IAT: 0.15, 0.35, and 0.65 are considered small, medium, and large levels of bias for individual scores. Positive means bias towards arts / against Math.
iat = read_csv(here::here(params$arquivo_dados), col_types = "cccdc")
iat = iat %>%
mutate(sex = factor(sex, levels = c("m", "f"), ordered = TRUE))
glimpse(iat)
## Rows: 113
## Columns: 5
## $ session_id <chr> "2401243", "2401244", "2401246", "2401249", "2401250", "24…
## $ referrer <chr> "brasilia", "brasilia", "brasilia", "brasilia", "brasilia"…
## $ sex <ord> m, m, f, f, f, m, f, m, m, f, f, f, f, f, m, m, f, m, f, m…
## $ d_art <dbl> 0.1480913, 0.6285349, 0.4977736, 0.3999447, 0.8314632, 1.1…
## $ iat_exclude <chr> "Include", "Include", "Include", "Include", "Include", "In…
iat %>%
ggplot(aes(x = d_art, fill = sex, color = sex)) +
geom_histogram(binwidth = .2, alpha = .4) +
geom_rug() +
facet_grid(sex ~ ., scales = "free_y") +
theme(legend.position = "None")
iat %>%
ggplot(aes(x = sex, y = d_art)) +
geom_quasirandom(width = .1)
iat %>%
ggplot(aes(x = sex, y = d_art)) +
geom_quasirandom(width = .1) +
stat_summary(geom = "point", fun.y = "mean", color = "red", size = 5)
## Warning: The `fun.y` argument of `stat_summary()` is deprecated as of ggplot2 3.3.0.
## ℹ Please use the `fun` argument instead.
## This warning is displayed once every 8 hours.
## Call `lifecycle::last_lifecycle_warnings()` to see where this warning was
## generated.
iat %>%
group_by(sex) %>%
summarise(media = mean(d_art))
## # A tibble: 2 × 2
## sex media
## <ord> <dbl>
## 1 m 0.400
## 2 f 0.570
agrupado = iat %>%
group_by(sex) %>%
summarise(media = mean(d_art))
m = agrupado %>% filter(sex == "m") %>% pull(media)
f = agrupado %>% filter(sex == "f") %>% pull(media)
m - f
## [1] -0.1705546
iat %>%
group_by(sex) %>%
summarise(N = n(), desvio_padrao = sd(d_art))
## # A tibble: 2 × 3
## sex N desvio_padrao
## <ord> <int> <dbl>
## 1 m 48 0.516
## 2 f 65 0.423
library(boot)
theta <- function(d, i) {
agrupado = d %>%
slice(i) %>%
group_by(sex) %>%
summarise(media = mean(d_art))
m = agrupado %>% filter(sex == "m") %>% pull(media)
f = agrupado %>% filter(sex == "f") %>% pull(media)
m - f
}
booted <- boot(data = iat,
statistic = theta,
R = 2000)
ci = tidy(booted,
conf.level = .95,
conf.method = "bca",
conf.int = TRUE)
glimpse(ci)
## Rows: 1
## Columns: 5
## $ statistic <dbl> -0.1705546
## $ bias <dbl> -0.001487529
## $ std.error <dbl> 0.09100328
## $ conf.low <dbl> -0.3510752
## $ conf.high <dbl> 0.00253288
ci %>%
ggplot(aes(
x = "",
y = statistic,
ymin = conf.low,
ymax = conf.high
)) +
geom_pointrange() +
geom_point(size = 3) +
labs(x = "Diferença",
y = "IAT homens - mulheres")
p1 = iat %>%
ggplot(aes(x = sex, y = d_art)) +
geom_quasirandom(width = .1) +
stat_summary(geom = "point", fun.y = "mean", color = "red", size = 5)
p2 = ci %>%
ggplot(aes(
x = "",
y = statistic,
ymin = conf.low,
ymax = conf.high
)) +
geom_pointrange() +
geom_point(size = 3) +
ylim(-1, 1) +
labs(x = "Diferença",
y = "IAT homens - mulheres")
grid.arrange(p1, p2, ncol = 2)
Em média, as mulheres que participaram do experimento tiveram uma associação implícita (medida pelo IAT) com a matemática negativa e média (média = 0.570, desvio padrão = 0.422, N = 65). Homens tiveram uma associação negativa com a matemática, com uma média = 0.399. Portanto, homens tiveram uma associação menor que a das mulheres (média = 0.399, desvio padrão = 0.516, N = 48). Houve portanto uma pequena diferença entre homens e mulheres (diferença das médias de -0.17, 95% CI [-0.347, 0.014]), com a amostra de 113 pessoas (base escolhida: BRasilia). Como IC inclui zero, não podemos concluir com 95% de confiança que há uma diferença estatisticamente significativa entre as pontuações dos homens e das mulheres. Portanto, é necessário coletar mais dados para determinar se a diferença é relevante ou negligenciável.
Realize a análise e compare as conclusões obtidas nos dois casos experimentados:
library(rsample)
library(dplyr)
set.seed(123)
calculo_diff <- function(data, n) {
boot_samples <- replicate(n, {
sample_data <- data[sample(1:nrow(data), replace = TRUE), ]
m_mean <- mean(sample_data$d_art[sample_data$sex == "m"])
f_mean <- mean(sample_data$d_art[sample_data$sex == "f"])
m_mean - f_mean
})
return(boot_samples)
}
boot_diffs <- calculo_diff(iat, 2000)
# Calcular o intervalo de confiança
ci_lower <- quantile(boot_diffs, 0.025)
ci_upper <- quantile(boot_diffs, 0.975)
# Calcular a média das diferenças de médias
mean_diff <- mean(boot_diffs)
# Criar um data frame com os resultados
results <- data.frame(mean_diff = mean_diff,
ci_lower = ci_lower,
ci_upper = ci_upper)
# Exibir os resultados
print(results)
## mean_diff ci_lower ci_upper
## 2.5% -0.1699463 -0.346301 0.004294935
Intervalo de Confiança
Visualiza a diferença média e os intervalos de confiança (IC) obtidos manualmente.
point_ci_plot <- ggplot() +
geom_pointrange(aes(x = 1, y = mean_diff, ymin = ci_lower, ymax = ci_upper), size = 1.5) +
geom_point(aes(x = 1, y = mean_diff), color = "red", size = 3) +
scale_x_continuous(breaks = NULL) +
labs(title = "Diferença das Médias com Intervalo de Confiança",
x = "Diferença das Médias",
y = "IAT homens - mulheres") +
theme_minimal()
print(point_ci_plot)
Compara os resultados (diferença média e IC) obtidos pela implementação manual e pela biblioteca boot.
# Realizando a comparação entre as abordagens: com biblioteca boot e minha implementação
library(boot)
theta <- function(d, i) {
agrupado <- d %>%
slice(i) %>%
group_by(sex) %>%
summarise(media = mean(d_art))
m <- agrupado %>% filter(sex == "m") %>% pull(media)
f <- agrupado %>% filter(sex == "f") %>% pull(media)
m - f
}
booted <- boot(data = iat,
statistic = theta,
R = 2000)
ci <- boot.ci(booted, type = "bca")
boot_results <- data.frame(
method = "Biblioteca boot",
mean_diff = booted$t0,
ci_lower = ci$bca[4],
ci_upper = ci$bca[5]
)
manual_results <- data.frame(
method = "Implementação Manual",
mean_diff = results$mean_diff,
ci_lower = results$ci_lower,
ci_upper = results$ci_upper
)
combinacao_results <- rbind(boot_results, manual_results)
comparison_plot <- ggplot(combinacao_results, aes(x = method, y = mean_diff)) +
geom_pointrange(aes(ymin = ci_lower, ymax = ci_upper), size = 1.5) +
geom_point(color = "red", size = 3) +
labs(title = "Comparação das Abordagens com biblioteca boot e manual",
x = "Método",
y = "Diferença das Médias") +
theme_minimal()
print(comparison_plot)
Precisão, Clareza da Interpretação dos resultados e Completude - englobando Flexibilidade e Implementação.
Como podemos ver pelo gráfico ambas as abordagens podem ser comparadas visualmente usando gráficos. Isso ajuda a visualizar a média das diferenças de médias e seus intervalos de confiança.
Biblioteca boot utiliza métodos robustos como BCa e ajustam para viés e assimetria. Implementação Manual usa quantis empíricos simples, que podem não ser tão precisos ou robustos.
A função boot abstrai grande parte do trabalho, tornando a implementação mais limpa e menos propensa a erros. A implementação manual é mais direta e transparente, mas exige mais código e cuidado para evitar erros.
A Biblioteca boot oferece opções para métodos de IC e é fácil de usar com diferentes estatísticas. Implementação Manual oferece controle sobre o processo de bootstrap, mas a adição de novos métodos ou ajustes pode ser mais trabalhosa.
Ambas têm vantagens, podendo se adequar às necessidades do usuário. A biblioteca boot é mais conveniente e robusta para a maioria das aplicações, especialmente quando IC precisos são necessários. A implementação manual oferece mais controle, podendo ser útil para entender o processo de bootstrap ou para casos muito específicos onde é preciso um controle detalhado.
Resultados com boot: Diferença das médias: -0.1705546, IC: [-0.343360, 0.007183281]. Resultados sem boot: Diferença das médias: -0.1699463, IC: [-0.346301, 0.004294935].
Como podemos observar, elas mostraram uma pequena diferença nas associações implícitas com a matemática entre homens e mulheres. Contudo, os IC sugerem que a diferença pode não ser estatisticamente significativa.