Este conjunto de dados é de uma pesquisa de 2014 que mede atitudes em relação à saúde mental e a frequência de transtornos mentais no ambiente de trabalho tecnológico.
Olá, meu nome é Kauany Miranda. Sou acadêmica na área de Tecnologia da Informação, apaixonada por tecnologia e pelo mundo da física. Tenho como objetivo o aprendizado contínuo e o desenvolvimento de soluções criativas.
Atualmente, dedico meu tempo a explorar o universo da programação e a transformar ideias em projetos funcionais. No futuro, pretendo me aprofundar na física computacional, unindo tecnologia e ciência para novas descobertas.
A maior parte dos respondentes trabalha em empresas com mais de 1.000 funcionários, seguida por aquelas com 101 a 1.000 colaboradores. Empresas de menor porte, com até 25 funcionários, apresentam menor representatividade.
Para a maioria dos participantes o trabalho afeta a saúde mental apenas às vezes. Muitas respostas N/A mostram que algumas pessoas não souberam responder. Poucos relataram interferência frequente, mostrando que o impacto é menor.
A maioria dos participantes respondeu “Não sei”. Respostas como “Pouco fácil” e “Muito fácil” mostram que algumas pessoas conseguem acesso sem grandes dificuldades. Poucos consideram o processo “Muito difícil”.
A maior parte dos participantes não trabalha por conta própria, poucos trabalham por conta própria.
Metade dos participantes afirmou fazer tratamento psicológico, enquanto a outra metade respondeu que não faz. Esse equilíbrio mostra que existe o cuidado com a saude mental, mas ainda não adotada por todos.
A maioria dos participantes não possui histórico familiar de doença mental. Uma parcela menor respondeu “Sim”.
A maioria dos participantes trabalha em empresa de tecnologia. Isso mostra que o público maior da pesquisa são profissonais na área de T.I.
A maioria dos participantes respondeu “Não”, indicando muitos não tem o receio de conversarem sobre esse tema com o empregador. Embora o “Sim” seja a menor parcela, é de se notar que ainda existe muitas pessoas que tem o medo de ter esse diálogo.
A maioria dos participantes respondeu “Não”, indicando que não teria consequencias negativas falando sobre doenças físicas com seu empregador. Relacionando aos dados do gráfico anterior, nota que as pessoas tem menos receio de falar sobre doenças físicas com seu empregador do que sobre doenças mentais.
A maioria dos participantes conversariam com alguns dos seus colegas, mas o resultado da resposta “Não” indica que muitos preferem evitar esse tipo de diálogo.
A maioria dos participantes respondeu “Sim”.Poucos disseram “Alguns deles”, mostrando que a abertura varia conforme o perfil do gestor.
O gráfico aponta que cerca de 80% dos participantes não mencionariam algum problema de saúde mental. Esses dados mostram que muitas pessoas tem o receio de comentar sobre por medo do que isso poderia refletir na entrevista.
A maioria dos participantes respondeu “Não”, mas ainda sim a diferença na porcentagem em relação ao gráfico anterior mostra que muitos tem mais receio de comentar sobre a saúde mental, assumindo que o estado da saúde física teria menos impacto na entrevista.
[1] "Yes"