Passo 1 - Carregar a base de dados

load(url("https://github.com/DATAUNIRIO/Base_de_dados/raw/master/Titanic.RData"))
ls()

Passo 2 - Olhar a base de dados

head(Titanic$Classe)
tail(Titanic$Classe)

A palavra “tripulação” está escrita de forma errada.

Passo 3 - Corrigir a base de dados e verificar se o problema foi corrigido

Titanic$Classe = iconv(Titanic$Classe, "latin1", "UTF-8")
str(Titanic)
tail(Titanic$Classe)
View(Titanic)

Problema resolvido!

Questões da Atividade

(Questão 1) - Quantas pessoas tinha no Titanic? Quantas informações (variáveis) existem no banco de dados?

Com o código abaixo, é possível concluir que haviam 2200 pessoas no Titanic, somando o total de sobreviventes (710) e não sobreviventes (1490). Total de Pessoas: O número de passageiros do Titanic. Variáveis: Quantidade de atributos informativos, como idade, classe e gênero. Sobreviventes: Número de passageiros que sobreviveram. Proporção de Sobreviventes: Cálculo da fração de sobreviventes em relação ao total.

tabela_sobrevivencia = table(Titanic$Sobreviveu)
tabela_sobrevivencia

(Questão 2) - Quantas pessoas sobreviveram ao Titanic?

O número de sobreviventes fornece uma medida direta do impacto do desastre. O número de sobreviventes é 710. Esse valor, comparado ao número total de passageiros, indica a gravidade do evento e a limitada capacidade de resgate.

tabela_sobrevivencia = table(Titanic$Sobreviveu)
tabela_sobrevivencia

(Questão 3) - Qual é a proporção de pessoas que sobreviveram ao Titanic?

A proporção de pessoas que sobreviveram ao Titanic pode ser encontrada utilizando o código abaixo. O código nos mostra que apenas 33.27% das pessoas a bordo do Titanic sobreviveram ao naufrágio. Por outro lado, 67.73% não sobreviveu. Com isso, percebemos que a grande maioria das pessoas a bordo não sobreviveram. A proporção de sobreviventes nos dá uma visão geral da severidade do desastre. Se, por exemplo, apenas cerca de 30% dos passageiros sobreviveram, isso indica que o número de botes salva-vidas e os procedimentos de evacuação foram insuficientes para salvar a maioria das pessoas a bordo. Essa baixa taxa de sobrevivência reflete falhas na segurança e na resposta a emergências, reforçando a necessidade de revisões rigorosas em protocolos de segurança.

round(prop.table(tabela_sobrevivencia)*100,2)

(Questão 4) - Quantas mulheres sobreviveram?

Usando o código abaixo, descobrimos que 126 mulheres sobreviveram ao Titanic e 344 não sobreviveram. Por outro lado, 1364 homens não sobreviveram e 366 sobreviveram. Nota-se uma grande diferença entre os números referentes ao sexo. Se o número de mulheres sobreviventes é consideravelmente alto, isso indica que houve uma priorização de mulheres durante a evacuação do Titanic, em linha com a prática de “mulheres e crianças primeiro.” Esse padrão de sobrevivência reflete normas sociais e culturais da época, onde mulheres eram consideradas um grupo prioritário em situações de emergência.

table(Titanic$Sexo, Titanic$Sobreviveu)

(Questão 5) - Quantas crianças sobreviveram?

Usando o código abaixo, descobrimos que apenas 57 crianças sobreviveram ao Titanic e 52 não. Percebe-se um grande desacordo entre os números referentes à idade dos sobreviventes e não sobreviventes. Supondo que o número de crianças sobreviventes seja significativamente alto em relação ao total de crianças a bordo, isso sugere que houve uma prioridade para evacuar crianças, alinhado com a política de “mulheres e crianças primeiro.” Esse dado reforça a ideia de que, em situações de emergência, as crianças foram protegidas como um grupo vulnerável. Por outro lado, se o número de crianças sobreviventes for baixo, isso pode indicar que as políticas de resgate falharam em proteger adequadamente as crianças.

table(Titanic$Idade, Titanic$Sobreviveu)

(Questão 6) - Quantas pessoas da terceira classe sobreviveram?

Usando o código abaixo, descobrimos que apenas 178 pessoas da terceira classe sobreviveram ao Titanic. Comparando os números, percebemos que a classe ocupada pelas pessoas no Titanic apresenta grande influência sobre a variável sobrevivência.

table(Titanic$Classe, Titanic$Sobreviveu)

(Questão 7) - Qual o percentual de mulheres que sobreviveu?

Com o código usado abaixo, vemos que o percentual de mulheres que sobreviveu é aproximadamente 15.64%. Enquanto isso, o percentual de homens que sobreviveram não se encontra muito distante do mesmo número, apresentando 16.63%. Portanto, vale ressaltar a enorme discrepância entre os números dos não sobrevivente, nota-se que 5.73% das mulheres não sobreviveram e 62% dos homens não sobreviveram. Com isso, podemos tirar várias conclusões, uma delas é que o sexo da pessoa, neste caso em específico, acaba influenciando nas suas chances de sobrevivência.

prop.table(table(Titanic$Sexo, Titanic$Sobreviveu))*100

(Questão 8) - Qual o percentual de crianças que sobreviveu

Com o código usado abaixo, vemos que o percentual de crianças que sobreviveu é aproximadamente 2.59%. Enquanto isso, o percentual de adultos que sobreviveram se encontra distante do mesmo número, apresentando 29,68%. Portanto, vale ressaltar a enorme discrepância entre os números dos não sobreviventes, nota-se que 2.36% das crianças não sobreviveram e 65.36% dos adultos não sobreviveram. Com isso, podemos tirar várias conclusões, uma delas é que a idade da pessoa, neste caso em específico, acaba influenciando nas chances de sobrevivência.

prop.table(table(Titanic$Idade, Titanic$Sobreviveu))*100

(Questão 9) - Qual o percentual da terceira classe que sobreviveu?

Usando o código abaixo, descobrimos que 24% das pessoas da terceira classe não sobreviveram ao Titanic. Comparando os números, percebemos que a classe ocupada pelas pessoas no Titanic apresenta grande influência sobre a variável sobrevivência. Isso reflete a realidade de que os passageiros dessa classe tinham menores chances de acesso aos botes salva-vidas e eram, em muitos casos, priorizados depois dos passageiros das classes superiores. Esse padrão sugere que tanto a localização dos passageiros a bordo quanto as normas de evacuação tiveram um impacto significativo na sobrevivência.

prop.table(table(Titanic$Classe, Titanic$Sobreviveu))*100

(Questão 10) - Que tipo de gráfico você pode utilizar nesse tipo de dado? Por quê?

Um gráfico de barras ou um gráfico de proporções (gráfico de pizza ou barras empilhadas) seria ideal.

  1. Um gráfico de barras é ótimo para comparar contagens ou proporções entre grupos, mostrando a quantidade de sobreviventes e não sobreviventes na terceira classe. Ele destaca as diferenças absolutas, facilitando a comparação direta entre os grupos. Por exemplo, podemos usar um gráfico de barras para visualizar quantos passageiros da terceira classe sobreviveram em comparação aos que não sobreviveram.

  2. Um gráfico de pizza ou um gráfico de barras empilhadas (dividido entre sobreviventes e não sobreviventes) mostra as proporções de maneira intuitiva, facilitando a visualização das partes em relação ao todo. Por exemplo,um gráfico de pizza para a terceira classe, mostrando a porcentagem de sobreviventes versus não sobreviventes, ajudaria a entender o peso relativo de cada grupo.

Ambos os tipos de gráfico são úteis, mas o gráfico de barras é mais direto para comparações precisas de contagem, enquanto os gráficos de proporção são mais eficazes para destacar a relação percentual entre os grupos.

(Questão 11) - Você poderia construir um gráfico para a variável “sobreviveu”?

pie(tabela_sobrevivencia, main = "Gráfico 1 - Sobrevivência do Titanic", col = c("lightblue","blue"))

(Questão 12) - Você poderia construir um gráfico da variável “sobreviveu” por “sexo”?

barplot(table(Titanic$Sexo,Titanic$Sobreviveu), main = "Sobreviventes por sexo do Titanic", col = c("purple", "orange"))

(Questão 13) - Você poderia construir uma outra visualização de dados (além dessas duas)? Qual gráfico você sugere?

hist(table(Titanic$Classe,Titanic$Sobreviveu), main = "Sobreviventes do Titanic", ylab = "Classe", xlab = "Sobreviventes", col = c("red","blue"))

(Questão 14) - Você consegue interpretar esses dois gráficos? o que eles estão dizendo?

  1. Gráfico da Variável “Sobreviveu”: Esse gráfico nos mostra o número total de passageiros que sobreviveram comparado aos que não sobreviveram. Em geral, observamos que a quantidade de pessoas que não sobreviveu é maior do que a de pessoas que sobreviveram. Isso já indica que as chances de sobrevivência eram menores.

  2. Gráfico da Variável “Sobreviveu” por “Sexo”: Esse gráfico revela mais detalhes: mulheres tinham uma taxa de sobrevivência significativamente maior do que os homens. A maioria dos homens não sobreviveu, enquanto uma boa parte das mulheres sobreviveu. Isso pode ser explicado pela prática de “mulheres e crianças primeiro” em situações de evacuação.

Esses gráficos mostram que a sobrevivência estava relacionada ao gênero, com mulheres apresentando uma probabilidade maior de sobrevivência. Essa análise pode ser útil para entender comportamentos de evacuação e para otimizar futuros planos de segurança em situações de risco.

(Questão 15) - Se você fosse fazer um Pitch com recomendações sobre o Titanic a partir dos dados. Qual ideia você passaria? Quero um posicionamento!

Eu focaria nas seguintes ideias e recomendações com base nos dados de sobrevivência:

  1. Fatores que Influenciaram a Sobrevivência: Gênero e Idade: Dados mostram que mulheres e crianças tiveram maiores taxas de sobrevivência. Isso sugere que em situações de risco, a prioridade dada a mulheres e crianças aumentou as chances de resgate desses grupos. Classe Socioeconômica: Passageiros da primeira e segunda classes tiveram taxas de sobrevivência mais altas do que os da terceira classe. Isso pode refletir tanto o acesso mais fácil aos botes salva-vidas quanto possíveis desigualdades no processo de evacuação. Em futuras emergências, é importante que as políticas de evacuação garantam acesso igualitário aos equipamentos de segurança, independentemente da localização no transporte ou da classe.

  2. Capacidade e Acessibilidade dos Botes Salva-Vidas: A análise revela que muitos passageiros não tiveram a chance de acessar os botes devido ao número insuficiente em relação à quantidade de pessoas a bordo. Ter uma quantidade maior de botes, assim como rotas de evacuação claramente designadas, poderia ter reduzido o número de vítimas. Recomendaria empre ter botes e equipamentos de resgate suficientes para acomodar todos os passageiros, além de treinar a equipe para organizar o embarque nos botes de forma eficiente.

  3. Treinamento da Tripulação e Simulações de Emergência: A tripulação do Titanic provavelmente não estava suficientemente treinada para coordenar uma evacuação eficiente, o que contribuiu para a desorganização e o pânico entre os passageiros. Recomendaria investir em treinamentos regulares para simular situações de emergência e melhorar a tomada de decisão e a coordenação dos tripulantes.

O desastre do Titanic nos mostra que a prevenção e o planejamento eficaz são essenciais em qualquer operação de transporte. Com as medidas de segurança apropriadas e treinamento adequado, a sobrevivência poderia ter sido muito maior.