Santa Catarina é um estado localizado na região sul do Brasil, cuja capital é Florianópolis, uma ilha conhecida por suas praias e belezas naturais. A diversidade de climas, paisagens e relevos estimula o desenvolvimento de inúmeras atividades, da agricultura ao turismo, atraindo investidores de segmentos distintos e permitindo que a riqueza não fique concentrada em apenas uma área. O Estado faz fronteira com o Paraná (ao Norte), Rio Grande do Sul (ao Sul), Oceano Atlântico (Leste) e Argentina (Oeste).
Este relatório oferece uma análise abrangente dos municípios de Santa Catarina, destacando um estado brasileiro que se sobressai por sua rica diversidade geográfica e econômica. Buscando proporcionar uma compreensão mais profunda do panorama estadual, exploraremos informações cruciais, tais como o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), os municípios mais populosos, o Produto Interno Bruto (PIB) e outros indicadores sociais e econômicos relevantes.
Os dados apresentados nesta análise foram meticulosamente coletados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), uma fonte confiável e reconhecida por fornecer informações precisas e atualizadas sobre diversos aspectos do Brasil.
Além disso, este relatório abordará a Análise Exploratória de Dados (AED) e utilizará medidas de variação e dispersão para uma compreensão mais detalhada dos dados. A AED permitirá explorar e resumir as principais características dos dados de maneira visual e descritiva, enquanto as medidas de variação e dispersão fornecerão insights sobre a distribuição e a variabilidade dos dados, complementando a análise exploratória.O objetivo principal deste relatório é proporcionar uma análise
detalhada e aprofundada das experiências adquiridas no campo do domínio
de dados, com especial atenção à utilização de ferramentas estatísticas
de grande importância. Nossa abordagem incluirá a identificação dos
municípios com os mais elevados Índices de Desenvolvimento Humano
Municipal (IDHM), a comparação desses índices com a média nacional do
IDH, a análise dos municípios com os maiores e menores Produto Interno
Bruto (PIB), além de considerar outros fatores relevantes para uma
compreensão abrangente. Além disso, este relatório visa não apenas
apresentar os dados de forma estruturada e organizada, mas também
utilizar análise exploratória de dados (AED) para explorar visualmente
as principais características dos municípios catarinenses. A AED será
complementada pelo uso de medidas de variação e dispersão, que nos
fornecerão insights cruciais sobre a distribuição e variabilidade dos
dados socioeconômicos coletados. Ao final, esperamos proporcionar uma
visão holística e embasada sobre a situação econômica e social dos
municípios de Santa Catarina, contribuindo assim para um entendimento
mais profundo e informado do estado.
Neste relatório, utilizamos um conjunto de bibliotecas
essenciais para análise de dados em R, comecei utilizando o ggplot2(esta
poderosa biblioteca foi fundamental para a criação de gráficos
informativos e visualmente atraentes, permitindo-nos explorar e
visualizar os dados de maneira eficaz), depois utilizei o
readxl(utilizada para importar dados diretamente de arquivos Excel para
o ambiente R, facilitando o manuseio e análise dos dados coletados)
tambem usei o DBI e o RSQLite(bibliotecas utilizadas para interação com
bancos de dados, permitindo a gestão e manipulação eficiente dos dados
armazenados) e por fim o knitr(crucial para a geração de relatórios
dinâmicos e bem formatados, integrando perfeitamente o código R com a
documentação e os resultados da análise)
Os dados apresentados foram retirados no site do IBGE: https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/sc/
Empregamos métodos estatísticos para resumir extensos conjuntos de dados em medidas concisas, tais como médias, medianas, modas, entre outras. Além disso, uma compreensão clara dos dados através de estatísticas descritivas é crucial para embasar a tomada de decisões.
Ao apresentar números significativos e tendências, os tomadores de decisão podem fundamentar suas escolhas em dados objetivos. Um exemplo disso que foi usado para ajudar na compreensão dos dados foi o Violin Boxplot que é uma representação gráfica que oferece uma visão compacta e informativa da distribuição estatística de um conjunto de dados.
Também utilizei os gráficos que proporcionam uma representação visual clara e intuitiva dos dados, tornando informações complexas mais acessíveis e compreensíveis para um público amplo.
Santa Catarina é o décimo primeiro estado mais extenso do
Brasil em termos de área territorial, com aproximadamente 95.346 km².
Neste gráfico, observa-se os observa-se os 30 municípios de Santa
Catarina com as maiores áreas territorias. Podemos notar que Cordilheira
Alta, um dos municípios que compõem a região do Oeste Catarinense, detém
a maior extensão territorial do estado.
Aqui utilizo de um histograma que é uma representação gráfica
de dados quantitativos contínuos, exibida através de retângulos
adjacentes. A altura de cada retângulo é proporcional às frequências
(absolutas ou relativas) dos intervalos de valores correspondentes. Com
uma posição de destaque no cenário econômico catarinense, Joinville
ostenta o título de município com a maior receita do estado. Esse feito
reflete não apenas a sua relevância histórica, mas também a vitalidade
de suas atividades econômicas, contribuindo significativamente para o
desenvolvimento econômico e social da região e do estado como um
todo.
De acordo com dados do IBGE, os municípios de Balneário Camboriú e Florianópolis lideram a lista, ocupando o primeiro e o segundo lugar, respectivamente, destacando-se pelo seu alto nível de desenvolvimento humano. Santa Catarina destaca-se com uma média do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,792, superando a média nacional de 0,758. Atualmente, Santa Catarina ocupa a terceira posição no ranking do IBGE dos melhores IDHs do Brasil. Essa comparação ressalta a posição relativamente elevada do estado em termos de desenvolvimento humano, indicando um nível de qualidade de vida, educação e renda acima da média nacional. A diferença entre as médias sugere um desempenho mais robusto nos indicadores que compõem o IDH em Santa Catarina em comparação com o cenário nacional.
A tabela de distribuição de frequência é uma ferramenta essencial em estatística e análise de dados que permite organizar, resumir e visualizar dados de maneira eficaz, facilitando a compreensão e a tomada de decisões. Ela serve para várias finalidades importantes, especialmente em análises de dados exploratórias, pois facilita a organização dos dados em classes ou intervalos, tornando mais fácil a visualização da distribuição dos dados.
| Categoria | Frequencia_Absoluta | Frequencia_Absoluta_Acumulada | Frequencia_Relativa | Frequencia_Relativa_Porcentagem |
|---|---|---|---|---|
| Baixo | 0 | 0 | 0.0000000 | 0.000000 |
| Médio Baixo | 64 | 64 | 0.2184300 | 21.843003 |
| Médio Alto | 219 | 283 | 0.7474403 | 74.744027 |
| Alto | 10 | 293 | 0.0341297 | 3.412969 |
## Média do IDHM de 2010: 0.732
## Mediana do IDHM de 2010: 0.736
## Moda do IDHM de 2010: 0.738
Média: é a soma de todos os valores dividida pelo número de valores. Ela representa o valor central de um conjunto de dados.
Mediana: é o valor que separa os dados ordenados em duas metades iguais. Se o número de valores for ímpar, a mediana é o valor do meio. Se for par, a mediana é a média dos dois valores do meio.
Moda: é o valor que aparece com mais frequência em um conjunto de dados. Pode haver mais de uma moda se vários valores tiverem a mesma frequência máxima.
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) é uma métrica crucial para avaliar a qualidade de vida e o desenvolvimento humano em municípios brasileiros. Classificado em quatro categorias distintas, o IDHM baixo (inferior a 0,500) indica áreas com deficiências significativas em longevidade, educação e renda. Municípios com IDHM médio (entre 0,500 e 0,799) demonstram melhorias, mas enfrentam desafios em diferentes dimensões. Aqueles com IDHM alto (entre 0,800 e 0,899) exibem indicadores positivos em longevidade, educação e renda, enquanto os municípios com IDHM muito alto (igual ou superior a 0,900) destacam-se por condições de vida excelentes e bem equilibradas nas três áreas avaliadas. Pela tabela de distribuição do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), conclui-se que nenhum município apresenta um IDHM classificado como baixo, ou seja, abaixo de 0,500. Isso sugere que todos os municípios analisados na amostra alcançaram um nível mínimo aceitável de condições de vida de acordo com os critérios estabelecidos pelo IDHM.
| Medida | Valor |
|---|---|
| Amplitude (Range) | 0.2260000 |
| Variância | 0.0016133 |
| Desvio Padrão | 0.0401655 |
| Coeficiente de Variação (%) | 5.4897307 |
É a diferença entre o valor máximo e o valor mínimo do conjunto de dados. Ela fornece uma ideia da variação total no conjunto de dados. No caso do IDHM, a amplitude mostra a diferença entre o município com o menor IDHM e o município com o maior IDHM.
É uma medida que indica o quanto os valores de um conjunto de dados se dispersam em relação à média. Uma variância alta indica que os dados estão amplamente dispersos. Para o IDHM, a variância ajuda a entender quão dispersos estão os valores dos municípios em relação à média estadual.
É a raiz quadrada da variância e também fornece uma medida de dispersão. Ele tem a vantagem de estar na mesma unidade de medida dos dados originais. No caso do IDHM, o desvio padrão indica, em média, quanto os valores dos municípios diferem da média estadual.
É a razão entre o desvio padrão e a média, expressa como uma porcentagem. Ele é útil para comparar a dispersão entre diferentes conjuntos de dados com médias diferentes. Para o IDHM, o coeficiente de variação mostra a magnitude da dispersão em relação à média estadual, facilitando a comparação com outras variáveis ou regiões.
Joinville, como o município mais populoso de Santa Catarina, ocupa o
34º lugar no ranking nacional, com uma população de 616.323 habitantes.
Essa posição demonstra sua expressiva população, destacando a relevância
demográfica da cidade no contexto brasileiro. No entanto, ao comparar
Joinville com São Paulo, o município paulista lidera o ranking como o
mais populoso do Brasil, com uma população significativamente maior de
11.451.999 habitantes.
O Violin Plot exibe a distribuição dos dados ao longo de um eixo vertical, mostrando a densidade de probabilidade em diferentes valores, e como um boxplot, o Violin Plot apresenta a mediana (linha no centro), quartis (caixa) e possíveis outliers (pontos fora do intervalo interquartil). Assim, permitindo comparar visualmente várias distribuições de dados lado a lado, facilitando a identificação de diferenças em suas formas e dispersões.
Em uma análise dos 20 municípios de Santa Catarina com os maiores
Produtos Internos Brutos (PIBs), Piratuba se destaca como o município
líder, apresentando o PIB mais elevado entre eles. Essa posição ressalta
o vigor econômico e o contributo significativo de Piratuba para o
desenvolvimento econômico do estado.
Em relação à escolarização, o estado tem um histórico de
investimentos em educação e apresenta indicadores educacionais
relativamente positivos se comparados a outros estados brasileiros.
Santa Catarina ocupa a terceira posição no país em termos do maior
índice de participação de jovens(97,8%), com idades entre 18 e 24 anos,
no ensino superior, ficando abaixo de Rio de Janeiro(97,9%) e Distrito
Federal(98,1%).
Usando o comando “Sumary”, nós geramos um resumo estatístico das colunas do conjunto de dados que foram utilizados para fazer esse relatório.
summary(dados[,1:10])
## Município Código Area_territorial Pop_muni
## Length:293 Min. :4200051 Min. : 35.14 Min. : 1651
## Class :character 1st Qu.:4204558 1st Qu.: 138.95 1st Qu.: 3653
## Mode :character Median :4209805 Median : 233.70 Median : 8285
## Mean :4209769 Mean : 326.14 Mean : 25882
## 3rd Qu.:4215059 3rd Qu.: 384.13 3rd Qu.: 19746
## Max. :4219853 Max. :2637.66 Max. :616323
##
## Densid_2022 Escolarização IDHM_2010 Mort_infantil_2020
## Min. : 1.97 Min. : 92.80 Min. :0.6210 Min. : 1.920
## 1st Qu.: 20.43 1st Qu.: 97.50 1st Qu.:0.7050 1st Qu.: 8.752
## Median : 34.74 Median : 98.40 Median :0.7360 Median :13.140
## Mean : 104.44 Mean : 98.18 Mean :0.7316 Mean :15.985
## 3rd Qu.: 74.96 3rd Qu.: 99.10 3rd Qu.:0.7590 3rd Qu.:19.850
## Max. :3077.70 Max. :100.00 Max. :0.8470 Max. :62.500
## NA's :113
## Receitas Despesas_2017
## Min. : 12912 Min. : 10033
## 1st Qu.: 18783 1st Qu.: 15994
## Median : 27811 Median : 24120
## Mean : 88893 Mean : 76691
## 3rd Qu.: 62033 3rd Qu.: 53066
## Max. :2280394 Max. :1907864
##
Esse comando mostra o total de linhas e colunas
do nosso banco de dados.
## [1] 293 11
Neste relatório, realizamos uma análise dos dados disponibilizados pelo IBGE referentes ao estado de Santa Catarina. Apresentamos informações relevantes que destacam alguns dos principais aspectos do estado, incluindo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), população, Produto Interno Bruto (PIB) e outros indicadores importantes. Utilizamos a Análise Exploratória de Dados (AED) e Medidas de Variação e Dispersão para obter uma visão abrangente de diversos aspectos socioeconômicos e demográficos do estado, contribuindo para uma compreensão mais completa de Santa Catarina.
Diante do exposto, podemos observar que Santa Catarina, o décimo primeiro estado mais extenso do Brasil, destaca-se em vários aspectos. Cordilheira Alta é o município com a maior extensão territorial. Joinville lidera em receita, evidenciando sua vitalidade econômica. No Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), Santa Catarina supera a média nacional, com Balneário Camboriú e Florianópolis destacando-se. Cerro Negro, apesar dos desafios, possui IDH superior a Melgaço (PA). Joinville é o município mais populoso do estado, mas São Paulo lidera nacionalmente. Piratuba destaca-se nos 20 municípios com maiores PIBs em Santa Catarina, evidenciando seu papel econômico crucial. No âmbito educacional, Santa Catarina se posiciona como o terceiro estado com o maior índice de participação de jovens no ensino superior, evidenciando investimentos em educação. Esses diversos aspectos ressaltam a complexidade e a heterogeneidade de Santa Catarina, indicando a necessidade de abordagens específicas para lidar com as diferentes realidades presentes no estado.
Produto Interno Bruto - PIB. (29 de Nov de 2023). Fonte: IBGE: https://www.ibge.gov.br/explica/pib.php
Índice de Desenvolvimento Humano. (2021). Fonte: cidades.ibge: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/sc/pesquisa/37/30255?tipo=ranking
Produto Interno Bruto - PIB. (29 de Nov de 2023). Fonte: IBGE: https://www.ibge.gov.br/explica/pib.php
Santa Catarina tem terceira maior escolarização no Ensino Superior do país. (10 de Dez de 2021). Fonte: observatorio.fiesc: https://observatorio.fiesc.com.br/publicacoes/novopaineleducacao
Índice de Desenvolvimento Humano - IDH e IDHM. (Set de 2022).
Fonte: atlassocioeconomico: https://atlassocioeconomico.rs.gov.br/indice-de-desenvolvimento-humano-idh-e-idhm#:~:text=Conforme%20o%20relat%C3%B3rio%20de%20Desenvolvimento,86%C2%AA%2C%20com%20%C3%ADndice%20de%200%2C758.
# importação das Bibliotecas
library(ggplot2)
library(readxl)
library(DBI)
library(RSQLite)
library(knitr)
meuxlsx <- "Dados.xlsx"
Dados<- read_excel(path = meuxlsx, sheet = 1)
dados <- as.data.frame(Dados)
# Essa função serve para visualizar as primeiras linhas de um conjunto de dados ou de um objeto em formato de tabela
dados <- dados[order(dados$Area_territorial), ]
AreaTerritorial <- head(dados, 30)
ggplot(AreaTerritorial, aes(x = Area_territorial, y = reorder(Município, Area_territorial))) +
geom_bar(stat = "identity", width = .90, fill="#819ca9") +
ggtitle("Área Territórial por Município") +
ylab("Municípios") + xlab("Área Territorial")
library(ggplot2)
# Ordenar os dados pela coluna Receitas em ordem decrescente
dados <- dados[order(dados$Receitas, decreasing = TRUE),]
# Obter os 5 municípios com maior Receitas
maior_Receitasrealizadas <- head(dados, 5)
# Criar o gráfico de barras das Receitas dos 5 municípios
ggplot(maior_Receitasrealizadas, aes(x = Município, y = Receitas, fill = Município)) +
geom_bar(stat = "identity") +
theme_minimal() +
labs(title = "Municípios com as maiores Receitas", x = "Município", y = "Receitas") +
theme(axis.text.x = element_text(angle = 45, hjust = 1)) # Inclinar os nomes dos municípios para melhor visualização
#Histograma em ordem decrescente dos melhores IDHMs de Santa Catarina
dados <- dados[order(dados$IDHM_2010, decreasing = TRUE), ]
melhor_índice <- head(dados, 10)
# Criando gráfico de barras com os 10 melhores índices municipais
ggplot(melhor_índice, aes(x = Município, y = IDHM_2010)) +
geom_bar(stat = "identity", fill = "lightgreen") +
theme(axis.text.x = element_text(angle = 90, hjust = 1)) +
labs(title = "Municípios com os 10 melhores IDHMs de Santa Catarina",
x = "Município",
y = "IDHM")
# Criando Histograma em ordem crescente com os piores IDHMs de S
dados <- dados[order(dados$IDHM_2010, decreasing = FALSE), ]
pior_índice <- head(dados, 10)
# Gráfico de barras com os 10 piores índices municipais
ggplot(pior_índice, aes(x = Município, y = IDHM_2010)) +
geom_bar(stat = "identity", fill = "red") +
theme(axis.text.x = element_text(angle = 50, hjust = 1)) +
labs(title = "Municípios com os 10 piores IDHMs de Santa Catarina",
x = "Município",
y = "IDHM")
# Calculando a tabela de distribuição do IDHM com todas as frequências solicitadas
categorias <- cut(dados$IDHM_2010, breaks = c(0, 0.6, 0.7, 0.8, 1), labels = c("Baixo", "Médio Baixo", "Médio Alto", "Alto"))
tabela <- table(categorias)
# Frequência absoluta acumulada
freq_abs_acumulada <- cumsum(tabela)
# Frequência relativa
freq_relativa <- prop.table(tabela)
# Frequência relativa em porcentagem
freq_relativa_percent <- prop.table(tabela) * 100
# Criando o data frame para exibição
tabela_df <- data.frame(
Categoria = names(tabela),
Frequencia_Absoluta = as.vector(tabela),
Frequencia_Absoluta_Acumulada = as.vector(freq_abs_acumulada),
Frequencia_Relativa = as.vector(freq_relativa),
Frequencia_Relativa_Porcentagem = as.vector(freq_relativa_percent)
)
# Exibindo a tabela usando knitr::kable
knitr::kable(tabela_df, align = "c", caption = "Tabela de Distribuição do IDHM")
# Remover valores ausentes na coluna de IDHM
dados <- dados[!is.na(dados$IDHM_2010), ]
# Verificar se todos os valores na coluna de IDHM são numéricos
if (all(is.numeric(dados$IDHM_2010))) {
idhm <- dados$IDHM_2010
# Calcular Média
media_idhm <- mean(idhm)
# Calcular Mediana
mediana_idhm <- median(idhm)
# Calcular Moda
moda_idhm <- as.numeric(names(sort(table(idhm), decreasing = TRUE)[1]))
# Exibir os resultados
cat("Média do IDHM de 2010:", round(media_idhm, 3), "\n")
cat("Mediana do IDHM de 2010:", round(mediana_idhm, 3), "\n")
cat("Moda do IDHM de 2010:", round(moda_idhm, 3), "\n")
} else {
cat("A coluna IDHM_2010 contém valores não numéricos.")
}
# Remover valores ausentes na coluna de IDHM
dados <- dados[!is.na(dados$IDHM_2010), ]
# Verificar se todos os valores na coluna de IDHM são numéricos
if (all(is.numeric(dados$IDHM_2010))) {
idhm <- dados$IDHM_2010
# Calcular Média
media_idhm <- mean(idhm)
# Calcular Mediana
mediana_idhm <- median(idhm)
# Calcular Moda
moda_idhm <- as.numeric(names(sort(table(idhm), decreasing = TRUE)[1]))
# Criar o histograma com as linhas da média, moda e mediana
p <- ggplot(data = dados, aes(x = IDHM_2010)) +
geom_histogram(binwidth = 0.02, fill = "lightblue", color = "black", alpha = 0.7) +
geom_vline(aes(xintercept = media_idhm, color = "Média"), linetype = "dashed", linewidth = 1) +
geom_vline(aes(xintercept = mediana_idhm, color = "Mediana"), linetype = "dashed", linewidth = 1) +
geom_vline(aes(xintercept = moda_idhm, color = "Moda"), linetype = "dashed", linewidth = 1) +
labs(title = "Histograma do IDHM de 2010 com Média, Moda e Mediana",
x = "IDHM de 2010",
y = "Frequência") +
theme_minimal() +
scale_color_manual(name = "Estatísticas",
values = c("Média" = "blue", "Mediana" = "green", "Moda" = "red")) +
theme(legend.position = "top")
print(p)
} else {
cat("A coluna IDHM_2010 contém valores não numéricos.")
}
# Carregar as bibliotecas necessárias
library(ggplot2)
library(readxl)
library(knitr)
# Importar os dados
meuxlsx <- "Dados.xlsx"
Dados<- read_excel(path = meuxlsx, sheet = 1)
dados <- as.data.frame(Dados)
# Remover valores ausentes na coluna de IDHM
dados <- dados[!is.na(dados$IDHM_2010), ]
# Verificar se todos os valores na coluna de IDHM são numéricos
if (all(is.numeric(dados$IDHM_2010))) {
idhm <- dados$IDHM_2010
# Medidas de variação ou dispersão
# Amplitude
amplitude <- range(idhm)
amplitude_total <- amplitude[2] - amplitude[1]
# Variância
variancia <- var(idhm)
# Desvio Padrão
desvio_padrao <- sd(idhm)
# Coeficiente de Variação
media_idhm <- mean(idhm)
coeficiente_variacao <- (desvio_padrao / media_idhm) * 100
# Criando um data frame para exibição
medidas_variacao_df <- data.frame(
Medida = c("Amplitude (Range)", "Variância", "Desvio Padrão", "Coeficiente de Variação (%)"),
Valor = c(amplitude_total, variancia, desvio_padrao, coeficiente_variacao)
)
# Exibindo a tabela usando knitr::kable
knitr::kable(medidas_variacao_df, align = "c", caption = "Medidas de Variação ou Dispersão do IDHM")
} else {
cat("A coluna IDHM_2010 contém valores não numéricos.")
}
# Criando Histograma com os municipios mais populosos de SC
dados <- dados[order(dados$Pop_muni, decreasing = TRUE),]
Maior_contingente_populacional<- head(dados,20)
# Criando gráfico de barras com os 20 maiores contigentes populacinais
ggplot(Maior_contingente_populacional, aes(x=Município, y=Pop_muni)) +
geom_bar(stat="identity", fill="green") +
theme(axis.text.x = element_text(angle =50, hjust =1)) +
labs(title="20 maiores contigentes populacionais",
x="Município",
y="População")
# Definir opções para suprimir avisos temporariamente
old <- options("warn")
options(warn = -1)
# Criando Violin Plot para Despesas_2017
ggplot(dados, aes(x = "", y = Despesas_2017)) +
geom_violin(trim = FALSE, fill = "lightblue", linewidth = 0.5) +
geom_boxplot(width = 0.1, fill = "lightgray", outlier.colour = "red", outlier.shape = 16, outlier.linewidth = 0.5, linewidth = 0.5) +
labs(title = "Violin Plot das Despesas de 2017",
x = "Despesas",
y = "Valores") +
theme_minimal()
# Restaurar opções de aviso
options(old)
# Criando Histograma em ordem decrescente com os maiores Pibs de SC
dados <- dados[order(dados$PIB_2020, decreasing = TRUE),]
Maior_pib<- head(dados,20)
# Criando gráfico de barras com os 20 maiores pibs municipais
ggplot(Maior_pib, aes(x=Município, y=PIB_2020)) +
geom_bar(stat="identity", fill="orange") +
theme(axis.text.x = element_text(angle =50, hjust =1)) +
labs(title="20 maiores Pib's por Município",
x="Município",
y="PIB")
# Criando Histograma em ordem decrescente com os maiores índices de Educação
dados <- dados[order(dados$Escolarização, decreasing = TRUE),]
Escola <- head(dados, 20)
# Calcular a frequência acumulada
Escola$cumulative <- cumsum(Escola$Escolarização)
Escola$cumulative_perc <- Escola$cumulative / sum(Escola$Escolarização) * 100
# Criando gráfico de Pareto
ggplot(Escola, aes(x=reorder(Município, -Escolarização), y=Escolarização)) +
geom_bar(stat="identity", fill="lightblue") +
geom_line(aes(y=cumulative_perc, group=1), color="red", size=1) +
geom_point(aes(y=cumulative_perc, group=1), color="red", size=2) +
scale_y_continuous(sec.axis = sec_axis(~., name = "Frequência Acumulada (%)")) +
theme(axis.text.x = element_text(angle = 50, hjust = 1)) +
labs(title="20 municípios com as maiores Taxas de Escolarização",
x="Município",
y="Escolarização")
summary(dados[,1:10])
# para mostrar o total de linhas e colunas da nossa base de dados
dim(dados)