Abaixo são apresentados os resultados consolidados no dashboard, os dados de Velocidades registradas pelo WAZE nos últimos seis meses na região e ao final o relatório da Simulação de Tráfego na região. Atualização em 2024-07-09 16:48:59.
Os traçados representam filas de lentidão baseadas na localização e velocidade dos usuários do Waze.
O Waze gera informações de congestionamento de tráfego processando as seguintes fontes de dados:
● Pontos de localização GPS enviados pelos telefones dos usuários (usuários que dirigem enquanto usam o aplicativo) e cálculos da velocidade real vs. velocidade média (no intervalo de tempo específico) e velocidade livre de fluxo (velocidade máxima medida no segmento da via).
● Os dados de velocidade média por trecho são dados pela Velocidade média atual em segmentos congestionados em metros/segundos.
No período foram idendificados 62 Alertas com atraso médio de 98.23 segundos, extensão média de 805.65 metros e velocidade média de 18.06km/h.
O numero de registro de filas no período de setembro de 11/01/2024 a 09/07/2024 foi de 62
No período foram idendificados 120 Alertas com atraso médio de 115.2 segundos, extensão média de 734.77 metros e velocidade média de 16.19km/h.
O numero de registro de filas no período de setembro de 11/01/2024 a 09/07/2024 foi de 120.
Velocidade Media Estimada:
\[\Bigg(\frac{extensão\,\,do\,\, congestionamento}{\Big(\frac{extensão\,\,do congestionamento}{velocidade}\Big)-atraso}\Bigg)*3.6 \]
Fonte: Waze CCP.
O presente estudo visa avaliar o impacto de duas propostas de travessia na Av. Osvaldo Aranha nas proximidades do Hospital de Pronto Socorro e Rua Felipe Camarão. O intuito dessa avaliação é de avaliar como as diferentes configurações de travessia poderão impactar o fluxo no local.
Foram avaliados os cenários abaixo descritos sendo aplicadas suas configurações para os horários de pico da manhã e tarde, considerando os volumes e tempos semafóricos correspondentes.
Este cenário apresenta a configuração de uma faixa de rolamento com operação siga livre para quem segue em frente pela Av. Bento Gonçalves e duas faixas de rolamento semaforizadas para quem realiza a conversão no sentido da Rua Silvado.
Este cenário apresenta a configuração de duas faixas de rolamento com operação siga livre para quem segue em frente pela Av. Bento Gonçalves e duas faixas de rolamento semaforizadas para quem realiza a conversão no sentido da Rua Silvado. Nesse cenário a faixa ao centro da pista é compartilhada pelos dois movimentos. Assim, a faixa de rolamento central é semaforizada para conversão para a Rua Silvado e livre para quem seque em frente pela Av. Bento Gonçalves. Isso faz com que quem segue pela Av. Bento Gonçalves enfrente restrições caso existam veículos parados na faixa de rolamento central aguardando o sinal verde para conversão - tornando intermitente a oportunidade de seguir em frente pela faixa de rolamento central.
Este cenário apresenta a configuração de duas faixas de rolamento com operação siga livre para quem segue em frente pela Av. Bento Gonçalves e uma faixa de rolamento semaforizada para quem realiza a conversão no sentido da Rua Silvado. Nesse cenário a faixa ao centro da pista é dedicada apenas ao movimentos em frente e livre. Ampliando a capacidade ao longo do eixo da Av. Bento Gonçalves. Além disso, nessa configuração, o eixo da Av. Bento Golçalves passsa a contar cim uma única faixa de rolamento para conversão - reduzindo a capacidade de conversões em direção à Rua Silvado.
Abaixo são demonstrados os trechos de percurso sobre os quais são medidos os tempos de percurso e os volumes praticados nas seções.
Abaixo são demonstrados os locais eleitos como pontos de verificação do tráfego.
Abaixo são demonstrados os locais eleitos como pontos de avaliação de filas.
Os resultados apresentados reproduzem os dados obtidos após convergência da calibração do modelo e realização de 30 iterações por cenário.
O nível de Serviço definido pelo Highway Capacity Manual - HCM baseia-se na análise de adequabilidade de uma determinada oferta de infraestrutura viária à demanda atendida por esta, aferida por meio de medidas quantitativas e qualitativas que caracterizam a qualidade operacional de um fluxo de tráfego e sua percepção por motoristas e passageiros.
Seis níveis de Serviço são definidos em função do desempenho da via analisada, os quais são designados por letras, de “A” a“F”, onde o nível de serviço “A” representa as melhores condições operacionais e o “F” a pior.
Nos projetos ou no planejamento de vias, tomam-se como referência os níveis de serviço “C” ou “D”, já que garantem uma boa qualidade de serviço para os usuários e uma operação sem saturação por um bom período de tempo, sem a necessidade de superdimensionar a oferta viária.Os Níveis de Serviço são:
“A” ou (1) -Condição de fluxo completamente livre. A operação praticamente não é afetada pela presença de outros veículos, sendo condicionada apenas em função das características físicas da via e comportamento dos motoristas. Pequenas perturbações no fluxo são absorvidas sem que ocorra uma variação na velocidade média da corrente de tráfego.
“B” ou (2) –Condição de fluxo livre, embora a presença de outros veículos se torna perceptível. A velocidade é a mesma observada para o nível “A, mas os motoristas têm uma liberdade de manobra ligeiramente inferior. Pequenas perturbações ainda são facilmente absorvidas, embora a deterioração no local do evento se torna perceptível.
“C” ou (3) –A influência da densidade do tráfego se torna marcante. A possibilidade de manobra dentro da corrente de tráfego é claramente afetada pela presença de outros veículos. Pequenas perturbações na corrente de tráfego causam séria deterioração do nível de serviço, sendo que filas se formarão a montante de perturbações maiores.
“E” ou (5) –Representa uma operação próxima ou no limite da capacidade, com o fluxo instável. A densidade do tráfego é variável, em função da velocidade da via, e os veículos circulam com o mínimo espaçamento capaz de manter a corrente de tráfego uniforme. Perturbações no tráfego podem ser facilmente dissipadas, geralmente levando à formação de congestionamento.
“F” ou (6) –Representa fluxo forçado ou interrompido e ocorre quando a demanda projetada para a infraestrutura viária é superior à capacidade ofertada. Embora a operação no ponto no qual há restrição de capacidade ocorra no limite do nível “E”, filas se formam à montante da via, com operação instável e alternância de movimento e paradas. Vale notar que o nível “F” pode ser usado para descrever o ponto no qual se inicia a formação do congestionamento, bem como a condição operacional da fila que se forma à montante.
Embora o simulador Vissim não aplique integralmente a metodologia para avaliação dos níveis de serviço proposta pelo HCM, os resultados de níveis de serviço fornecidos pelo simulador são compatíveis como demonstrado em estudo recente (Sistuk and Monastyrskyi, 2019).
Abaixo são apresentados os níveis de serviço obtido nos cruzamentos e cenários avaliados e é possível perceber que tanto na interseção como nos segmentos a montante e a jusante, em ambos os cenários obteve-se um nível de serviço A.
### Manhã
A mecanismo de avaliação de filas queue counter do VISSIM avalia medidas de tamanhos de fila, fornecendo informações como tamanho médio, mínimo e máximo de filas. No presente estudo, como medidas de desempenho, foram avaliados os tamanhos médios e máximos de finas nas aproximações dos dois cruzamentos avaliados nos quatro cenários definidos.
Os dados demonstram que:
Na aproximação Bento / Silvado no cenário Manhã Atual 1:2 o tamanho médio de filas foi de 21.4 m, no cenário Manhã 2:2 o tamanho médio de filas foi de 21.41 m, e no cenário Manhã 2:1 o tamanho médio de filas foi de 21.39 m.
Na aproximação Bento BC no cenário Manhã Atual 1:2 o tamanho médio de filas foi de 287.64 m, no cenário Manhã 2:2 o tamanho médio de filas foi de 192.71 m, e no cenário Manhã 2:1 o tamanho médio de filas foi de 134.5 m.
Na aproximação Bento CB no cenário Manhã Atual 1:2 o tamanho médio de filas foi de 32.77 m, no cenário Manhã 2:2 o tamanho médio de filas foi de 32.79 m, e no cenário Manhã 2:1 o tamanho médio de filas foi de 32.77 m.
Os dados demonstram que:
Na aproximação Bento / Silvado no cenário Manhã Atual 1:2 o tamanho máximo de filas foi de 119.97 m, no cenário Manhã 2:2 o tamanho máximo de filas foi de 119.91 m, e no cenário Manhã 2:1 o tamanho máximo de filas foi de 119.97 m.
Na aproximação Bento BC no cenário Manhã Atual 1:2 o tamanho máximo de filas foi de 334.82 m, no cenário Manhã 2:2 o tamanho máximo de filas foi de 333.51 m, e no cenário Manhã 2:1 o tamanho máximo de filas foi de 332.83 m.
Na aproximação Bento CB no cenário Manhã Atual 1:2 o tamanho máximo de filas foi de 130.53 m, no cenário Manhã 2:2 o tamanho máximo de filas foi de 130.48 m, e no cenário Manhã 2:1 o tamanho máximo de filas foi de 130.53 m.
A mecanismo de avaliação em pontos espefíficoss Data Collectiojn Point do VISSIM avalia medidas de volume veicular, velocidade média, atraso médio em fila e taxa de ocoupação imediatamente anteriores ao ponto especificado
Os dados demonstram que:
Na aproximação Bento / Silvado no cenário Manhã Atual 1:2 o volume médio veicular foi de 418 veículos/h, no cenário Manhã 2:1 o volume médio veicular foi de 418 veículos/h, e no cenário Manhã 2:2 o volume médio veicular foi de 418 veículos/h.
Na aproximação Bento BC no cenário Manhã Atual 1:2 o volume médio veicular foi de 1701 veículos/h, no cenário Manhã 2:1 o volume médio veicular foi de 2220 veículos/h, e no cenário Manhã 2:2 o volume médio veicular foi de 2165 veículos/h.
Na aproximação Bento CB no cenário Manhã Atual 1:2 o volume médio veicular foi de 852 veículos/h, no cenário Manhã 2:1 o volume médio veicular foi de 852 veículos/h, e no cenário Manhã 2:2 o volume médio veicular foi de 852 veículos/h.
Os dados demonstram que:
Na aproximação Bento / Silvado no cenário Manhã Atual 1:2 a velocidade média veicular foi de 21.96 km/h, no cenário Manhã 2:1 a velocidade média veicular foi de 21.99 km/h, e no cenário Manhã 2:2 a velocidade média veicular foi de 22 km/h.
Na aproximação Bento BC no cenário Manhã Atual 1:2 a velocidade média veicular foi de 19.13 km/h, no cenário Manhã 2:1 a velocidade média veicular foi de 23.79 km/h, e no cenário Manhã 2:2 a velocidade média veicular foi de 21.8 km/h.
Na aproximação Bento CB no cenário Manhã Atual 1:2 a velocidade média veicular foi de 23.9 km/h, no cenário Manhã 2:1 a velocidade média veicular foi de 23.89 km/h, e no cenário Manhã 2:2 a velocidade média veicular foi de 23.89 km/h.
Os dados demonstram que:
Na aproximação Bento / Silvado no cenário Manhã Atual 1:2 o atraso médio veicular foi de 23.28 s, no cenário Manhã 2:1 o atraso médio veicular foi de 23.4 s, e no cenário Manhã 2:2 o atraso médio veicular foi de 23.37 s.
Na aproximação Bento BC no cenário Manhã Atual 1:2 o atraso médio veicular foi de 150.72 s, no cenário Manhã 2:1 o atraso médio veicular foi de 53.6 s, e no cenário Manhã 2:2 o atraso médio veicular foi de 75.88 s.
Na aproximação Bento CB no cenário Manhã Atual 1:2 o atraso médio veicular foi de 33.43 s, no cenário Manhã 2:1 o atraso médio veicular foi de 33.21 s, e no cenário Manhã 2:2 o atraso médio veicular foi de 33.17 s.
Os dados demonstram que:
Na aproximação Bento / Silvado no cenário Manhã Atual 1:2 a taxa de ocupacão veicular foi de 6444.62 %, no cenário Manhã 2:1 a taxa de ocupacão veicular foi de 6457.08 %, e no cenário Manhã 2:2 a taxa de ocupacão veicular foi de 6455.64 %.
Na aproximação Bento BC no cenário Manhã Atual 1:2 a taxa de ocupacão veicular foi de 4842.12 %, no cenário Manhã 2:1 a taxa de ocupacão veicular foi de 5334.18 %, e no cenário Manhã 2:2 a taxa de ocupacão veicular foi de 5363.75 %.
Na aproximação Bento CB no cenário Manhã Atual 1:2 a taxa de ocupacão veicular foi de 1937.83 %, no cenário Manhã 2:1 a taxa de ocupacão veicular foi de 1847.86 %, e no cenário Manhã 2:2 a taxa de ocupacão veicular foi de 1841.36 %.
Os tempos de percurso Vehicle Travel Time calcula a performance entre duas seções da rede, fornecendo valores como tempo de viagem, distância percorrida e número de veículos que atravessaram o trecho definido pelas seções.
Mapa de percursos:
Os dados demonstram que:
No trecho Bento Bairro Centro no cenário Manhã Atual 1:2 o tempo médio veicular foi de 226.7 s no cenário Manhã 2:2 o tempo médio veicular foi de 153.13 s e no cenário Manhã 2:1 o tempo médio veicular foi de 133.65 s.
No trecho Bento Bairro Silvado no cenário Manhã Atual 1:2 o tempo médio veicular foi de 259.04 s no cenário Manhã 2:2 o tempo médio veicular foi de 159.51 s e no cenário Manhã 2:1 o tempo médio veicular foi de 137.47 s.
No trecho Bento Centro Bairro no cenário Manhã Atual 1:2 o tempo médio veicular foi de 113.75 s no cenário Manhã 2:2 o tempo médio veicular foi de 113.78 s e no cenário Manhã 2:1 o tempo médio veicular foi de 113.76 s.
No trecho Bento Centro Silvado no cenário Manhã Atual 1:2 o tempo médio veicular foi de 62.35 s no cenário Manhã 2:2 o tempo médio veicular foi de 62.35 s e no cenário Manhã 2:1 o tempo médio veicular foi de 62.34 s.
Os dados demonstram que:
No trecho Bento Bairro Centro no cenário Manhã Atual 1:2 o volume médio veicular no trecho foi de 1297 veículosh/, no cenário Manhã 2:2 o volume médio veicular no trecho foi de 1670 veículosh/, e no cenário Manhã 2:1 o volume médio veicular no trecho foi de 1693 veículos/h.
No trecho Bento Bairro Silvado no cenário Manhã Atual 1:2 o volume médio veicular no trecho foi de 384 veículosh/, no cenário Manhã 2:2 o volume médio veicular no trecho foi de 499 veículosh/, e no cenário Manhã 2:1 o volume médio veicular no trecho foi de 506 veículos/h.
No trecho Bento Centro Bairro no cenário Manhã Atual 1:2 o volume médio veicular no trecho foi de 848 veículosh/, no cenário Manhã 2:2 o volume médio veicular no trecho foi de 848 veículosh/, e no cenário Manhã 2:1 o volume médio veicular no trecho foi de 848 veículos/h.
No trecho Bento Centro Silvado no cenário Manhã Atual 1:2 o volume médio veicular no trecho foi de 86 veículosh/, no cenário Manhã 2:2 o volume médio veicular no trecho foi de 86 veículosh/, e no cenário Manhã 2:1 o volume médio veicular no trecho foi de 86 veículos/h.
A mecanismo de avaliação de filas queue counter do VISSIM avalia medidas de tamanhos de fila, fornecendo informações como tamanho médio, mínimo e máximo de filas. No presente estudo, como medidas de desempenho, foram avaliados os tamanhos médios e máximos de finas nas aproximações dos dois cruzamentos avaliados nos quatro cenários definidos.
Os dados demonstram que:
Na aproximação Bento / Silvado no cenário Tarde 2:2 o tamanho médio de filas foi de 125.63 m, no cenário Tarde Atual 1:2 o tamanho médio de filas foi de 124.42 m, e no cenário Tarde 2:1 o tamanho médio de filas foi de 124.15 m.
Na aproximação Bento BC no cenário Tarde 2:2 o tamanho médio de filas foi de 256.66 m, no cenário Tarde Atual 1:2 o tamanho médio de filas foi de 242.04 m, e no cenário Tarde 2:1 o tamanho médio de filas foi de 288.45 m.
Na aproximação Bento CB no cenário Tarde 2:2 o tamanho médio de filas foi de 151.25 m, no cenário Tarde Atual 1:2 o tamanho médio de filas foi de 151.61 m, e no cenário Tarde 2:1 o tamanho médio de filas foi de 151.33 m.
Os dados demonstram que:
Na aproximação Bento / Silvado no cenário Tarde 2:2 o tamanho máximo de filas foi de 208.87 m, no cenário Tarde Atual 1:2 o tamanho máximo de filas foi de 208.88 m, e no cenário Tarde 2:1 o tamanho máximo de filas foi de 208.69 m.
Na aproximação Bento BC no cenário Tarde 2:2 o tamanho máximo de filas foi de 334.72 m, no cenário Tarde Atual 1:2 o tamanho máximo de filas foi de 334.63 m, e no cenário Tarde 2:1 o tamanho máximo de filas foi de 334.84 m.
Na aproximação Bento CB no cenário Tarde 2:2 o tamanho máximo de filas foi de 208.75 m, no cenário Tarde Atual 1:2 o tamanho máximo de filas foi de 208.72 m, e no cenário Tarde 2:1 o tamanho máximo de filas foi de 208.59 m.
A mecanismo de avaliação em pontos espefíficoss Data Collectiojn Point do VISSIM avalia medidas de volume veicular, velocidade média, atraso médio em fila e taxa de ocoupação imediatamente anteriores ao ponto especificado
Os dados demonstram que:
Na aproximação Bento / Silvado no cenário Tarde 2:1 o volume médio veicular foi de 648 veículos/h, no cenário Tarde Atual 1:2 o volume médio veicular foi de 667 veículos/h, e no cenário Tarde 2:2 o volume médio veicular foi de 666 veículos/h.
Na aproximação Bento BC no cenário Tarde 2:1 o volume médio veicular foi de 1150 veículos/h, no cenário Tarde Atual 1:2 o volume médio veicular foi de 1583 veículos/h, e no cenário Tarde 2:2 o volume médio veicular foi de 1428 veículos/h.
Na aproximação Bento CB no cenário Tarde 2:1 o volume médio veicular foi de 1312 veículos/h, no cenário Tarde Atual 1:2 o volume médio veicular foi de 1348 veículos/h, e no cenário Tarde 2:2 o volume médio veicular foi de 1347 veículos/h.
Os dados demonstram que:
Na aproximação Bento / Silvado no cenário Tarde 2:1 a velocidade média veicular foi de 22.7 km/h, no cenário Tarde Atual 1:2 a velocidade média veicular foi de 22.65 km/h, e no cenário Tarde 2:2 a velocidade média veicular foi de 22.67 km/h.
Na aproximação Bento BC no cenário Tarde 2:1 a velocidade média veicular foi de 23.77 km/h, no cenário Tarde Atual 1:2 a velocidade média veicular foi de 21.68 km/h, e no cenário Tarde 2:2 a velocidade média veicular foi de 21.88 km/h.
Na aproximação Bento CB no cenário Tarde 2:1 a velocidade média veicular foi de 24.23 km/h, no cenário Tarde Atual 1:2 a velocidade média veicular foi de 24.23 km/h, e no cenário Tarde 2:2 a velocidade média veicular foi de 24.24 km/h.
Os dados demonstram que:
Na aproximação Bento / Silvado no cenário Tarde 2:1 o atraso médio veicular foi de 60.93 s, no cenário Tarde Atual 1:2 o atraso médio veicular foi de 61.41 s, e no cenário Tarde 2:2 o atraso médio veicular foi de 61.69 s.
Na aproximação Bento BC no cenário Tarde 2:1 o atraso médio veicular foi de 251.88 s, no cenário Tarde Atual 1:2 o atraso médio veicular foi de 151.75 s, e no cenário Tarde 2:2 o atraso médio veicular foi de 188.44 s.
Na aproximação Bento CB no cenário Tarde 2:1 o atraso médio veicular foi de 66.25 s, no cenário Tarde Atual 1:2 o atraso médio veicular foi de 66.42 s, e no cenário Tarde 2:2 o atraso médio veicular foi de 66.65 s.
Os dados demonstram que:
Na aproximação Bento / Silvado no cenário Tarde 2:1 a taxa de ocupacão veicular foi de 60.03 %, no cenário Tarde Atual 1:2 a taxa de ocupacão veicular foi de 60.27 %, e no cenário Tarde 2:2 a taxa de ocupacão veicular foi de 60.1 %.
Na aproximação Bento BC no cenário Tarde 2:1 a taxa de ocupacão veicular foi de 47.71 %, no cenário Tarde Atual 1:2 a taxa de ocupacão veicular foi de 41.69 %, e no cenário Tarde 2:2 a taxa de ocupacão veicular foi de 44.13 %.
Na aproximação Bento CB no cenário Tarde 2:1 a taxa de ocupacão veicular foi de 25.83 %, no cenário Tarde Atual 1:2 a taxa de ocupacão veicular foi de 25.21 %, e no cenário Tarde 2:2 a taxa de ocupacão veicular foi de 26.05 %.
Os tempos de percurso Vehicle Travel Time calcula a performance entre duas seções da rede, fornecendo valores como tempo de viagem, distância percorrida e número de veículos que atravessaram o trecho definido pelas seções.
Mapa de percursos:
Os dados demonstram que:
No trecho Bento Bairro Centro no cenário Tarde 2:2 o tempo médio veicular foi de 264.93 s no cenário Tarde Atual 1:2 o tempo médio veicular foi de 219.93 s e no cenário Tarde 2:1 o tempo médio veicular foi de 325.24 s.
No trecho Bento Bairro Silvado no cenário Tarde 2:2 o tempo médio veicular foi de 279.74 s no cenário Tarde Atual 1:2 o tempo médio veicular foi de 250.68 s e no cenário Tarde 2:1 o tempo médio veicular foi de 338.67 s.
No trecho Bento Centro Bairro no cenário Tarde 2:2 o tempo médio veicular foi de 160.8 s no cenário Tarde Atual 1:2 o tempo médio veicular foi de 160.45 s e no cenário Tarde 2:1 o tempo médio veicular foi de 160.02 s.
No trecho Bento Centro Silvado no cenário Tarde 2:2 o tempo médio veicular foi de 102.42 s no cenário Tarde Atual 1:2 o tempo médio veicular foi de 102.55 s e no cenário Tarde 2:1 o tempo médio veicular foi de 101.97 s.
Os dados demonstram que:
No trecho Bento Bairro Centro no cenário Tarde 2:2 o volume médio veicular no trecho foi de 865 veículosh/, no cenário Tarde Atual 1:2 o volume médio veicular no trecho foi de 959 veículosh/, e no cenário Tarde 2:1 o volume médio veicular no trecho foi de 714 veículos/h.
No trecho Bento Bairro Silvado no cenário Tarde 2:2 o volume médio veicular no trecho foi de 545 veículosh/, no cenário Tarde Atual 1:2 o volume médio veicular no trecho foi de 606 veículosh/, e no cenário Tarde 2:1 o volume médio veicular no trecho foi de 427 veículos/h.
No trecho Bento Centro Bairro no cenário Tarde 2:2 o volume médio veicular no trecho foi de 1329 veículosh/, no cenário Tarde Atual 1:2 o volume médio veicular no trecho foi de 1332 veículosh/, e no cenário Tarde 2:1 o volume médio veicular no trecho foi de 1296 veículos/h.
No trecho Bento Centro Silvado no cenário Tarde 2:2 o volume médio veicular no trecho foi de 99 veículosh/, no cenário Tarde Atual 1:2 o volume médio veicular no trecho foi de 99 veículosh/, e no cenário Tarde 2:1 o volume médio veicular no trecho foi de 96 veículos/h.
O estudo simulou diferentes distribuições das faixas de rolamento na Av. Bento Gonçalves para servir aos movimentos de conversão à esquerda na Rua Silvado e para seguir em frente na Av. Bento Gonçalves.
A conversão em questão é semaforizada em função do conflito com o sentido oposto da Av. Bento Gonçalves, já o movimento em frente no sentido Bairro/Centro da Av. Bento Gonçalves é do tipo “Em Frente Siga Livre”.
Como a Av. Bento Gonçalves conta com três faixas de rolamento no sentido bairro/centro os cenários simularam a distribuição dos movimentos nessas três faixas. O primeiro cenário que representa a situação atual consiste na destinação de uma faixa de rolamento única com siga em frente e duas faixas para conversão à esquerda. O Segundo cenário simula dois faixas para seguir em frente e duas para conversão e, para isso, a faixa de rolamento central foi configurada como uma faixa compartilhada pelos dois movimentos. O Terceiro cenário simulou a situação em que duas faixas são destinadas para o movimento em frente e apenas uma faixa junto do canteiro central é destinada para conversão à esquerda.
Abaixo são reportadas as principais mudanças na performance da interseção de acordo com os diferentes cenários simulados.
Durante as simulações realizada o cenário atual apresentou nível de serviço “E” e as propostas alternativas apresentaram alguma melhoria nos níveis de serviço. O cenário “2:2” com a faixa de rolamento central servindo aos dois movimentos da aproximação bairro/centro apresentou nível de serviço “D” e o cenário com a proposto de duas faixas de rolamento exclusivas para o movimento em frente e uma faixa de rolamento exclusiva apresentou o melhor nível de serviço com nível “D”.
Pela tarde a simulação do cenário atual apresentou nível de serviço “E” e os cenários propostos mantiveram o nível de serviço atual.
Como as mudanças simuladas são apenas na geometria e capacidade da aproximação bairro/centro da interseção, sem alteração da programação semafórica, não houve mudanças nos tempos de percurso dos movimentos no sentido centro/bairro. Dessa maneira, são apresentados a seguir, os dados dos tempos de percurso dos trajetos no sentido bairro/centro da Av. Bento Gonçalves que tem como destino o centro e a Rua Silvado.
Os resultados nos tempos de percurso apresentam um trade-off, uma vez que os ganhos operacionais obtidos na manhã a partir das modificações propostas, geram o efeito oposto pela tarde.
Nessa situação, as mudanças pela manhã favorecem o fluxo no sentido bairro/centro para ambos os movimentos tanto para quem se dirige ao centro, como para quem se dirige à Rua Silvado. Já pela tarde, a degradação do serviço para o fluxo que se dirige à Rua Silvado reflete negativamente no fluxo com destino ao centro.
Para avaliação dos cenários foram avaliados os tempos de percurso no sentido bairro/centro da Av. Bento Gonçalves com destino ao centro e à Rua Silvado.
Pela manhã o tempo de percurso em direção à Rua Silvado é de 259 segundos, no cenário com a faixa central compartilhada pelos dois movimentos avaliados o tempo de percurso para a Rua Silvado cai para 159 segundos. No cenário com duas faixas exclusivas para o movimento em frente e apenas uma faixa para conversão no sentido da Rua Silvado o tempo de percurso no sentido da Rua Silvado cai para 137 segundos.
Da mesma maneira o tempo de percurso com destino ao centro apresenta atualmente a duração de 226 segundos, reduzindo para 153 segundos no cenário com a faixa central compartilhada pelos movimentos em frente e de conversão. Por fim, o cenário com duas faixas em frente e uma de conversão o tempo de percurso cai para 133 segundos.
Os dados demonstram uma melhora nos tempos de percurso no sentido bairro/centro com destino ao centro e, a melhora do tempo de percurso do trajeto com destino à Rua Silvado, mesmo com a redução da capacidade para atendimento dos movimentos com direção à Rua Silvado.
Essa redução do tempo de percurso, mesmo com a redução da capacidade de conversão ocorre porque no cenário atual a demanda com direção ao centro não é atendida de modo satisfatório e com a ampliação da capacidade em direção ao centro, isso gera um ganho de velocidade média operacional no segmento bairro/centro acompanhado do aumento do volume em direção ao centro. Isso faz com que o melhor atendimento da demanda em direção ao centro reduza as restrições ao longo do link.
Desse modo, o ganho operacional do fluxo com sentido ao centro traz consigo “de carona” a melhoria do fluxo com sentido à Rua Silvado – mesmo com a capacidade da conversão reduzida.
Para avaliação dos cenários foram avaliados os tempos de percurso no sentido bairro/centro da Av. Bento Gonçalves com destino ao centro e à Rua Silvado.
Pela tarde o tempo de percurso em direção à Rua Silvado é de 250 segundos, no cenário com a faixa central compartilhada pelos dois movimentos avaliados o tempo de percurso para a Rua Silvado sobe para 279 segundos. No cenário com duas faixas exclusivas para o movimento em frente e apenas uma faixa para conversão no sentido da Rua Silvado o tempo de percurso no sentido da Rua Silvado sobe para 338 segundos.
Da mesma maneira o tempo de percurso com destino ao centro apresenta atualmente a duração de 219 segundos, subindo para 264 segundos no cenário com a faixa central compartilhada pelos movimentos em frente e de conversão. Por fim, o cenário com duas faixas em frente e uma de conversão o tempo de percurso sobe para 325 segundos.
Os dados demonstram uma degradação nos tempos de percurso no sentido bairro/centro com destino ao centro e com destino à Rua Silvado, em função da redução da capacidade para atendimento dos movimentos com direção à Rua Silvado. Essa elevação no tempo de percurso, ocorre porque, pela tarde, no cenário atual a demanda com direção ao centro é atendida de modo satisfatório e a maior demanda se concentra no fluxo com destina na Rua Silvado. Com a redução da capacidade em direção à Rua Silvado, é uma redução na capacidade de atendimento desse fluxo que é elevado pela tarde, concomitando à elevação dos volumes no sentido oposto e conflitante (centro/bairro). Isso gera a elevação da extensão de filas, aumento nos atrasos e, a queda do volume atendido no sentido bairro/centro, dada a redução na capacidade de atendimento da conversão. Isso faz com que o a pior qualidade de serviço no atendimento da demanda em direção à Rua Silvado gere maiores restrições ao longo do link no sentido bairro/centro, refletindo inclusive no desempenho do fluxo com destino no Centro.
Desse modo, a queda no desempenho operacional do fluxo com sentido à Rus Silvado traz consigo “de carona” a degradação do serviço no fluxo com destino ao Centro – mesmo com a capacidade em direção ao centro ampliada.
Os dados demonstram que no cenário atual as filas na Av. Bento Gonçalves, sentido bairro/centro apresentam extensão média de 287 metros, passando para 192metros no cenário 2:2 (faixa central compartilhada) e para 135 metros no cenário com duas faixas de rolamento exclusivas para o movimento em frente. Em relação aos tamanhos máximos de filas, não foram identificadas diferenças entre os três cenários, indicando que os picos de fina não são determinados pelo arranjo operacional, mas possivelmente por fatores como pico de demanda.
Pela tarde os cenários considerados apresentaram aumento da extensão média de filas no sentido bairro/centro da Av. Bento Gonçalves. No cenário 2:2, com a faixa central compartilhada pelos dois movimentos, a fila no sentido bairro/centro as filas médias aumentaram de 242 para 256 metros; no cenário 2:1 com duas faixas exclusivas para o movimento em frente, a extensão média das filas subiu de 242 para 288 metros. Essa dinâmica se explica pelo incremento de volume no sentido bairro/centro da Av. Bento Gonçalves com destino à Rua Silvado concomitante ao incremento de volume no sentido centro/bairro; como esses movimentos são conflitantes o incremento de ambos acarreta a formação de filas no pico tarde. Em relação ao tamanho máximo de filas, não houveram variações entre os diferente cenários.
Como esperado, os dados demonstram um ganho de capacidade nos dois cenários propostos. No cenário atual no sentido bairro/centro o cenário simulado é de 1701 veículos/hora, passando para 2165 veículos/hora no cenário 2:2 que considera a faixa central compartilhada e 2220 veículos/hora no cenário com duas faixas dedicas ao fluxo no sentido bairro/centro. Nos três cenários o volume atual praticado na conversão para a Rua Silvado não foi afetado.
Tarde
Em função do conflito dos movimentos em frente no sentido bairro/centro da Av. Bento Gonçalves e de conversão do bairro/centro para a Rua Silvado, os volumes no sentido bairro/centro apresentam queda em função da redução da capacidade de conversão na interseção. Ainda que os tempos semafóricos sejam mantidos, a redução da capacidade de conversão se dá porque no cenário 2:2 com a faixa central compartilhada; a faixa central que antes era dedicada exclusivamente para conversão passa a ser dedicada para os dois movimentos, e apenas a faixa mais ao centro permanece dedicada exclusivamente à conversão. No terceiro cenário, com a faixa central dedicada apenas para o movimento em frente, a capacidade de conversão para a Rua Silvado fica ainda mais limitada, explicando a queda na capacidade da interseção. Desse modo, no cenário atual a simulação apresentou uma capacidade na interseção de 1584 veículos/hora, contra 1356 veículos/hora no cenário com a faixa central compartilhada por ambos os movimentos e, 1150 veículos/hora no cenário onde apenas a faixa junto do canteiro central é dedicada ao movimento de conversão para a Rua Silvado.
No sentido bairro/centro a velocidade média de percurso no cenário atual é de 19km/h; no cenário da faixa central compartilhada a velocidade média é de 22 km/h e; no cenário com duas faixas exclusivas para o sentido bairro/centro a velocidade passa para 24 km/h. As velocidades nos demais percursos não sofreu alteração dos diferentes cenários simulados.
Nos cenários propostos a velocidade média no sentido bairro/centro apresenta elevação. Essa elevação se dá porque a velocidade considera a velocidade de ambos os movimentos no sentido bairro/centro. Dessa forma, a maior capacidade de escoamento do movimento em frente faz com que no agregado se perceba uma elevação média das velocidades praticadas no local. No cenário atual a velocidade média verificada foi de 21,6 km/h, no cenário com a faixa central a velocidade média foi de 21,9 e o cenário com dois faixas exclusivas para o movimento em frente a velocidade média foi de 23,8 km/h.
O atraso médio representa o tempo perdido parado em fila. No cenário atual o atraso médio simulado no sentido bairro/centro é de 149 segundos, no cenário com a faixa central compartilhada o atraso médio cai para 72 segundos e no cenário com duas faixas exclusivas para o sentido bairro/centro o atraso médio cai para 54 segundos.
Se por um lado a velocidade no sentido bairro/centro apresentou elevação por conta da maior capacidade de escoamento no sentido em frente; por outro, o atraso em filas apresentou elevação considerando a degradação da condição de filas para conversão do sentido bairro/centro da Av. Bento Gonçalves para a Rua Silvado.
Os dados demonstram que os dois cenários propostos geram uma pequena elevação na taxa de ocupação no fluxo no sentido bairro/centro. No cenário da faixa central compartilhada e no cenário com duas faixas exclusivas para seguir em frente a taxa de ocupação passa de 49% para 53%. Essa elevação se da em função da maior ocupação da faixa de rolamento junto do canteiro central, pois essa passa a ser a única faixa dedicada exclusivamente à conversão, passando a atrair maior numero de veículos que farão a conversão.
Pela tarde a simulação indicou a elevação da taxa de ocupação da aproximação bairro/centro da Av. Bento Gonçalves coma Rua Silvado. Essa elevação é resultante do acúmulo de veículos em espera para conversão, dada a redução da capacidade de conversão nos dois cenários alternativos avaliados. No cenário 2:2 com a faixa de rolamento central compartilhada pelos movimentos em frente e de conversão a taxa de ocupação subiu dos atuais 42% para 44%; já no cenário com duas faixas dedicadas exclusivamente para o movimento em frente, a taxa de ocupação subiu dos atuais 42% para 48%. Esse comportamento é reflexo da maior demanda por conversão à tarde se comparado com o turno da manhã.
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