load("C:/Users/clara/Desktop/Base_de_dados-master/df_pokemon.RData")
library(readxl)
library(flextable)
library(dplyr)
##
## Anexando pacote: 'dplyr'
## Os seguintes objetos são mascarados por 'package:stats':
##
## filter, lag
## Os seguintes objetos são mascarados por 'package:base':
##
## intersect, setdiff, setequal, union
library(ggplot2)
library(corrplot)
## corrplot 0.95 loaded
library(flextable)
library(dplyr)
df %>% select(type_1,attack) %>%
group_by(type_1) %>%
summarise(média=mean(attack),
desvio_padrao=sd(attack)) %>%
flextable()
type_1 | média | desvio_padrao |
|---|---|---|
bug | 65.22222 | 30.74161 |
dark | 86.25000 | 24.33657 |
dragon | 102.62500 | 29.64253 |
electric | 67.77778 | 25.15223 |
fairy | 61.52941 | 29.75130 |
fighting | 94.72000 | 27.66394 |
fire | 81.60870 | 25.29776 |
flying | 71.66667 | 42.52450 |
ghost | 66.65217 | 25.28674 |
grass | 70.90909 | 24.07790 |
ground | 91.30000 | 28.62498 |
ice | 70.69565 | 25.93600 |
normal | 71.73118 | 29.30096 |
poison | 74.67857 | 19.63001 |
psychic | 60.21739 | 30.76933 |
rock | 88.17500 | 32.57566 |
steel | 83.54545 | 24.60687 |
water | 71.04762 | 25.03013 |
df %>% select(type_1,attack) %>%
group_by(type_1) %>%
summarise(mínimo=min(attack),
quartil1 = quantile(attack,0.25),
mediana= median(attack),
quartil3= quantile(attack,0.75),
maximo=max(attack)) %>%
flextable()
type_1 | mínimo | quartil1 | mediana | quartil3 | maximo |
|---|---|---|---|---|---|
bug | 10 | 42.50 | 63.0 | 90.00 | 135 |
dark | 50 | 65.00 | 86.5 | 97.50 | 131 |
dragon | 50 | 78.75 | 97.5 | 130.00 | 150 |
electric | 30 | 50.00 | 61.5 | 85.00 | 123 |
fairy | 20 | 45.00 | 52.0 | 72.00 | 131 |
fighting | 35 | 80.00 | 100.0 | 120.00 | 140 |
fire | 40 | 60.75 | 82.5 | 97.75 | 140 |
flying | 30 | 50.00 | 70.0 | 92.50 | 115 |
ghost | 30 | 50.00 | 65.0 | 85.00 | 115 |
grass | 27 | 53.50 | 68.0 | 89.75 | 130 |
ground | 40 | 72.00 | 83.5 | 115.75 | 150 |
ice | 30 | 50.00 | 65.0 | 82.50 | 130 |
normal | 5 | 55.00 | 70.0 | 85.00 | 160 |
poison | 43 | 60.00 | 74.0 | 90.50 | 106 |
psychic | 20 | 36.25 | 52.5 | 74.50 | 150 |
rock | 40 | 58.00 | 86.5 | 112.75 | 165 |
steel | 24 | 75.00 | 82.5 | 97.50 | 135 |
water | 10 | 52.00 | 70.0 | 90.00 | 130 |
df %>%
select(attack,type_1) %>%
group_by(type_1) %>%
summarise(média=mean(attack),
mediana=median(attack),
desvio_padrão=sd(attack)) %>%
flextable() %>% theme_tron()
type_1 | média | mediana | desvio_padrão |
|---|---|---|---|
bug | 65.22222 | 63.0 | 30.74161 |
dark | 86.25000 | 86.5 | 24.33657 |
dragon | 102.62500 | 97.5 | 29.64253 |
electric | 67.77778 | 61.5 | 25.15223 |
fairy | 61.52941 | 52.0 | 29.75130 |
fighting | 94.72000 | 100.0 | 27.66394 |
fire | 81.60870 | 82.5 | 25.29776 |
flying | 71.66667 | 70.0 | 42.52450 |
ghost | 66.65217 | 65.0 | 25.28674 |
grass | 70.90909 | 68.0 | 24.07790 |
ground | 91.30000 | 83.5 | 28.62498 |
ice | 70.69565 | 65.0 | 25.93600 |
normal | 71.73118 | 70.0 | 29.30096 |
poison | 74.67857 | 74.0 | 19.63001 |
psychic | 60.21739 | 52.5 | 30.76933 |
rock | 88.17500 | 86.5 | 32.57566 |
steel | 83.54545 | 82.5 | 24.60687 |
water | 71.04762 | 70.0 | 25.03013 |
boxplot(df$attack ~ df$type_1,
col=c("#a87e7e","#80d15a","#7d38d1", "#079beb", "#eb073c","#540819", "#b2bdd1","#12de90","#4b07eb","#030a17","#31402b","#173161","#28fac9","#8a2fa8","#3f354a","#2d484d","#9e6f24","#59492e","#5f7864"),
main="Gráfico 1 - boxplot do ataque por tipo")
plot(df$attack, df$base_experience, pch=20,col="#691c11",
main="Diagrama de Disperção", xlab = "Ataque", ylab = "Base de Experiência")
abline(lsfit(df$attack, df$base_experience),col="#676911",lwd=5)
library(corrplot)
M <- cor(df[,c("base_experience","attack", "defense","hp","special_attack","special_defense","speed")])
col3 <- colorRampPalette(c("#a60596", "#ab5af2", "#07ebc8"))
corrplot(M, order="hclust", addrect=2, col=col3(20))
Ao analisar os dados apresentados, observamos algumas tendências importantes nas estatísticas dos tipos de Pokémon, como média, mediana e desvio padrão. Primeiramente, podemos notar que, em todos os casos, a média e a mediana dos valores de ataque não coincidem, o que indica uma distribuição assimétrica dos dados. O tipo Dragon tem o maior poder de ataque médio, com 102,62500 pontos, seguido pelos tipos Fighting e Ground. Já o tipo Fighting apresenta a maior mediana, com 100 pontos, enquanto o tipo Flying é o que possui o maior desvio padrão, com 42,52450 pontos, indicando uma maior variação nos valores de ataque entre os Pokémon desse tipo. Em termos de análise adicional, podemos observar que o tipo Dragon tem uma mediana de 97,5 e um desvio padrão de 29,64253, enquanto o tipo Fighting tem uma média de 94,72000 e um desvio padrão de 27,66394. O tipo Flying, embora tenha o maior desvio padrão, com 42,52450, possui uma média de 71,66667 e uma mediana de 70. Em termos de extremos, o tipo Psychic apresenta a menor média de ataque, seguido pelos tipos Fairy e Poison, que também possuem os menores valores de mediana e desvio padrão, respectivamente.
O boxplot revela grande variação nos valores de ataque entre os tipos de Pokémon. Tipos como “rock” e “normal” têm uma faixa ampla de valores, enquanto “electric” e “bug” possuem uma faixa mais estreita. A mediana varia entre os tipos, com “electric” apresentando ataques mais baixos em comparação com “rock”. Tipos como Bug, Normal e Water têm médias de ataque mais baixas, mas ainda incluem Pokémon com ataques notáveis. Alguns tipos, como Fairy, Normal, Psychic e Steel, apresentam outliers, com valores extremos, como no tipo Normal, que possui outliers tanto de ataque baixo quanto alto.
O gráfico de dispersão mostra uma clara correlação positiva entre o poder de ataque de um Pokémon e os pontos de experiência. À medida que os ataques aumentam, a base de experiência também tende a crescer. Uma linha de tendência ascendente indica uma correlação positiva, indicando que Pokémon com maior poder de ataque geralmente requerem mais experiência para evoluir. Embora a relação seja aproximadamente linear, existem pontos dispersos ao redor da linha, sugerindo que outros fatores também podem influenciar a base empírica. Alguns pontos se desviam significativamente da tendência e são considerados outliers, com combinações atípicas de ataque e experiência. Desse modo, o gráfico de dispersão revela uma forte relação entre o poder de ataque e a base de experiência, sugerindo que Pokémon mais poderosos requerem mais experiência para evoluir.
A matriz de correlação confirmou uma forte relação entre poder de ataque e pontos de experiência, além de revelar correlações moderadas entre poder de ataque e poder de defesa, e pontos de experiência e pontos de saúde, indicando que Pokémon com maior poder de ataque tendem a ter defesa mais forte e mais saúde. A velocidade, por sua vez, está negativamente correlacionada com a defesa e a base de experiência, sugerindo que Pokémon mais rápidos tendem a ter menor defesa e requerem menos experiência para evoluir. Portanto, a matriz de correlação fornece uma visão abrangente das relações entre as características dos Pokémon, permitindo uma análise mais detalhada dos dados.