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load(url("https://github.com/DATAUNIRIO/Base_de_dados/raw/master/Titanic.RData"))
str(Titanic)
## 'data.frame': 2200 obs. of 4 variables:
## $ Classe : Factor w/ 4 levels "Tripula\xe7\xe3o",..: 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 ...
## $ Idade : Factor w/ 2 levels "criança","adulto": 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 ...
## $ Sexo : Factor w/ 2 levels "Feminino","Masculino": 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 ...
## $ Sobreviveu: Factor w/ 2 levels "Não sobreviveu",..: 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 ...
R: Havia 2200 pessoas no Titanic, incluindo passageiros e tripulantes. Existem 4 variáveis que descrevem diferentes aspectos dos passageiros, como idade, sexo, classe e se sobreviveram ou não.
tabela_sobreviveu<-table(Titanic$Sobreviveu)
tabela_sobreviveu
##
## Não sobreviveu Sobreviveu
## 1490 710
R: Dentre os aproximadamente 2.200 passageiros e tripulantes a bordo do Titanic, cerca de 710 pessoas conseguiram sobreviver ao acidente do Titanic. Essa taxa de sobrevivência variou significativamente entre diferentes grupos de passageiros, sendo influenciada por fatores como classe social, sexo e localização a bordo.
round(prop.table(tabela_sobreviveu)*100,2)
##
## Não sobreviveu Sobreviveu
## 67.73 32.27
R: Com base nos dados fornecidos, podemos afirmar que aproximadamente 32,27% das pessoas a bordo do Titanic conseguiram sobreviver ao trágico acidente. Essa porcentagem, embora possa parecer relativamente alta, esconde uma série de disparidades e desigualdades que marcaram o desastre.
#Análises descritivas dos dados
table(Titanic$Sexo,Titanic$Sobreviveu)
##
## Não sobreviveu Sobreviveu
## Feminino 126 344
## Masculino 1364 366
R: Com base nos dados, 344 mulheres conseguiram sobreviver ao naufrágio do Titanic, representando quase metade do total de sobreviventes.Considerando que havia apenas 470 mulheres a bordo e um total de 2200 pessoas, a taxa de sobrevivência feminina foi significativamente maior do que a média geral de 32,27%. Essa disparidade evidencia a influência do gênero nas chances de sobrevivência, com as mulheres sendo privilegiadas em detrimento dos homens.
table(Titanic$Idade,Titanic$Sobreviveu)
##
## Não sobreviveu Sobreviveu
## criança 52 57
## adulto 1438 653
R: Entre as 109 crianças a bordo do Titanic, 57 conseguiram sobreviver ao trágico naufrágio, representando uma taxa de sobrevivência consideravelmente alta em comparação com a média geral dos passageiros. Essa diferença pode ser atribuída à priorização de mulheres e crianças durante as operações de resgate, refletindo as normas sociais da época.
Titanic$Classe = iconv(Titanic$Classe, "latin1", "UTF-8")
table(Titanic$Classe,Titanic$Sobreviveu)
##
## Não sobreviveu Sobreviveu
## Primeira 122 202
## Segunda 167 118
## Terceira 528 178
## Tripulação 673 212
R: Com um total de 2200 pessoas a bordo, o Titanic abrigava uma diversidade de passageiros, muitos dos quais viajavam na terceira classe. Dentre as 706 pessoas que compunham essa classe, apenas 178 conseguiram sobreviver ao naufrágio, representando uma taxa de mortalidade significativamente maior em comparação com as outras classes.
Perc_mulher<-table(Titanic$Sobreviveu, Titanic$Sexo, exclude = "Masculino")
round(prop.table(Perc_mulher)*100,2)
##
## Feminino
## Não sobreviveu 26.81
## Sobreviveu 73.19
Perc_mulher<-table(Titanic$Sobreviveu, Titanic$Sexo)
round(prop.table(Perc_mulher)*100,2)
##
## Feminino Masculino
## Não sobreviveu 5.73 62.00
## Sobreviveu 15.64 16.64
R: Enquanto 73,19% das mulheres a bordo conseguiram se salvar, elas representam apenas 15,64% do total de sobreviventes. Essa aparente contradição se explica pela pequena proporção de mulheres em relação ao total de passageiros (apenas 470 em 2200). A alta taxa de sobrevivência feminina em relação ao total de mulheres a bordo reflete a priorização desse grupo durante o resgate, uma prática comum na época. No entanto, a baixa representatividade feminina entre os sobreviventes demonstra a magnitude da tragédia que acometeu os homens, especialmente aqueles que ocupavam as classes sociais mais baixas.
Perc_criança<-table(Titanic$Sobreviveu, Titanic$Idade, exclude = "adulto")
round(prop.table(Perc_criança)*100,2)
##
## criança
## Não sobreviveu 47.71
## Sobreviveu 52.29
Perc_criança<-table(Titanic$Sobreviveu, Titanic$Idade)
round(prop.table(Perc_criança)*100,2)
##
## criança adulto
## Não sobreviveu 2.36 65.36
## Sobreviveu 2.59 29.68
R: A taxa de sobrevivência entre as crianças a bordo do Titanic, de 52,29%, destaca a priorização desse grupo durante as operações de resgate. Essa proporção significativamente alta, quando comparada à taxa geral de sobrevivência de 2,59%, indica que as crianças foram consideradas um grupo vulnerável e, portanto, priorizado. No entanto, é importante ressaltar que a quantidade total de crianças a bordo era relativamente pequena, apenas 109 em um universo de 2200 passageiros.
Perc_terc<-table(Titanic$Sobreviveu,Titanic$Classe,exclude = c("Tripulação","Primeira","Segunda"))
round(prop.table(Perc_terc)*100,2)
##
## Terceira
## Não sobreviveu 74.79
## Sobreviveu 25.21
Perc_terc<-table(Titanic$Sobreviveu,Titanic$Classe)
round(prop.table(Perc_terc)*100,2)
##
## Primeira Segunda Terceira Tripulação
## Não sobreviveu 5.55 7.59 24.00 30.59
## Sobreviveu 9.18 5.36 8.09 9.64
R: A taxa de sobrevivência entre os passageiros da terceira classe do Titanic foi de apenas 25,21%, em contraste com a taxa geral de 8,09%. Esses passageiros, que representavam a maior parte dos viajantes (706 de um total de 2200), provavelmente estavam nas áreas mais baixas do navio e tinham acesso limitado aos botes salva-vidas. Essa disparidade evidencia como a classe social influenciou as chances de sobrevivência.
R: O gráfico de barras, já que, ele é particularmente indicado para apresentar uma série de dados em uma única representação, permitindo o cruzamento entre diferentes variáveis. No contexto do Titanic, eles são ferramentas eficazes para comparar a taxa de sobrevivência entre grupos como classe social, gênero e idade. Essas representações visuais facilitam a identificação clara das disparidades, evidenciando como fatores sociais influenciaram as chances de sobrevivência durante a tragédia.
Sobreviventes<-table(Titanic$Sobreviveu)
Sobreviventes
##
## Não sobreviveu Sobreviveu
## 1490 710
barplot(Sobreviventes, main = "Sobreviventes", sub = "Sobreviveram 710/2200", beside = TRUE, ylim = c(0,2000), col=c("#78161a","#2e5c10"))
12.Você poderia construir um gráfico da variável “sobreviveu” por “sexo”?
T1 = table(Titanic$Sexo, Titanic$Sobreviveu)
bp = barplot(T1,
col=c("#f77614","#46c215"),
main= "Sobreviventes por sexo",
horiz = FALSE, beside=TRUE,
legend.text = rownames(T1),
args.legend = list(x = "topleft"))
Tab_SC <- table(Titanic$Sobreviveu, Titanic$Classe)
barplot(Tab_SC, beside = T, names.arg = c("Tripulação", "Primeira", "Segunda", "Terceira"), legend.text= T, args.legend = list(x = "top"), ylim = c(0,1000), main = "Sobreviventes por Classe", col= c("#e911f5", "#04db73"), border = "#db0470", ylab = "Sobreviventes", xlab = "Classe")
R:Sim, no gráfico “balloonplot”, os tons de azul e o tamanho dos círculos representam a quantidade de pessoas: quanto mais claro e maior o círculo, maior a quantidade. As classes que sofreram mais perdas foram a “Tripulação”, seguida pela “Terceira Classe”. No gráfico “mosaicplot”, também se observa que a “Tripulação” teve a maior perda de vidas, seguida pela “Terceira Classe”. Em relação aos sobreviventes, esse gráfico pode gerar confusão devido ao tamanho e à largura das barras. Com base nos gráficos, é possível notar que a maior parte dos não sobreviventes pertencia à tripulação. Em contraste, a maioria dos passageiros da primeira classe sobreviveu, apesar de ser um grupo menor, enquanto a maior parte da terceira classe não sobreviveu, mesmo sendo mais numerosa que a primeira e a segunda classes.
R:A análise dos dados do Titanic revela uma forte correlação entre as características dos passageiros e suas chances de sobrevivência. Mulheres e crianças apresentaram taxas de sobrevivência significativamente mais altas do que homens e adultos, respectivamente, refletindo a priorização desses grupos durante o resgate. A classe social também foi um fator determinante, com passageiros da primeira classe tendo maior probabilidade de sobreviver devido ao acesso privilegiado a botes salva-vidas. Em contraste, a tripulação e os passageiros da terceira classe, que ocupavam as áreas mais baixas do navio, enfrentaram as maiores taxas de mortalidade.