresas Estatais Federais

Empresas Estatais Federais (Gráfico)

Empresas Estatais estaduais

Empresas Estatais estaduais (Gráfico)

Empresas Estatais municipais

Empresas Estatais municipais (Gráfico)

Setor público consolidado

Setor público consolidado (Gráfico)

Gov. Federal sem INSS

Gov. Federal sem INSS (Gráfico)

INSS

INSS (Gráfico)

Consumer Price Index (CPI) - US inflation rate

Column {.sidebar}

The Consumer Price Index for All Urban Consumers: All Items is a price index of a basket of goods and services paid by urban consumers. Percent changes in the price index measure the inflation rate between any two time periods. The most common inflation metric is the percent change from one year ago. It can also represent the buying habits of urban consumers. This particular index includes roughly 88 percent of the total population, accounting for wage earners, clerical workers, technical workers, self-employed, short-term workers, unemployed, retirees, and those not in the labor force.


Fonte: Federal Reserve Economic Data (FRED)

Column {data-width=400}

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)

Column {.sidebar}

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tem como unidade de coleta estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, concessionária de serviços públicos e intenet e sua coleta estende-se, em geral, do dia 01 a 30 do mês de referência. Atualmente, a população-objetivo do IPCA abrange as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, residentes nas áreas urbanas das regiões de abrangência do Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor (SNIPC), as quais são: regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.


Núcleo por exclusão EX0: núcleo calculado por exclusão da alimentação no domicílio e dos preços administrados.
Núcleo por exclusão EX1: núcleo calculado por exclusão de 10 dos 16 itens do subgrupo 11 do IPCA, Alimentação no Domicílio, (Tubérculos, raízes e legumes; Cereais, leguminosas e oleaginosas; Hortaliças e verduras; Frutas; Carnes; Pescados; Açúcares e derivados; Leites e derivados; Aves e ovos; e Óleos e gorduras), além do item Combustíveis (domésticos), do subgrupo 22, Combustíveis e energia, e do item Combustíveis (veículos), do subgrupo 51, Transportes.
Núcleo por exclusão EX2: exclui os seguintes componentes de cada segmento do IPCA: Administrados: todos os preços; Alimentação no domicílio: Cereais, leguminosas e oleaginosas; Farinhas, féculas e massas; Tubérculos, raízes e legumes; Açúcares e derivados; Hortaliças e verduras; Frutas; Carnes; Pescados; Aves e ovos; Leite e derivados; Óleos e gorduras; Sal e condimentos; Serviços: empregado doméstico, mão-de-obra, turismo, educação e comunicação (todos os serviços ex-subjacente); Bens industriais: Aparelhos eletroeletrônicos; Automóvel novo; Automóvel usado; Etanol; Fumo.
Núcleo por exclusão EX3: no período que utiliza a POF 2018-2019 (janeiro de 2020 em diante), o núcleo EX-3 é calculado pela exclusão dos seguintes componentes de cada segmento do IPCA: Administrados: todos os preços; Alimentação no domicílio: todos os preços; Serviços: Passagem aérea; Hospedagem; Pacote turístico; Mão-de-obra; Transporte por aplicativo; Empregado doméstico; Cursos regulares; Cursos diversos; Plano de telefonia móvel; TV por assinatura; Acesso à internet; Serviços de streaming; Combo de telefonia, internet e TV por assinatura; Bens industriais: Aparelhos eletroeletrônicos; Automóvel novo; Automóvel usado; Etanol; Fumo. No período que utiliza a POF 2008-2009 (janeiro de 2012 a dezembro de 2019), o núcleo EX-3 é calculado pela exclusão dos seguintes componentes de cada segmento do IPCA: Administrados: todos os preços; Alimentação no domicílio: todos os preços; Serviços: Passagem aérea; Hotel; Excursão; Mão-de-obra; Empregado doméstico; Cursos regulares; Cursos diversos; Telefone celular; Acesso à internet; Telefone com internet; TV por assinatura com internet; Bens industriais: Aparelhos eletroeletrônicos; Automóvel novo; Automóvel usado; Etanol; Fumo.
Núcleo de dupla ponderação: ajusta os pesos originais de cada item de acordo com sua volatilidade relativa, reduzindo a importância de componentes mais voláteis.
Núcleo percentil 55: corresponde à variação do 55-ésimo percentil da distribuição ponderada pelos pesos dos subitens. A medida se assemelha à mediana da inflação.
Núcleo ex-alimentação e energia: exclui os seguintes componentes do IPCA: Alimentação no domicílio: Todos os subitens, com exceção dos subitens Cerveja, Vinho e outras bebidas alcoólicas; Item Combustíveis e energia; Subitem Óleo lubrificante; Item Combustíveis (veículos).
Índice de difusão: percentual de subitens do IPCA com variação positiva no mês. O peso de cada subitem não é considerado no cálculo.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e códigos 11427 (EX0), 16121 (EX1), 27838 (EX2), 27839 (EX3), 16122 (dupla ponderação), 28750 (percentil 55), 28751 (ex-alimentação e energia) e 21379 (índice de difusão) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=800}

Tx. M/M-1 (Grupos) (%)

Tx. acum. no ano (Grupos) (%)

Tx. M/M-12 (Grupos) (%)

Núcleos e difusão (%)

Peso mensal (Grupos) (%)

Tx. M/M-1 (Gráfico)

Tx. acum. no ano (Gráfico)

Tx. M/M-12 (Gráfico)

Índice de difusão (Gráfico)

Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15)

Column {.sidebar}

Com divulgação na Internet iniciada em maio de 2000, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) difere do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apenas no período de coleta que abrange, em geral, do dia 16 do mês anterior ao 15 do mês de referência e na abrangência geográfica. Atualmente, a população-objetivo do IPCA-15 abrange as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, residentes em 11 áreas urbanas das regiões de abrangência do SNIPC, as quais são: regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e do município de Goiânia.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabelas 3065 e 7062 do banco de dados Sidra

Column {data-width=900}

Tx. M/M-1 (Grupos) (%)

Tx. acum. no ano (Grupos) (%)

Tx. M/M-12 (Grupos) (%)

Peso mensal (Grupos) (%)

Tx. M/M-1 (Gráfico)

Tx. acum. no ano (Gráfico)

Tx. M/M-12 (Gráfico)

Índice de Preços ao Consumidor - Disponibilidade interna (IPC-DI)

Column {.sidebar}

O Índice de Preços ao Consumidor - Disponibilidade Interna (IPC-DI) da FGV é um indicador que mede as variações intertemporais de preços de um conjunto fixo de bens e serviços componentes de despesas habituais de famílias com nível de renda situado entre 1 e 33 salários mínimos mensais. Sua pesquisa de preços se desenvolve diariamente, cobrindo sete das principais capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília. A coleta de preços é realizada diariamente para alimentar o sistema de apuração de sete versões do IPC: Índice de Preços ao Consumidor Diário (IPC Diário), Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), Índice de Preços ao Consumidor - 10 (IPC-10), Índice de Preços ao Consumidor do Mercado (IPC-M), Índice de Preços ao Consumidor - Disponibilidade Interna (IPC-DI), Índice de Preços ao Consumidor - 3º idade (IPC-3i) e Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1). Para efeito de coleta de preços, o IPC-DI mede a evolução de preços no período compreendido entre o primeiro ao último dia do mês de referência.


Fonte: Fundação Getúlio Vargas (FGV) via Ipeadata

Column {data-width=500}

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=300}

Quadro-síntese (%)

Índice de Preços ao Produtor (IPP)

Column {.sidebar}

O Índice de Preços ao Produtor (IPP), cujo âmbito são as indústrias extrativas e de transformação, tem como principal objetivo mensurar a mudança média dos preços de venda recebidos pelos produtores domésticos de bens e serviços, bem como sua evolução ao longo do tempo, sinalizando as tendências inflacionárias de curto prazo no país. Constitui, assim, um indicador essencial para o acompanhamento macroeconômico e, por conseguinte, um valioso instrumento analítico para tomadores de decisão, públicos ou privados.

O IPP investiga, em pouco mais de 1.700 empresas, os preços recebidos pelo produtor, isentos de impostos, tarifas e fretes e definidos segundo as práticas comerciais mais usuais. Os produtos coletados são especificados em detalhes (aspectos físicos e de transação), garantindo, dessa forma, que sejam comparados produtos homogêneos ao longo do tempo. Com isso, coletam-se cerca de 5.000 preços mensalmente.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabelas 6723, 6903 e 6904 do banco de dados Sidra

Column {data-width=880}

Tx. M/M-1 (Seções e atividades) (%)

Tx. acum. no ano (seções e atividades) (%)

Tx. M/M-12 (Seções e atividades) (%)

Número-índice (Seções e atividades) (%)

Tx. M/M-1 (GCE) (%)

Tx. acum. no ano (GCE) (%)

Tx. M/M-12 (GCE) (%)

Tx. M/M-1 (Grupos) (%)

Tx. acum. no ano (Grupos) (%)

Tx. M/M-12 (Grupos) (%)

Tx. M/M-1 (Gráfico)

Tx. acum. no ano (Gráfico)

Tx. M/M-12 (Gráfico)

Número-índice (Gráfico)

Índice de Preços ao Produtor Amplo - Disponibilidade Interna (IPA-DI)

Column {.sidebar}

O Índice de Preços ao Produtor Amplo - Disponibilidade Interna (IPA-DI) é um indicador de abrangência nacional e está estruturado para medir as variações médias dos preços recebidos pelos produtores domésticos na venda de seus produtos. A sua composição tem por base as pesquisas estruturais relativas aos setores agropecuário e industrial, além das Contas Nacionais, divulgadas pelo IBGE. O IPA é apresentado em duas diferentes estruturas de classificação de seus itens componentes: Origem – Produtos Agropecuários e Industriais e Estágios de Processamento – Bens Finais, Bens Intermediários e Matérias Primas Brutas. Para efeito de coleta de preços, o IPA-DI mede a evolução de preços no período compreendido entre o primeiro ao último dia do mês de referência.

Fonte: Fundação Getúlio Vargas (FGV) via Ipeadata

Column {data-width=500}

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=300}

Quadro-síntese (%)

Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI)

Column {.sidebar}

O Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) é um indicador do movimento de preços que cobre todo o processo produtivo, desde preços de matérias-primas agrícolas e industriais, passando pelos preços de produtos intermediários até os de bens e serviços finais. É composto pela média aritmética ponderada do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) (60%), do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) (30%) e do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) (10%). Para efeito de coleta de preços, o IGP-DI mede a evolução de preços no período compreendido entre o primeiro ao último dia do mês de referência. O conceito de Disponibilidade Interna (DI) refere-se à produção nacional e às importações, excluindo as exportações.


Fonte: Fundação Getúlio Vargas (FGV) via Ipeadata

Column {data-width=500}

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=300}

Quadro-síntese (%)

Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M)

Column {.sidebar}

O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) é um indicador do movimento de preços que cobre todo o processo produtivo, desde preços de matérias-primas agrícolas e industriais, passando pelos preços de produtos intermediários até os de bens e serviços finais. É composto pela média ponderada do Índice de Preços ao Produtor Amplo do Mercado (IPA-M) (60%), do Índice de Preços ao Consumidor do Mercado (IPC-M) (30%) e do Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) (10%). Para efeito de coleta de preços, o IGP-M mede a evolução de preços no período compreendido entre os dias 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência.


Fonte: Fundação Getúlio Vargas (FGV) via Ipeadata

Column {data-width=500}

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

Column {data-width=300}

Quadro-síntese (%)

Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)

Column {.sidebar}

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) tem como unidade de coleta estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, concessionária de serviços públicos e internet e sua coleta estende-se, em geral, do dia 01 a 30 do mês de referência. Atualmente, a população-objetivo do INPC abrange as famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, cuja pessoa de referência é assalariada, residentes nas áreas urbanas das regiões de abrangência do Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor (SNIPC), as quais são: regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. Para além de seu objetivo principal, medir a variação dos preços, o índice tem sido usualmente utilizado como base para correção monetária dos salários no Brasil.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabelas 1736 e 7063 do banco de dados Sidra

Column {data-width=850}

Tx. M/M-1 (Grupos) (%)

Tx. acum. no ano (Grupos) (%)

Tx. M/M-12 (Grupos) (%)

Peso mensal (Grupos) (%)

Tx. M/M-1 (Gráfico)

Tx. acum. no ano (Gráfico)

Tx. M/M-12 (Gráfico)

CAGED

Column {.sidebar}

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Para empregados consideram-se aqueles contratados por empregadores, pessoa física ou jurídica, sob o regime da CLT, por prazo indeterminado ou determinado, incluindo-se também os contratados a título de experiência ou para prestação de trabalho intermitente. Esta classificação abrange: empregados sob o regime CLT, trabalhadores temporários, trabalhadores avulsos, agentes públicos, trabalhadores cedidos e dirigentes sindicais. Os dados referem-se ao total de admissões e demissões de empregados.


Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego via Ipeadata

Column {data-width=400}

Admissões, demissões e saldo

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Massa de rendimento efetivo

Column {.sidebar}

A massa de rendimento efetivo é a soma dos rendimentos brutos nominais efetivamente recebidos no mês de referência por todas as pessoas ocupadas em todos os trabalhos que tinham na semana de referência. As informações dos indicadores são divulgados a cada mês referentes ao último trimestre móvel.

O rendimento efetivo consiste no rendimento de fato recebido em qualquer posição na ocupação, no mês de referência, incluindo todos os pagamentos que não tenham caráter contínuo e considerando os descontos por ausências no trabalho


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 6393 do banco de dados Sidra

Column {data-width=900}

Massa de rendimento mensal efetivo nominal e real

Quadro-síntese

Massa de rendimento habitual

Column {.sidebar}

A massa de rendimento habitual é a soma dos rendimentos brutos nominais habitualmente recebidos de todas as pessoas ocupadas em todos os trabalhos que tinham na semana de referência. As informações dos indicadores são divulgados a cada mês referentes ao último trimestre móvel.

O rendimento habitual consiste no rendimento recebido por empregados, empregadores e trabalhadores por conta própria, mensalmente, sem acréscimos extraordinários ou descontos esporádicos. Para o empregado, o rendimento mensal habitualmente recebido exclui todas as parcelas que não tenham caráter contínuo (bonificação anual, salário atrasado, horas extras, participação anual nos lucros, 13o salário, 14o salário, adiantamento de salário, etc.) e não considera os descontos ocasionais (faltas, parte do 13o salário antecipado, prejuízo eventual causado ao empreendimento etc.). Caso o rendimento recebido de empregado, de trabalhador por conta própria e de empregador seja variável, considera-se o rendimento habitual aquele em média recebido pela pessoa no período em que realizava o trabalho declarado na semana de referência. Quando a remuneração varia em função do período ou estação do ano, considera-se o rendimento mensal que a pessoa ganha habitualmente nesse período sazonal.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 6392 do banco de dados Sidra

Column {data-width=850}

Massa de rendimento mensal habitual nominal e real

Quadro-síntese

Ocupação

Column {.sidebar}

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD/C) visa acompanhar as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, e outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do País. Para atender a tais objetivos, a pesquisa foi planejada para produzir indicadores trimestrais sobre a força de trabalho e indicadores anuais sobre temas suplementares permanentes (como trabalho e outras formas de trabalho, cuidados de pessoas e afazeres domésticos, tecnologia da informação e da comunicação etc.), investigados em um trimestre específico ou aplicados em uma parte da amostra a cada trimestre e acumulados para gerar resultados anuais, sendo produzidos, também, com periodicidade variável, indicadores sobre outros temas suplementares. Tem como unidade de investigação o domicílio.

O nível de ocupação refere-se ao número de pessoas ocupadas na semana de referência. As informações dos indicadores são divulgados a cada mês referentes ao último trimestre móvel.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 6323 do banco de dados Sidra

Column {data-width=850}

Pessoas ocupadas (mil pessoas)

Variação absoluta (três trimestres móveis anteriores) (mil pessoas)

Variação absoluta (mesmo trimestre móvel do ano anterior) (mil pessoas)

Rendimento médio efetivo

Column {.sidebar}

Rendimento bruto nominal e real médio efetivamente recebido no mês de referência em todos os trabalhos que as pessoas ocupadas com rendimento tinham na semana referência. A série em termos reais (deflacionada pelo IPCA) é a preços do mês do meio do trimestre mais recente que está sendo divulgado. O rendimento efetivo consiste no rendimento de fato recebido em qualquer posição na ocupação, no mês de referência, incluindo todos os pagamentos que não tenham caráter contínuo e considerando os descontos por ausências no trabalho.


As informações dos indicadores são divulgados a cada mês referentes ao último trimestre móvel.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 6387 do banco de dados Sidra

Column {data-width=850}

Rendimento médio efetivo mensal nominal e real

Quadro-síntese

Rendimento médio habitual

Column {.sidebar}

Rendimento bruto nominal e real médio habitualmente recebido em todos os trabalhos que as pessoas ocupadas com rendimento tinham na semana referência. A série em termos reais (deflacionada pelo IPCA) é a preços do mês do meio do trimestre mais recente que está sendo divulgado. O rendimento habitual consiste no rendimento recebido por empregados, empregadores e trabalhadores por conta própria, mensalmente, sem acréscimos extraordinários ou descontos esporádicos.


As informações dos indicadores são divulgados a cada mês referentes ao último trimestre móvel.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 6390 do Banco de Dados Sidra

Column {data-width=850}

Rendimento médio efetivo mensal nominal e real

Quadro-síntese

Salário mínimo

Column {.sidebar}

O salário mínimo nominal vigente não considera abonos salariais ocorridos nos períodos. O salário mínimo urbano foi instituído no Brasil por decreto-lei do presidente Getúlio Vargas e começou a vigorar em julho de 1940, com valores diferenciados entre estados e sub-regiões. Em 1943, foi incorporado à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e, em 1963, foi estendido ao campo por meio do Estatuto do Trabalhador Rural. Foi nacionalmente unificado em maio de 1984, mas, desde 2000, a Lei Complementar 103 permite que os estados fixem pisos estaduais superiores ao mínimo nacional.


Salário mínimo real: é o valor do salário mínimo nominal ajustado pelo índice de inflação (R$ do último mês) (jul/1940-jan/19944: IPC-SP/Fipe; jan/1994-jan/1948: IPC-RJ/FGV; jan/1948-mar/1979: IGPC-Mtb; abr/1979-atual: INPC).


O salário mínimo paridade do poder de compra (PPC) representa, em cada mês, qual era o preço nos Estados Unidos da mesma cesta de bens que se podia adquirir com um salário mínimo no Brasil. Nota: A conversão é feita pela taxa PPC observada pelo Banco Mundial em 2011, corrigida pela inflação ao consumidor nos Estados Unidos e no Brasil. Para a inflação americana, utiliza-se o IPC do Bureau of Labor Statistics (BLS). Para a inflação brasileira, INPC/IBGE (a partir de março de 1979), IGPC-Mtb (jan/1948-mar/1979), IPC-RJ/FGV (jan/1944-jan/1948) e IPC-SP/Fipe (jul/1940-jan/1944).


Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) via Ipeadata

Column {data-width=350}

Salário mínimo nominal, real e em dólar PPC

Column {data-width=350}

Quadro-síntese

Taxa de desocupação

Column {.sidebar}

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD/C) visa acompanhar as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, e outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do País. Para atender a tais objetivos, a pesquisa foi planejada para produzir indicadores trimestrais sobre a força de trabalho e indicadores anuais sobre temas suplementares permanentes (como trabalho e outras formas de trabalho, cuidados de pessoas e afazeres domésticos, tecnologia da informação e da comunicação etc.), investigados em um trimestre específico ou aplicados em uma parte da amostra a cada trimestre e acumulados para gerar resultados anuais, sendo produzidos, também, com periodicidade variável, indicadores sobre outros temas suplementares. Tem como unidade de investigação o domicílio.

A taxa de desocupação é o percentual de pessoas desocupadas em relação às pessoas na força de trabalho na semana de referência. Percentual das pessoas economicamente ativas que estavam procurando trabalho. As informações dos indicadores são divulgados a cada mês referentes ao último trimestre móvel.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 6381 do banco de dados Sidra

Column {data-width=400}

Taxa de desocupação (%)

Variação trimestre móvel anterior (p.p)

Variação mesmo trimestre móvel ano anterior (p.p)

Column {data-width=350}

Quadro-síntese

Effective federal funds rate (FED rate)

Column {.sidebar}

The federal funds market consists of domestic unsecured borrowings in U.S. dollars by depository institutions from other depository institutions and certain other entities, primarily government-sponsored enterprises. The effective federal funds rate (EFFR) is calculated as a volume-weighted median of overnight federal funds transactions reported in the FR 2420 Report of Selected Money Market Rates.


The series “lower and upper limits” of the federal funds target are established by the Federal Open Market Committee (FOMC). The data updated each day is the data effective as of that day.


Fontes: Federal Reserve Economic Data: Effective Federal Funds Rate, Federal Funds Target Range - Lower Limit, Federal Funds Target Range - Upper Limit

Column {data-width=400}

Effective federal funds rate (FED rate)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese (%)

Regra de Taylor

Column {.sidebar}

A Regra de Taylor é uma determinação exógena da taxa de juros e foi desenvolvida pelo economista John B. Taylor nos anos 1990. Aqui, a taxa Selic é função de seu próprio passado (lags), do desvio da inflação à meta e do hiato do produto.


Trata-se de exercício baseado em aula da Análise Macro

Column {data-width=400}

Regra de Taylor

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Taxa de juros CDI

Column {.sidebar}

O Certificado de Depósito Interbancário (CDI) é uma taxa de juros em que os bancos pagam entre si para empréstimos de curto prazo visando fechar o dia com o caixa equilibrado ou superavitário. A taxa CDI costuma acompanhar a taxa de juros básica da economia brasileira, a taxa Selic.


Fonte: Códigos 4391 (% acumulada no mês) e 4392 (% acumulada no mês anualizada base 252) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

CDI (% a.m.)

CDI (% a.a.)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Taxa referencial DI x prefixada (swaps)

Column {.sidebar}

Taxa referencial dos contratos de swap entre DI e prefixada (180 e 360 dias): os contratos de swap são aqueles em que as partes trocam um índice de rentabilidade por outro, com o intuito de fazer “hedge”, casar posições ativas com posições passivas, equalizar preços, arbitrar mercados ou até alavancar sua exposição ao risco. Neste caso, a troca de rentabilidade se dá entre a taxa DI e uma taxa prefixada entre as partes do contrato. “Hedge” é a operação realizada no mercado derivativo que visa fixar antecipadamente o preço de uma mercadoria, ou ativo financeiro, de forma a neutralizar o impacto de mudanças no nível de preços.


Dados de fim de período.


Fonte: Ipeadata

Column {data-width=400}

Taxa referencial DI x prefixada (swaps)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Taxa Selic

Column {.sidebar}

A Taxa Selic, definida a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BCB), é a taxa de juros básica da economia brasileira e serve de referência para outras taxas de juros do país. A taxa utilizada aqui é acumulada no mês e anualizada na base 252.


A taxa de juros real ex-post é definida a partir do deflacionamento da taxa Selic pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado nos últimos 12 meses.


O diferencial de juros é definido a partir da divisão do fator da Taxa Selic pela Federal Funds Effective Rate (FED rate), a taxa básica de juros definida pelo Federal Reserve dos Estados Unidos da América.


Fonte: Código 4189 do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB) para taxa Selic, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para IPCA e Federal Reserve Economic Data (FRED) para FED rate

Column {data-width=400}

Taxas Selic Over nominal e real

Diferencial de juros (Brasil/EUA)

Column {data-width=400}

Quadro-síntese (%)

Taxa Selic Meta

Column {.sidebar}

A Taxa Selic, definida a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BCB), é a taxa de juros básica da economia brasileira e serve de referência para outras taxas de juros do país.


Fonte: Código 432 do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=400}

Taxa Selic Meta

Column {data-width=400}

Quadro-síntese (%)

Hiato do produto

Column {.sidebar}

O hiato do produto é a diferença entre o PIB efetivo e o PIB potencial. Por não ser observável, é estimado por métodos estatísticos e estruturais aplicados ao PIB, ao desemprego, ao NUCI e à produtividade. Empregam-se métodos univariados — os filtros de Hodrick–Prescott (HP), de Hamilton e o Band-Pass —, um método multivariado conforme Areosa (2008) e a abordagem de função de produção. A estimativa central corresponde à mediana do conjunto de medidas, apresentada ao redor de intervalo de plausibilidade, seguindo Orair e Bacciotti (2018). As estimativas tendenciais são obtidas a partir de séries históricas ampliadas para minimizar o viés de final da amostra. Um hiato positivo indica que o produto efetivo está acima do produto potencial, isto é, a economia está operando acima do pleno emprego dos fatores de produção. Um hiato negativo indica que o produto efetivo está abaixo do produto potencial, isto é, há fatores de produção ociosos na economia.


Fonte: Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal

Column {data-width=400}

Hiato do produto

Column {data-width=400}

Quadro-síntese (%)

IBC-Br

Column {.sidebar}

O IBC-Br é um indicador de atividade produzido pelo BC. Divulgado desde março de 2010, tem como objetivo mensurar a atividade econômica de forma tempestiva e em frequência mensal.


A partir de abril de 2025, o BC passou a divulgar também os componentes do IBC-Br (IBC-Br Agropecuária, IBC-Br Indústria, IBC-Br serviços e IBC-Br Impostos), além do IBC-Br excluindo a agropecuária (IBC-Br ex-Agropecuária).


O IBC-Br e seus componentes são construídos com base em proxies representativas da evolução em volume do valor adicionado bruto (VAB) da agropecuária, da indústria e do setor de serviços, e do volume de impostos. Essas proxies são agregadas com pesos derivados, em especial, das tabelas de recursos e usos do Sistema de Contas Nacionais (IBGE). Também são utilizadas outras informações de caráter estrutural, como as obtidas na Pesquisa Industrial Anual (PIA-IBGE), na Pesquisa Anual de Serviços (PAS-IBGE) e na Produção Agrícola Municipal (PAM-IBGE).


Fonte: Códigos 24364 (IBC-Br), 29602 (agropecuária), 29604 (indústria), 29606 (serviços), 29608 (ex-agropecuária) e 29610 (impostos) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

Column {data-width=850}

Quadro-síntese

IBC-Br

Indicador IPEA de FBCF

Column {.sidebar}

A formação bruta de capital fixo (FBCF) da economia é composta por investimentos em máquinas e equipamentos e em construção civil. Como os investimentos em máquinas e equipamentos equivalem ao Consumo Aparente (CA) de bens de capital, foi construído um indicador mensal da FBCF por meio da média ponderada deste indicador de CA com um indicador de construção civil.


Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) via Ipeadata

Column {data-width=500}

Indicador IPEA de FBCF

Column {data-width=300}

Quadro-síntese

Levantamento Sistemático da Produção Agrícola

Column {.sidebar}

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola fornece estimativas de área plantada, área colhida, quantidade produzida e rendimento médio de produtos selecionados com base em critérios de importância econômica e social para o País. Ele permite não só o acompanhamento de cada cultura investigada, desde a fase de intenção de plantio até o final da colheita, no ano civil de referência, como também o prognóstico da safra do próximo ano, para o qual é realizado o levantamento nos meses de outubro, novembro e dezembro.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 6588 do banco de dados Sidra

Column {data-width=900}

Área plantada (hectares)

Área colhida (hectares)

Produção (toneladas)

Rendimento médio (quilogramas por hectare)

Pesquisa Industrial Mensal - Produção física (PIM-PF)

Column {.sidebar}

A Pesquisa Industrial Mensal - Produção física (PIM-PF) produz indicadores de curto prazo relativos ao comportamento do produto real da indústria, tendo como unidade de investigação a empresa formalmente constituída cuja principal fonte de receita seja a atividade industrial.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 8888 do banco de dados Sidra

Column {data-width=920}

Tx. M/M-1 (Indústria geral, seções e atividades) (%)

Var. acum. no ano (seções e atividades) (%)

Tx. M/M-12 (Indústria geral, seções e atividades) (%)

Tx. M/M-1 (Indústria geral e seções) (Gráfico)

Var. acum. no ano (Indústria geral e seções) (Gráfico)

Tx. M/M-12 (Indústria geral e seções) (Gráfico)

Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)

Column {.sidebar}

A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no Brasil, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 8163 do banco de dados Sidra

Column {data-width=900}

Receita nominal de serviços (Atividades - Tx. M/M-1) (%)

Receita nominal de serviços (Atividades - Tx. acum. no ano) (%)

Receita nominal de serviços (Atividades - Tx. M/M-12) (%)

Volume de serviços (Atividades - Tx. M/M-1) (%)

Volume de serviços (Atividades - Tx. acum. no ano) (%)

Volume de serviços (Atividades - Tx. M/M-12) (%)

Receita nominal de serviços (Gráfico) (Tx. M/M-1) (%)

Receita nominal de serviços (Gráfico) (Tx. acum. no ano) (%)

Receita nominal de serviços (Gráfico) (Tx. M/M-12) (%)

Volume de serviços (Gráfico) (Tx. M/M-1) (%)

Volume de serviços (Gráfico) (Tx. acum. no ano) (%)

Volume de serviços (Gráfico) (Tx. M/M-12) (%)

Pesquisa Mensal do Comércio (PMC)

Column {.sidebar}

A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no País, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.


IRNV: Índice de receita nominal de vendas
IVV: Índice de volume de vendas


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabelas 8880 e 8881 do banco de dados Sidra

Column {data-width=900}

Comércio varejista

Comércio varejista ampliado

Pesquisa Trimestral do Abate de Animais

Column {.sidebar}

A Pesquisa Trimestral do Abate investiga informações sobre a quantidade de animais abatidos e o peso total das carcaças, por espécie pesquisada, tendo como unidade de coleta o estabelecimento que efetua o abate sob fiscalização sanitária federal, estadual ou municipal. A pesquisa fornece informações sobre o total de cabeças abatidas e o peso total das carcaças para as espécies de bovinos (bois, vacas, novilhos e novilhas), suínos e frangos.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabelas 1092, 1093 e 1094 do banco de dados Sidra

Column {data-width=400}

Bovinos

Suínos

Frangos

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

Pesquisa Trimestral do Leite

Column {.sidebar}

A Pesquisa Trimestral do Leite investiga informações sobre as quantidades de leite fluido cru, tendo como unidade de coleta o estabelecimento que se dedica à industrialização de leite de vaca e está sob fiscalização sanitária federal, estadual ou municipal.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 1086 do banco de dados Sidra

Column {data-width=850}

Leite cru adquirido

Leite cru industrializado

Preço médio

Column {data-width=850}

Quadro-síntese

PIB (carregamento estatístico)

Column {.sidebar}

O carry over ou carregamento estatístico ou herança estatística permite calcular o quanto cresceria o PIB de um determinado ano se todas as taxas trimestrais de variação do PIB desse ano fossem iguais a zero. Assim, se o PIB de um país deixa um carregamento de 1% do ano t para o ano t+1, mesmo que em todos os trimestres do ano t+1 as taxas de crescimento do PIB sejam iguais a zero, o PIB ainda cresceria 1% em t+1 apenas por conta do carregamento estatístico.


Carry over = (4 * PIB último trimestre) / PIB acumulado nos últimos quatro trimestres = PIB último trimestre / PIB médio dos últimos quatro trimestres


Deve-se utilizar a série dessazonalizada do PIB.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 6613 do banco de dados Sidra

Column {data-width=400}

Carregamento estatístico

Column {data-width=400}

Quadro-síntese

PIB (ótica da oferta)

Column {.sidebar}

O Produto Interno Bruto (PIB) é a medição mais comum usada para auferir a atividade econômica de um país. Ele representa o valor total dos bens e serviços finais produzidos dentro de um país durante um período específico de tempo. Pela ótica da oferta, o PIB representa os grande setores da economia: agropecuária, indústria e comércio e serviços.


Aqui são apresentadas as seguintes taxas percentuais: taxa trimestral contra trimestre imediatamente anterior, taxa acumulada em quatro trimestres, taxa acumulada ao longo do ano e taxa trimestral em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 5932 do banco de dados Sidra

Column {data-width=900}

Tx. trim. contra trim. imediat. anterior (%)

Tx. acum. em quatro trimestres (%)

Tx. acum. ao longo do ano (%)

Tx. trim. em relação ao mesmo trim. do ano anterior (%)

PIB (ótica da demanda)

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O Produto Interno Bruto (PIB) é a medição mais comum usada para auferir a atividade econômica de um país. Ele representa o valor total dos bens e serviços finais produzidos dentro de um país durante um período específico de tempo. Pela ótica da demanda, o PIB representa o consumo das famílias, o consumo da adminstração pública, a formação bruta de capital fixo (FBCF) e as exportações líquidas (exportações - importações).


Aqui são apresentadas as seguintes taxas percentuais: taxa trimestral contra trimestre imediatamente anterior, taxa acumulada em quatro trimestres, taxa acumulada ao longo do ano e taxa trimestral em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela 5932 do banco de dados Sidra

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Tx. trim. contra trim. imediat. anterior (%)

Tx. acum. em quatro trimestres (%)

Tx. acum. ao longo do ano (%)

Tx. trim. em relação ao mesmo trim. do ano anterior (%)

Produção de Ovos de Galinha (POG)

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A pesquisa Produção de Ovos de Galinha (POG) fornece indicadores da variação da produção física de ovos de galinha, tendo como unidade de coleta o estabelecimento agropecuário que se dedica à atividade de produção de ovos de galinha, independentemente de sua finalidade, e com capacidade de alojamento de 10.000 ou mais galinhas poedeiras e/ou matrizeiras. Quanto à finalidade da produção, os dados tratam-se do somatório de consumo e incubação.


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tabela7524 do banco de dados Sidra

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Quadro-síntese

Utilização da capacidade instalada (Ind. de transformação)

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A utilização da capacidade instalada (UCI) é compreendida majoritariamente pelas empresas da indústria de transformação como o percentual de ocupação dos fatores capital e trabalho no mês de realização da pesquisa. O informante deve escolher uma entre as nove faixas apresentadas no questionário: 0% (empresa paralisada); de 0% a 19%; 20% a 39%; 40% a 59%; 60% a 69%; 70% a 79%; 80% a 89%; 90 a 99%; ou 100% (plena capacidade). Para efeito de cálculo da UCI média, a faixa escolhida pela empresa é substituída por um único número, representativo do ponto médio daquela faixa. O conjunto de informantes é composto por grandes, médias e pequenas empresas industriais, representativas do universo empresarial da indústria de transformação.


Fonte: Fundação Getúlio Vargas via código 24352 do Sistema Gerenciador de Séries Temproais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

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Utilização da capacidade instalada (indústria de transformação)

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Quadro-síntese

Movimento de câmbio contratado

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Câmbio contratado comercial (exportações): Somatório das contratações de compra de moeda estrangeira efetuadas pelos bancos comerciais junto ao mercado não financeiro relativas a exportações de bens. Códigos 13962 (diário), 11045 (mensal) e 11056 (anual) no Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB).

Câmbio contratado comercial (importações): Somatório das contratações de venda de moeda estrangeira efetuadas pelos bancos comerciais ao mercado não financeiro relativas a importações de bens. Códigos 13966 (diário), 11046 (mensal) e 11057 (anual) no SGS/BCB.

Câmbio contratado comercial (saldo): Resultado líquido de contratações de câmbio comercial de exportação e de importação. Códigos 13967 (diário), 11047 (mensal) e 11058 (anual) no SGS/BCB.

Câmbio contratado financeiro (compras): Somatório das contratações de compra de moeda estrangeira efetuadas pelos bancos comerciais junto ao mercado não financeiro relativas a exportação de serviços e ingressos de capitais estrangeiros ou retorno de capitais brasileiros. Não inclui operações de câmbio de compra e venda junto ao Banco Central do Brasil. Códigos 13968 (diário), 11048 (mensal) e 11059 (anual) no SGS/BCB.

Câmbio contratado financeiro (vendas): Somatório das contratações de venda de moeda estrangeira efetuadas pelos bancos comerciais junto ao mercado não financeiro relativas a importação de serviços e saídas de capitais estrangeiros ou brasileiros. Não inclui operações de câmbio de compra e venda junto ao Banco Central do Brasil. Códigos 13969 (diário), 11049 (mensal) e 11060 (anual) no SGS/BCB.

Câmbio contratado financeiro (saldo): Resultado líquido de contratações de câmbio financeiro de compra e venda. Não inclui operações de câmbio de compra e venda junto ao Banco Central do Brasil. Códigos 13970 (diário), 11050 (mensal) e 11061 (anual) no SGS/BCB.

Câmbio contratado (saldo): Somatório do saldo do câmbio contratado comercial e do saldo do câmbio contratado financeiro.


Todos os valores estão em milhões de dólares.

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Quadro-síntese (diário)

Quadro-síntese (mensal)

Quadro-síntese (anual)

Taxa de câmbio comercial

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Taxa de câmbio comercial (compra e venda): refere-se às taxas administradas até 13.03.1990 e às taxas livres a partir dessa data. As taxas administradas são aquelas fixadas pelo Banco Central. As taxas livres correspondem à média das taxas efetivas de operações no mercado interbancário, ponderada pelo volume de transações de venda do dia. As transações fechadas em taxas que mais se distanciam da média do mercado (outliers) e aquelas que evidenciam formação artificial de preço ou contrárias às práticas regulares do mercado são excluídas dos cálculos. A partir de março de 1992, essa taxa recebeu a denominação de taxa PTAX (fechamento), isto é, a partir de 01.07.2011, é a média aritmética das taxas de compra e das taxas de venda dos boletins do dia, conforme Circulares 3.506, de 23.09.2010, e 3.537, de 25.05.2011. Até 30.06.2011, é a taxa média ponderada dos negócios realizados no mercado interbancário de câmbio com liquidação em dois dias úteis, calculada pelo Banco Central do Brasil, conforme Comunicado N. 6.815/99.


As taxas mensais referem-se aos valores de fim de período.


Fonte: Códigos 10813 (compra diária), 1 (venda diária), 3695 (compra mensal) e 3696 (venda mensal) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

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Cotação diária

Cotação mensal

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

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Quadro-síntese (cotação diária)

Quadro-síntese (cotação mensal)

Taxa de câmbio real

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A série mensal taxa de câmbio real reflete a variação da moeda nacional em relação a uma moeda ou a uma cesta de moedas estrangeiras (geralmente ponderada pelo fluxo de comércio exterior), corrigida pelo diferencial entre as inflações doméstica (IPCA) e externa. Jun/1994 = 100.


Fonte: Códigos 11752 (dólar americano) e 11753 (efetiva) do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central do Brasil (SGS/BCB)

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Taxa de câmbio real

Variação mensal (%)

Variação em 12 meses (%)

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Quadro-síntese