Apresentação dos Dados

dados <- read.csv("C:\\Users\\WAGNER\\Downloads\\Dados_Funcionarios.csv", sep=",", header=TRUE, stringsAsFactors=FALSE)
    head(dados)
##   Funcionario Est.civil    Inst Filhos Salario Anos Meses   Regiao
## 1           1  solteiro 1o Grau     NA    4.00   26     3 interior
## 2           2    casado 1o Grau      1    4.56   32    10  capital
## 3           3    casado 1o Grau      2    5.25   36     5  capital
## 4           4  solteiro 2o Grau     NA    5.73   20    10    outro
## 5           5  solteiro 1o Grau     NA    6.26   40     7    outro
## 6           6    casado 1o Grau      0    6.66   28     0 interior

Consultas

1. Estado Civil

Frequência Absoluta

table(dados$Est.civil)
## 
##   casado solteiro 
##       20       16

Frequência Relativa

prop.table(table(dados$Est.civil))
## 
##    casado  solteiro 
## 0.5555556 0.4444444

Como podemos ver nas tabelas, a relação de pessoas casadas é superior à de solteiras. Isso sugere que, nessa base de dados, existem mais pessoas “tristes” do que “felizes” (ou não).

1.1 Gráficos

Gráfico de Barras

barplot(table(dados$Est.civil), 
        main="Distribuição do Estado Civil",
        col="lightblue", 
        ylab="Frequência", 
        xlab="Estado Civil",
        las=1)

Gráfico de Pizza

    pie(table(dados$Est.civil), 
    main="Distribuicao do Estado Civil", 
    col=rainbow(length(unique(dados$Est.civil))))

Nesses Graficos, podemos ver de maneira mais clara o que foi dito anteriormente, enfantizando ainda mais a parte das pessoas tristes serem maioria nessa base de dados.

2. Grau de Instrução

2.1 Tabelas de Frequência

Frequência Absoluta

    table(dados$Inst)
## 
##  1o Grau  2o Grau Superior 
##       12       18        6

Frequência Relativa

    prop.table(table(dados$Inst)) * 100
## 
##  1o Grau  2o Grau Superior 
## 33.33333 50.00000 16.66667

Podemos observar que a distribuição do grau de instrução varia entre os funcionários, com algumas categorias sendo mais predominantes que outras. Os dados indicam que a maioria dos funcionarios possuem ate o segundo grau completo, junto a uma menor porcentagem de pessoas com ensino superior. Essa distribuição pode indicar que a maior parte das funções exercidas pelos funcionários não exige formação superior, refletindo o perfil educacional predominante na empresa.

2.2 Gráficos

Gráfico de Barras

    par(mar=c(8, 4, 4, 2))
    barplot(table(dados$Inst), 
        main="Distribuição do Grau de Instrução",
        col="lightgreen", 
        ylab="Frequência", 
        xlab="Grau de Instrução",
        border="black",
        las=1,         
        cex.names=0.8)

Gráfico de Pizza

   pie(table(dados$Inst), 
    main="Distribuição do Grau de Instrução", 
    col=rainbow(length(unique(dados$Inst))),
    labels=paste(names(table(dados$Inst)), " - ", ... = round(prop.table(table(dados$Inst)) * 100, 1), "%"))

Os gráficos reforçam essa distribuição, mostrando que a maioria dos funcionários está nos níveis fundamental e médio, enquanto uma parcela menor alcançou o ensino superior.

3. Número de Filhos

3.1 Tabelas de Frequência

Frequência Absoluta

   table(dados$Filhos)
## 
##  0  1  2  3  5 
## 20  5  7  3  1

Frequência Relativa

   prop.table(table(dados$Filhos)) * 100
## 
##         0         1         2         3         5 
## 55.555556 13.888889 19.444444  8.333333  2.777778

Frequência Acumulada

   cumsum(table(dados$Filhos))
##  0  1  2  3  5 
## 20 25 32 35 36

Os dados indicam que a maior parte dos funcionários tem uma estrutura familiar pequena, com uma grande proporção sem filhos. A diversidade nas famílias com mais filhos é limitada, refletindo uma tendência de famílias menores entre os funcionários analisados.

3.2 Gráficos

Gráfico de Barras – Frequência Relativa

   barplot(prop.table(table(dados$Filhos)) * 100, 
        main="Distribuição do Número de Filhos (Frequência Relativa)",
        col="lightcoral", 
        ylab="Porcentagem (%)", 
        xlab="Número de Filhos",
        border="black",
        las=1)

Gráfico de Linhas – Frequência Relativa Acumulada

   freq_acumulada <- cumsum(prop.table(table(dados$Filhos)))
   plot(names(freq_acumulada), freq_acumulada * 100, type="o", col="blue", 
     main="Distribuição Acumulada do Número de Filhos",
     xlab="Número de Filhos", ylab="Frequência Acumulada (%)",
     pch=16, las=1)

Esses gráficos reforçam a análise anterior, apresentando de forma mais clara a distribuição do número de filhos, que varia de nenhum até 5 filhos.

4. Distribuição de Salários.

4.1 Salários.

   salario_max <- max(dados$Salario, na.rm = TRUE)
  salario_min <- min(dados$Salario, na.rm = TRUE)
   n <- length(dados$Salario[!is.na(dados$Salario)])
    num_classes <- round(1 + 3.3 * log10(n))

Salario Minimo, Maximo e Numero de classes.

  salario_min
## [1] 4
  salario_max
## [1] 23.3
  num_classes
## [1] 6

Analisando os salários, observamos que o menor valor registrado é 4, enquanto o maior é 23,3. Para facilitar a visualização da distribuição salarial, os dados serão organizados em seis intervalos de classe. Essa abordagem permite identificar em quais faixas salariais há maior concentração de funcionários e possibilita uma análise mais intuitiva da variação salarial dentro da empresa.

4.2 Histograma.

  hist(dados$Salario, 
     main="Distribuição dos Salários",
     xlab="Salário",
     ylab="Número de Funcionários",  # Substituindo "Frequência"
     col="lightblue",
     border="black",
     breaks=num_classes,
     las=1)

Este histograma reforça a análise anterior, mostrando a distribuição dos salários em seis classes, com valores variando de 0 a 25. Observa-se que a maior concentração de funcionários está na faixa salarial entre 5 e 10, evidenciando a predominância dessa faixa dentro da empresa.

5. Relação Estado Civil e Grau de Instrução

5.1 Tabela de Contingência

    tabela_contingencia <- table(dados$Est.civil, dados$Inst)
    print(tabela_contingencia)
##           
##            1o Grau 2o Grau Superior
##   casado         5      12        3
##   solteiro       7       6        3

Pela tabela, podemos observar que a maior parte dos funcionários com escolaridade mais elevada está entre os casados. No entanto, entre os solteiros, os níveis de escolaridade são bastante próximos, sem discrepâncias significativas. Essa análise sugere uma possível relação entre estado civil e grau de instrução, mas fatores como idade e tempo de experiência também podem influenciar essa distribuição e devem ser considerados para uma interpretação mais completa.

Gráficos

Gráfico de Barras lado a lado

   barplot(tabela_contingencia, beside=TRUE, col=rainbow(nrow(tabela_contingencia)),
        main="Distribuição do Grau de Instrução por Estado Civil",
        xlab="Grau de Instrução", ylab="Quantidade de Funcionários", legend.text=rownames(tabela_contingencia),
        args.legend = list(x = "topright", bty = "n"),
        las=1)

Gráfico de Barras Sobrepostas

   barplot(tabela_contingencia, beside=FALSE, col=rainbow(nrow(tabela_contingencia)),
        main="Distribuição do Grau de Instrução por Estado Civil",
        xlab="Grau de Instrução", 
        ylab="Quantidade de Funcionários", 
        width = 10, 
        legend.text = "Legenda",
        las=1)

Esses gráficos reforçam a análise anterior, apresentando a distribuição dos dados de forma mais visual e intuitiva.

6. Relação Grau de Intrução e Salario

6.1 Gráfico box-plot.

  boxplot(dados$Salario ~ dados$Inst,
        main = "Distribuicao Salarial por Grau de Instrucao",
        xlab = "Grau de Instrucao",
        ylab = "Salario",
        col = "lightblue",
        border = "black",
        las=1)

O gráfico evidencia de forma intuitiva que os salários tendem a aumentar conforme o grau de escolaridade, indicando que funcionários mais escolarizados recebem salários mais altos. No entanto, também é possível notar que alguns funcionários com ensino superior possuem salários semelhantes aos de quem tem apenas o segundo grau, sugerindo que outros fatores podem influenciar a remuneração.

6.2 Média e desvio padrão dos salários para cada grau de instrução.

    media_salario <- tapply(dados$Salario, dados$Inst, mean, na.rm = TRUE)
    desvio_padrao_salario <- tapply(dados$Salario, dados$Inst, sd, na.rm = TRUE)

Media Salário

    media_salario
##   1o Grau   2o Grau  Superior 
##  7.836667 11.528333 16.475000

Desvio Padrão dos Salário

    desvio_padrao_salario
##  1o Grau  2o Grau Superior 
## 2.956464 3.715144 4.502438

A análise dos dados mostra que a média salarial aumenta conforme o grau de instrução, variando de 7.84 no 1º Grau para 16.48 no Superior. O desvio padrão também cresce, indicando maior variação salarial entre os mais escolarizados, o que sugere diferenças nas faixas salariais dentro desse grupo.

7.1 Coluna criada com a relação entre Anos e Meses

    dados$Idade <- dados$Anos + dados$Meses / 12
    head(dados[c("Funcionario", "Anos", "Meses", "Idade")])
##   Funcionario Anos Meses    Idade
## 1           1   26     3 26.25000
## 2           2   32    10 32.83333
## 3           3   36     5 36.41667
## 4           4   20    10 20.83333
## 5           5   40     7 40.58333
## 6           6   28     0 28.00000

8. Relação Idade e Salario

8.1 Gráfico de Relação entre Salário e Idade

     plot(dados$Idade, dados$Salario,
     main=iconv("Relacao entre Salário e Idade", to="UTF-8"),
     xlab="Idade",
     ylab="Salario",
     col="blue",
     pch=16,
     las=1)

O gráfico revela que funcionários mais velhos tendem a receber salários mais altos. No entanto, é possível observar uma diferença pequena na relação entre idade e salário, o que sugere que a empresa leva em consideração outros fatores além da idade para determinar a remuneração.

8.2 Calculo da Correlação entre Idade e Salario

     cor(dados$Idade, dados$Salario)
## [1] 0.3651397

A correlação entre Idade e Salário foi de 0.365, indicando uma correlação positiva moderada. Isso sugere que, em geral, à medida que a idade aumenta, o salário tende a ser maior, mas a relação não é muito forte. Outros fatores além da idade provavelmente influenciam o salário dos funcionários.

9. Testes das Funções mean(), var(), sd(), median(), quantile() nos Dados Anteriores

9.1 Testes nos Dados dos Numeros de Filhos

   dados <- dados[order(dados$Filhos), ]

Media (mean)

   mean(dados$Filhos)
## [1] 0.9166667

Variância (var)

   var(dados$Filhos)
## [1] 1.564286

Desvio padrão (sd)

   sd(dados$Filhos, na.rm = TRUE)
## [1] 1.250714

Mediana (median)

   median(dados$Filhos)
## [1] 0

Quartis (quantile)

   quantile(dados$Filhos, probs = c(0.25, 0.5, 0.75), na.rm = TRUE)
## 25% 50% 75% 
##   0   0   2

9.2 Testes nos Dados dos Salários

   dados <- dados[order(dados$Filhos), ]

Media (mean)

   mean(dados$Salario, na.rm = TRUE)
## [1] 11.12222

Variância (var)

   var(dados$Salario, na.rm = TRUE)
## [1] 21.04477

Desvio padrão (sd)

   sd(dados$Salario, na.rm = TRUE)
## [1] 4.587458

Mediana (median)

   median(dados$Salario, na.rm = TRUE)
## [1] 10.165

Quartis (quantile)

   quantile(dados$Salario, probs = c(0.25, 0.50, 0.75), na.rm = TRUE)
##     25%     50%     75% 
##  7.5525 10.1650 14.0600