load(url("https://github.com/DATAUNIRIO/Base_de_dados/raw/master/Titanic.RData"))
ls()
head(Titanic$Classe)
tail(Titanic$Classe)
A palavra “tripulação” está escrita errada.
Titanic$Classe = iconv(Titanic$Classe, "latin1", "UTF-8")
str(Titanic)
tail(Titanic$Classe)
View(Titanic)
É possível concluir que havia 2200 pessoas a bordo do Titanic, somando o total de sobreviventes (710) e não sobreviventes (1490). Total de Pessoas: O número total de passageiros no Titanic. Variáveis: Quantidade de características informativas, como idade, classe e sexo. Sobreviventes: Quantidade de passageiros que sobreviveram. Proporção de Sobreviventes: Cálculo da fração de indivíduos que sobreviveram em relação ao total.
tabela_sobrevivencia = table(Titanic$Sobreviveu)
tabela_sobrevivencia
Uma medida direta do impacto do desastre é fornecida pela quantidade de de pessoas que sobreviveram. São 710 sobreviventes. Comparado ao número total de pessoas no navio.
tabela_sobrevivencia = table(Titanic$Sobreviveu)
tabela_sobrevivencia
A proporção de pessoas que sobreviveram ao Titanic pode ser determinada por meio do código abaixo. Ele revela que apenas 33,27% dos indivíduos a bordo conseguiram sobreviver ao naufrágio, enquanto 67,73% não sobreviveram. Isso mostra que a maioria dos passageiros a bordo não conseguiu sobreviver.
round(prop.table(tabela_sobrevivencia)*100,2)
Descobrimos que 344 mulheres sobreviveram ao Titanic e 126 não sobreviveram. Por outro lado, 1364 homens não sobreviveram e 366 sobreviveram. Nota-se uma grande diferença entre os números referentes ao sexo. Se o número de mulheres sobreviventes é consideravelmente alto, isso indica que houve uma priorização de mulheres durante a evacuação do Titanic, em linha com a prática de “mulheres e crianças primeiro.”
table(Titanic$Sexo, Titanic$Sobreviveu)
Apenas 57 crianças sobreviveram ao Titanic e 52 não. Percebe-se um grande desacordo entre os números referentes à idade dos sobreviventes e não sobreviventes. Supondo que o número de crianças sobreviventes seja significativamente alto em relação ao total de crianças a bordo, isso sugere que houve uma prioridade para evacuar crianças, alinhado com a política de “mulheres e crianças primeiro.” Esse dado reforça a ideia de que, em situações de emergência, as crianças foram protegidas como um grupo vulnerável. Por outro lado, se o número de crianças sobreviventes for baixo, isso pode indicar que as políticas de resgate falharam em proteger adequadamente as crianças
table(Titanic$Idade, Titanic$Sobreviveu)
descobrimos que apenas 178 pessoas da terceira classe sobreviveram ao Titanic.
table(Titanic$Classe, Titanic$Sobreviveu)
Vemos que o percentual de mulheres que sobreviveu é aproximadamente 73,19%. Enquanto isso, vale ressaltar a enorme discrepância entre os números dos não sobrevivente, nota-se que 26,80% das mulheres não sobreviveram.
prop.table(table(Titanic$Idade, Titanic$Sobreviveu))*100
Vemos que o percentual de crianças que sobreviveu é aproximadamente 52,29%, e entre os números dos não sobreviventes, nota-se que 47,706% das crianças não sobreviveram.
prop.table(table(Titanic$Idade, Titanic$Sobreviveu))*100
Usando o código abaixo, descobrimos que 24% das pessoas da terceira classe não sobreviveram ao Titanic.
prop.table(table(Titanic$Classe, Titanic$Sobreviveu))*100
Gráficos de barras ou de proporções (pizza ou barras empilhadas) são apropriados.
O gráfico de barras é bom para comparar quantidades absolutas, como o número de sobreviventes e não sobreviventes na terceira classe. Ele facilita a comparação direta entre os grupos.
Já o gráfico de pizza ou barras empilhadas é útil para mostrar as proporções entre os grupos, destacando a distribuição percentual de sobreviventes e não sobreviventes.
Ambos são úteis, mas o gráfico de barras é melhor para contagens diretas, enquanto os gráficos de proporções destacam a relação percentual.
pie(tabela_sobrevivencia, main = "Gráfico 1 - Sobrevivência do Titanic", col = c("red","blue"))
barplot(table(Titanic$Sexo,Titanic$Sobreviveu), main = "Sobreviventes por sexo do Titanic", col = c("pink", "blue"))
hist(table(Titanic$Classe,Titanic$Sobreviveu), main = "Sobreviventes do Titanic", ylab = "Classe", xlab = "Sobreviventes", col = c("red","blue"))
Gráfico da Variável “Sobreviveu”: Mostra o total de passageiros que sobreviveram em comparação aos que não sobreviveram. A diferença revela que mais pessoas não sobreviveram, indicando chances menores de sobrevivência.
Gráfico da Variável “Sobreviveu” por “Sexo”: Aponta que as mulheres tiveram uma taxa de sobrevivência muito maior que os homens. A maioria dos homens não sobreviveu, enquanto uma boa parte das mulheres sobreviveu, possivelmente devido à prioridade de evacuação para mulheres e crianças.
Esses gráficos mostram que o gênero influenciou as chances de sobrevivência, com as mulheres apresentando maior probabilidade de sobreviver. Essa análise pode ajudar a entender dinâmicas de evacuação e melhorar estratégias de segurança em situações de risco.
A análise dos dados do Titanic aponta falhas graves em segurança e gestão de evacuação.
1. Igualdade na Evacuação: A prioridade de “mulheres e crianças primeiro” deixou muitos homens para trás. É vital garantir que todos, independentemente de gênero ou classe social, tenham igual acesso a medidas de segurança.
2. Mais Botes e Melhor Distribuição: O número de botes era insuficiente. Devemos garantir mais botes e uma evacuação mais eficiente, especialmente para passageiros de classes mais baixas.
3. Treinamento e Educação: Investir em treinamento para tripulação e passageiros é essencial para uma evacuação rápida e organizada, minimizando o pânico e aumentando as chances de sobrevivência.
4. Priorizar Passageiros de Classes Inferiores: Passageiros da terceira classe tiveram menores chances de sobrevivência. Todos devem ter acesso igual aos recursos de segurança, independentemente da classe.
Conclusão: O Titanic mostra como falhas em planejamento e desigualdade podem aumentar o número de vítimas. A segurança deve ser universal e igualitária, com protocolos claros e recursos suficientes para todos.