library(readxl)
BasesMunicipios <- read_excel("C:/Users/Gabriela/Desktop/Base_de_dados-master/BasesMunicipios.xlsx")
library(geobr)
## Loading required namespace: sf
desenho_rio_municipio = read_municipality(code_muni = "RJ", showProgress = FALSE)
## Using year 2010
plot(desenho_rio_municipio)
# identificar as classes das bases
class(BasesMunicipios)
## [1] "tbl_df" "tbl" "data.frame"
class(desenho_rio_municipio)
## [1] "sf" "data.frame"
class(BasesMunicipios$`COD IBGE2`)
## [1] "character"
class(desenho_rio_municipio$code_muni)
## [1] "numeric"
BasesMunicipios$`COD IBGE2` = as.numeric(BasesMunicipios$`COD IBGE2`)
library(dplyr)
##
## Attaching package: 'dplyr'
## The following objects are masked from 'package:stats':
##
## filter, lag
## The following objects are masked from 'package:base':
##
## intersect, setdiff, setequal, union
BasesMunicipios = BasesMunicipios %>% rename(code_muni=`COD IBGE2`)
mapa_esperancadevida= desenho_rio_municipio %>% left_join(BasesMunicipios)
## Joining with `by = join_by(code_muni)`
library(ggplot2)
ggplot() +
geom_sf(data=mapa_esperancadevida, aes(fill=Esperancadevida))+
scale_fill_distiller(palette = "Purples",direction = 1, name="esperança de vida",
limits = c(70,77))
o mapa gerado mostra a esperança de vida ao nascer no estado do Rio de janeiroo e embora não haja um padrão geográfico pdemos observar que a região metropolitana do Município do Rio tem uma esperança mais elevada assim como algumas regiçoes serranas como petrópolis e teresópolis.